Resumo de meus estudos de literatura, trovadorismo, barroco, arcadismo, romantismo, parnasianismo, naturalismo, realismo, simbolismo, modernismo

 Trovadorismo ou Quinhentismo, é o nascimento da literatura, que tem como início no séc. XII. O trovadorismo tem como base a escrita pelos trovadores (poetas, e cantada pelos jograis. O interessante é que os jograis cantavam, mas não faziam poesia, assim como os trovadores faziam poesia, mas não cantavam.

 

   A principal escrita dos trovadores é o galego português as poesias, eram feitas e compiladas em “cancioneiras”, que eram uma espécie de coletânea, as principais “cancioneiras” era, a cancioneira da ajuda, cancioneira da vaticana, dentre outras.

 

   As poesias do trovadorismo só era cantadas para o clero e para a nobreza, não era cantada para o povo. Nessa época a priori operava-se o feudalismo. O senhor feudal era o proprietário de uma grande parte das terras, onde trabalhavam camponeses, em busca de muitas das vezes de uma moradia, de uma proteção dos senhores feudais, e pagavam através do trabalho, e da produtividade.
As poesias tinham quatro ‘formas’, eram: poesia de amor, poesia de amizade, poesia de escarnio e poesia de mal dizer. Nas poesia de amor era o homem como um ser inferior a mulher o homem diante os pés das mulheres, que ganhavam soberania, como se fossem deusas, e nunca profanada. Na poesia de amizade, eram homens que faziam poesia como se fossem mulheres, mulheres, que viam os ‘amados’ atravessarem o mar para uma batalha, e não se sabia se retornaria a suas casa, muitas das vezes uma despedida, não tratava se de um relacionamento na forma de escrita, mas por fim trata-se de dois casais, como se fossem amigos. A poesia de escarnio ou poesia de maldizer, eram poemas que satirizavam a nobreza, a sociedade, a política da época, etc, escreviam como uma forma irônica, de tudo o que se passava (na verdade na ironia).

 

   Barroco é mais um renascimento da literatura, o barroco é conhecido como uma pedra irregular, muitos dizem também ser uma fábrica de diamantes que tinha este nome, é uma época de desregramento, de contradições, onde os poetas trabalhavam com uma escrita cheia de oposições, ironias, exagero de figuras de linguagens, palavras, dentre outros. No Brasil tem como surgimento de Gregório de Matos Guerra, considerado ‘o pai da poesia brasileira’, que escreveu poemas de contexto filosófico, religioso, satírico, lírico dentre outros contextos. Nasceu no ano de 1633, na Bahia, e morreu no ano de a 1696, muitos dizem que nasceram um pouco antes dessa data de 1633, e que a data de nascimento de Gregório de Matos Guerra, não condiz, um dos pseudos de Gregório de Matos Guerra, era João, ele tem sido exilado da Bahia para Angola, devido as suas sátiras, que tem dado a ele o apelido de “boca do inferno”. Voltando para a Bahia, Gregório de Matos, não podendo entrar na Bahia foi para recife, onde morreu de uma doença que tem contraído em Angola. Gregório de Matos Guerra é filho de Gergório de Matos um homem abastardo e de Maria das Guerra. Formou-se em advocacia, em Coimbra, na Bahia não se tinha poetas formadas, no Brasil não se tinha poetas formas em seu próprio país, nessa época, ou eles vinham de Portugal, ou eram brasileiros, com formação em Portugal (Coimbra), no barroco temos também Manoel Botelho, que foi um dos poetas da época a ter o primeiro livro impresso em vida (viu ser impresso os próprios livro), ele mesmo traduzia os próprios livros para vários idiomas, Gregório de Matos não viu o seu livre ser publicado, as poesias de gregórios de matos, foram compilado por Vahagem, por isso muitos dizem que as poesias de Gregório de Matos foi um plagiador, porque os poemas dele foram sendo unidas a partir de pessoas que memorizaram as poesias dele, etc. Tinha também o poeta sebastião da Rocha Pita, que tenho lido um pouco mais, e segundo informações ele teve como um grande destaque principalmente na prosa.
Arcadismo foi mais um renascimento assim como o Barroco, onde a poesia saiu do Norte para o Sul do Brasil, Minas Gerais, obtendo assim a exploração do outro, originando a Confidência Mineira. Os poetas dessa época foi Thomas Gonzaga, Claudio Manoel da Costa, Santa Rita Durão, etc. (O Quinhentismo, Barroco e Arcadismo, ficou conhecido no Brasil como ‘Era Clássica’)
Saindo da ‘Era Clássica’, entra-se na ‘Era Nacional’, e surge o Romantismo, onde os poetas buscam uma identidade nacional, buscando assim uma forma de fugir dos ‘traçados de Portugal’, criando o próprio estilo, o introdutor do Romantismo no Brasil foi Gonçalves Magalhães, que tem publicado o livro “saudades”, e a principal poesia do Romantismo foi “Canção do exílio”, de Gonçalves Dias. Houve Três Gerações, a Primeira Geração foi o nacionalismo em busca de uma identidade, o Indianismo, que encontra-se também a obra Iracema, O Guarani, ambos de José de Alencar, dentre outras obras, tanto de José de Alencar como de outros escritores, dessa mesma época (não citados aqui), a Segunda Geração foi o Spleen, onde o poeta expressava a dor, a angustia, etc, na Segunda geração temos Aluísio de Azevedo, Fagundes Varela que chegou mais tarde, e que os poemas marcam o patriotismo, que volta-se a Primeira Geração. A Terceira Geração, foi a visão Condoreira, que foi com o poeta Castro Alves, ‘O poeta dos escravos’.

 

   O Romantismo teve uma grande partida, nessa época do séc. XIII, ocorreu a abertura dos Portos, em 1836, que estava a facilitar o fim da escravidão.

 

O fim do Romantismo, marca o nascimento de ‘três escolas literária’ O Parnasianismo, Naturalismo e Realismo, cada uma das escolas com um estilo diferente, ambas buscando por fim na outra, segundo informações, o realismo e o simbolismo tem vivido juntos por alguns tempo. (preciso estudar mais estas duas escolas literária).

 

   O Modernismo Brasileiro teve como início na Semana de Artes Moderna, nos anos de 1922, iniciando no mês de fevereiro, nos dias de 23, 24, 27, a abertura foi marcada pela apresentação de Mário de Andrade, que tem lido os textos, apresentando o Modernismo que estava a nascer no Brasil, muitas obras com estilos Futuristas, Expressionistas, Dadaístas, Cubista, Surrealista. Muitos chamavam os poetas Modernista de Parnasiano, devido a alguns dos estilos que encontrava se presente. Um dos poetas mais prestigiados da época era Manoel Bandeira, aparecendo depois o Poeta Carlos Drummond de Andrade, tornando um dos maiores poetas modernista brasileiro. Muitos iam somente para vaiarem, amigos, vizinhos, iam para assistirem e vaiarem os artistas, era a ‘moda’, da época. Na abertura também teve o quadro de Anita Malfati, na música teve Vila-Lobos. Tivemos na Segunda Geração Modernista Vinicius de Moraes, Carlos Drummonde de Andrade,, Manoel Bandeira (com novo estilo poético), na Terceira Geração tivemos Jorge Amado, dentre outros.
   O Modernismo foi o início de tudo, foi uma abertura para a ‘Geração Futura’, geração essa que é a nossa atualidade, abrindo espaço para a poesia concreta, poesia praxe, poesia marginal, poesia da Geração de 45, e de outras Gerações, que também tem sido a geração do poeta Carlos Drummond de Andrade, com a publicação do livro Sentimento do Mundo, e Rosa do Povo, obtivemos não só grande poetas como grandes escritores, como Clarisse Lispector, que apesar de não ter nascido no Brasil, tornou-se ‘brasileira de coração’, Graciliano Ramos, Lima Barreto, Jorge Amado, Euclides da Cunha, e tantos outros escritores. E a nossa contemporaneidade tem que conhecerem estas histórias, que não deixa de serem fundamental para a nossa literatura que a cada dia parece se tornar escarça, mas que vive a nascerem poetas e escritores, em busca de ganhos, tornando assim a escrita vulgar, que fortalecemos a escrita, a literatura brasileira, e sigamos adiante, estudando, lendo, aprendendo, escrevendo, etc.

 

OBS: Este textos baseasse, de leitura de vários livros que venho lendo, não só livro como revista, jornal, etc. Tirando assim as minhas conclusões, este texto não esta isento de conter erro, que pode ser reparado, e modificado ao longo do tempo, ele foi criado no dia 11/09/2013, busquei manter como o original na melhor forma possível. O meu interesse quando estava a escrever foi de registrar os meus estudos, que estava a fazer não só na escola, como fora da escola, a partir do curso 200 Anos de Poesia, administrado pelo poeta Douglas de Almeida que venho também a buscar a estudar mais ainda sobre a literatura, isso não quer dizer que não vinha estudando antes, e buscando me aperfeiçoar na escrita, baseado nestes estudos, que tenho buscado criar um grupo e leitura, de estudos com adolescentes, do bairro, em escola pública, e biblioteca comunitário do bairro, formando assim quem sabe novos poetas e poetisas, e quem sabe até mesmo escritores, e leitores de nossa literatura, apreciadores da escrita, que gosta de sempre estarem acompanhando trabalhos de nossos grandes mestres passados, presentes, “e futuros”.
Valter Bitencourt Júnior
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Falando um pouco da literatura brasileira, parte de meus estudos…

Aprendi a amar a literatura, gosto da literatura brasileira e a sua história, do quinhentismo ao contemporâneo. Admiro a história da literatura brasileira assim como o surgimento e origem do povo brasileiro, apesar de todo o confronto que teve devido a escravização e a injustiça social que vivemos pelos colonizadores, que tinha por interesse de tornar o Brasil coroa parte da coroa de Portugal, da descoberta do povo brasileiro em 1500 para o surgimento dos povos brasileiros e suas formações em 1530.
   Acho interessante quando se fala de literatura brasileira, e também da influência dos portugueses a nossa literatura, mas acabam abusando muito, unindo a literatura dos portugueses a literatura brasileira, tem livros que falam da literatura dos portugueses e da literatura do Brasil, os unindo do quinhentismos até o contemporâneo.
   Umas das grandes literaturas produzidas no Brasil já eram feitas pelos índios, eles desenhavam, pintavam, modelavam barros os transformando em potes, pintavam a face, isso é literatura também, é essa beleza que se tem que ser contada na história de nossa literatura, e claro não deixando de também de contar a vinda dos portugueses, assim como a Carta de Pero Vaz de Caminha. A carta de pero Vaz não tem nem um valor literário, por ele ser escrito com o interesse de descrever o local, para descrever tudo o que se passava durante as navegações, dai dar para sentir as ambições humana, até na escrita, e o quanto os portugueses falharam, e bem que poderia produzirem uma grandiosa literatura, com as imagens que se encontravam no futuro Brasil, antes de se tornar Brasil , devido ao nome do pau-brasil, há quem conteste que o Brasil não se originou do pau-brasil, mas aí será outros quinhentos para explicar…
  A literatura ela se desenvolve, ela não é fixa, ela ganha força, ela muda, ela se transforma, a literatura de hoje comparando como a de antes, tem que se perceber que vivemos e sofremos mudanças, e que para se ler a literatura passada, de épocas passadas, tem que se colocar naquela época. As palavras também se variaram foram ganhando mudanças, o que se era escrito com PH, como pharmacia, ninpha, afora não mais se escreve, se escreve como farmácia, ninfa, o que era escrito com dois “l”, hoje em dia não é mais, estrellas = estrelas, pera significava para (preposição), palavras que hoje em dia era visto como palavrão já tiveram bons significados, como por exemplo prostituta, veio da etimologia podar, cortar, a palavra brega se originou a partir do nome de um padre, Manoel de Nóbrega, que por sua vez era o nome de um local brasileiro, que saiu o Manoel de no, e ficou o braga, e devido a prostituição que se localizava no local o nome brega ganhou o significado de prostíbulo, interessante prostituta = podar, cortar, mas deixa queto (senão estenderá o texto).
   A literatura brasileira tem uma riqueza muito grande, o que falta é quem perceba, e descubra isso, essa grandiosidade que se encontra em nossa literatura, considerado o pai da poesia brasileira, temos o Gregório de Matos, baiano nasceu em no ano de 1633 se não me engano, conhecido como o “boca de inferno” devido as suas sátiras, mas o que poucas pessoas observam é a grandiosidade desse poeta, que foi foragido da Bahia para Angola, e de Angola impossibilitado de entrar na Bahia morreu em Recife, em mais ou menos em 1696, Gregório de matos Não escreveu somente poesias satíricas assim como também escreveu poemas de cunho religioso, filosófico, etc. Imagina como seria desafiar a política nessa época de colonia, onde para se publicar um livro teria que primeiro passar primeiro por Portugal, e ser analisado, muitos textos eram cortados, vinham faltando palavras, publicar livro no Brasil nunca foi fácil, até nos dias atuais, se encontra dificuldades, o poeta que conseguiu ver as suas obras publicadas e ainda escrevia os próprios poemas em outros idiomas, foi Manoel Botelho, poeta também do Barroco Brasileiro. No Brasil ou os escritores e poetas vinham de Portugal, ou eram brasileiros formados em Portugal, muitos se formavam e m médicos, advogados, jornalistas, era as “formações” que eles mais se empenhavam.
   Lendo um livro sobre a literatura brasileira acredito muito mais de um Gregório de matos como o indianista, escrevendo poemas usando palavras indígena do que muitos poetas do Romantismo, mas essa é a minha visão, ele usava as palavras, taquara, urupês, dentre outras palavras, mais prefiro fazer de conta, de que ele não foi indianista também, pois essa origem se desempenhou a partir da terceira parte do Romantismo brasileiro se não me engano. O Brasil é um país mestiço que sofreu muitas aculturações, sofreu mudanças culturais com a influência tanto dos portugueses quanto dos africanos, e muitos dizem em localidades terem sofridos também com esse choque de cultura com os russos, com os espanhóis, etc. O meu amor a literatura é essa história que me faz delirar, e a cada momento aprender, e descobrir mais e mais. Hoje em dia cada poeta é visto com um traço, cada poesias é visto com um etilo, e cada estilo a se diferenciar.
   A Bahia é o berço da poesia, é quem recebeu os portugueses e um dos primeiros locais a ser primeiro explorado, a literatura brasileira se inicia na Bahia queira ou não, depois indo para Minas Gerais, devido a Inconfidência mineira, mais isso, não quer dizer ter existido outros movimentos, sem ser voltado a Minas Gerais, claro, e mesmo que tenha muitas nunca se sabe se foi cortado, pelos historiadores, ao mando do estado, ou se foi nas queimas de arquivos. Cada época um estilo, uma forma, uma estrutura, o quinhentismo um estilo, o barroco outro estilo, o arcadismo, e assim sucessivamente, isso vai mostrando o quanto a literatura vai mudando com o tempo.
Muitos dizem, “eles (poetas e escritores) esconderam muitos o que se passava na época”, mas será que eles esconderam por que queriam, ou por que eram obrigados a esconderem, ou devido ao medo de ser mandado para outro país, ou ser enforcado? Claro que tudo vai da época, e cada época uma luta, mudanças melhorias e não melhorias… O quinhentismo, o barroco, o arcadismo, são três eras coloniais, e ainda se encontrando preso a Portugal, buscando formas de se libertar. Do Romantismo para os dias atuais já estamos nos localizando na era nacional, “sofremos” duas eras em nossa literatura a era colonial e a era nacional. Amo a literatura porque ela sofre mudanças acompanhando até mesmo a sociedade, o surgimento da poesia engajada, que denuncia os acontecimentos da sociedade, a literatura como uma defesa social, levando para a sociedade a capacidade de desenvolvimento a partir da leitura, das palavras, com a revolução francesa, a abertura dos portos, em 1838, a vinda da Família Real fugindo de Napoleão, para o Rio, antes da abertura dos portos, em 1808. A literatura Brasileira me encanta, me apaixona, me faz delirar porque ela ensina.
   A nossa sociedade necessitada de leitura, necessitada de aprender a descobrir, os filhos de pessoas abastardas que iam para França estudar, para “europas”, voltavam para o Brasil cheio de esperanças, cheios de vontade de ver um Brasil diferente, um Brasil sem escravos, um Brasil independente, os livros, pessoas que passaram a ter acesso a leitura, pelos filhos de fazendeiros, passaram a descobrir o quanto valeria a liberdade, muitos marcavam reuniões em igrejas, em passeios públicos, os líderes, muitos foram mortos, como uma forma de desfazer, e fazer com que as pessoas tenham medo, e não siga em frente com o pensamento do líder.
   Amo a literatura, porque ela sofre mudanças, e quando não sofre ela busca formas de mudar, e ir se diferenciando das anteriores… Poderia dar continuidade falando do Parnasianismo, Naturalismo, Realismo, Simbolismo, Modernismo, As gerações literárias, Poesia concreta poesia Marginal, poesia contemporânea que é a nossa poesia, e até quem sabe do Tropicalismo dos anos 70, mas continuarei estudando, me desenvolvendo, e aumentando os meus conhecimentos mais e mais.
Valter Bitencourt Júnior

Discurso – “Valter Bitencourt Júnior, consagrando-se membro da Academia de Letras de Teófilo Otoni”

Eu, Valter Bitencourt Júnior, só tenho a agradecer, por poder fazer parte da Academia Teófilo Otoni, pois juventude aprenda a explorar o melhor que se é oferecido, para a vida, e desfrute na melhor forma possível, brigue pelos os direitos, e sempre busque, o jovem por sua vez tem que aprender a ser protagonista. Cada ser tem um destino, e o meu destino são as palavras, assim como o meu trabalho, no qual busco a desenvolver, na melhor forma possível, para que no meu futuro fique a minha história, e que a minha história de vida não seja uma história qualquer, que também tenha os seus segredos, e mistérios.

 

Fazer parte de uma Academia, pode ser tanto fundamental quanto não pode ser também, simplesmente estou a experimentar, o que a vida tem para oferecer-me, seja cedo ou não. Uma vez que se nasce poeta, morre poeta, mesmo sem escrever, e tem aqueles que se tornaram poetas, pois tem por sorte, de poder também desenvolver-se na escrita, e também a ganhar a admiração pelas palavras (no qual escreve). Agradeço a Madrinha Varenka de Fátima Araújo, (cearense, que reside na Bahia, e é por sua vez considerada baiana de coração), no qual tenho a honra de receber das mãos dela o certificado e a medalha, que me consagra membro da Academia Teófilo Otoni.
   Agradeço a Deus (que se ele me ouvi em algum lugar, mesmo que muitas das vezes sinta-me distante, que me abençoe, pois minha vida também não é tão fácil o quanto parece ser). Tenho por necessidade do carinho de cada um, principalmente daqueles próximo de mim, não por fazer parte de uma Academia, mas por consideração, no qual respeito muito, que sejamos todos irmãos e irmãs, (o nosso mundo precisa de amor, as nossas crianças, e jovens precisam de amor).

 

   Entrando na Academia de Letras de Teófilo Otoni, quero passar a diante a minha visão política e social quanto poeta e escritor, quero ir além de minhas escritas, quero transmitir o melhor que tenho de mim para os queridos leitores, de toda a parte do mundo. Quero contribuir o máximo de mim para o mundo, não quero guardar nada, quero ser mais humilde para com os meus semelhantes, quero poder um dia abraçar cada um sem nem um preceito, assim como beijar cada um, como irmão(ã). Acredito na solidariedade humana, e para que isso de fato venha a valer a pena, que não usurpamos uns dos outros, que tenhamos coração para sentir, e que tenhamos uns com os outros a piedade e misericórdia.

 

   Esse é um dia muito especial da minha vida, e sei que vou ter muitos outros pela frente assim como gostaria que seja muito especial para todos os amigos(as), que venhamos a brindar esse dia, pois o meu sucesso também pertence aos meus queridos amigos(as), e leitores de meu trabalho, assim como a minha família. Eu amo muito os meus pais, os meus irmãos, e eles são parte de mim, no qual jamais poderei esquecê-los, ou deixá-los de lado. Tenho meus padrinhos de batismo Nega e Hino, agora ganho uma madrinha muito especial, que é Varenka de Fátima Araújo, que sempre acreditou, e ainda acredita na minha potencialidade.

 

   Agradeço a Sandra Zaira, por sempre também acreditar em mim, que corrigia os poemas, e me dava dicas, e sempre pedia para que lapidasse as minhas escritas, assim como agradeço a Iraney Garcia Gonçalves, no qual ajudou-me a pagar o transporte, para que pudesse fazer um curso de poesia, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia. Agradeço ao Projeto Patrulhando a Cidadania (em geral), pois foi neste projeto, que passei a ter uma visão de quanto a vida nem sempre é justa, e o quanto temos que lutar e batalharmos.

 

   Como um jovem, entrando na fase adulta, eu deixo a minha contribuição, e pedido, para que cada jovem sempre siga os conselhos dos pais, para que sempre busque o melhor, e desenvolva-se em conjunto. A literatura, também tem o seu papel social, e é muito fundamental para a nossa sociedade, e tenho por interesse ainda, de dar grandes contribuições.
   Quando completei mais ou menos 15, 16 anos busquei em meu bairro a biblioteca mais próxima para que pudesse ler livros de poetas e escritores, então passei a frequentar a Biblioteca Comunitária de Valéria Professor José Oiticica, biblioteca essa no qual vim a aprender muito conversando com o cearense Antônio Fernandes Mendes, e conhecendo através da biblioteca muitos outros amigos(as), como por exemplo Zé Antonio, Carlos Baqueiro, Austílio (da UFBA), dentre outras pessoas.
   Com a ajuda da Irmã Jacira, pude redigi os meus poemas no Centro Educacional Paulo VI, e armazená-los em meu primeiro pendrive, que foi me dado pela Irmã Jacira, este pendrive marca a minha vida literária, e faz parte de minha história.
   Enquanto vivo, batalharei por essa conquista e muitas outras que ainda estão por vim, pois tudo é válido, desde quando aproveitemos o máximo possível, que todos os membros, da Academia Otoni sintam-se orgulhosos, pois nesta academia está a entrar um jovem poeta e escritor apaixonado pelas palavras.
Família:
   Agradeço especialmente a minha mãe Maria Lúcia da Silva, e o meu pai Valter Bitencourt, pois sem eles não seria nada, seria ingrato se não agradecesse aos meus pais, por tudo que eles fizeram e ainda fazem por mim, lembro-me quando fui registrar alguns de meus, pormas pela primeira vez, com a minha mãe, e ela ao meu lado, ajudando com os papeis no qual tinha que por sua vez também assinar por eu ser menor de idade. Gosto de todos os meus irmãos (Vagnei da Silva Bitencourt, Leandro da Silva dos Santos, Lucielle da Silva Bitencourt), apesar de discutirmos muitas das vezes, nos amamos, gostamos uns dos outros, mesmo com pequenas intrigas de irmãos, meus irmãos são tudo também para mim, gosto de todos, mesmo que diga que não (estou mentindo), pois gosto e muito.
   Agradeço ao meu tio Avelino, pois ele buscava sempre uma forma de me trazer uma revista que distribuía no trabalho dele para que eu lesse, pois foi um incentivo também de leitura, e meu tio Avelino e Edileusa, pediu-me uma poesia, poesia essa que o tenho feito com muito carinho, assim como tenho feito para os meus padrinhos (Nega e Hino), meus padrinhos de batismo “é um máximo”, gosto muito deles.
   Tenho grandes primos, no qual tenho uma grande admiração e respeito, Danúbio e Júnior Silva, com Júnior (meu chara) conversamos muito pela rede social (facebook), filosofamos trocamos ideias sobre vários assuntos, voltado ao nosso cotidiano, assim como assuntos históricos e sociais, falamos sobre Sócrates, sobre a leitura do livro “Mil e uma noite”, “Dom Casmurro” (Machado de Assis), sobre a palavra “Nosce-ti ipisum”, palavra latina que significa “conhece-te a ti mesmo”, dentre outros. Gosto de toda a minha família, porque é parte de mim, e sempre ficará em minha memória.

 

Como será a minha vida após entrar em uma Academia literária:
   Minha vida será a mesma, ela pode mudar com o tempo, somente o tempo pode ser responsável pelas nossas mudanças, tanto para melhor quanto para o pior, e escolho o melhor, o lado positivo da vida. Não deixarei de ser a mesma pessoa de sempre, com os meus demais amigos(as), a vida literária é uma vida difícil, sobreviver de literatura é um sonho, em que todos os poetas e poetisas, assim como escritores(as), sonham. Quero unir-me a todos os poetas, quero ganhar a amizade com cada um, assim como a escritores, professores, alunos, palestrantes, em geral, amigos próximos mais ainda, quero ter compromisso com a escrita, com a arte, com a cultura em que vivemos, quero colocar as minhas ideias, quero também ouvi, quero falar, quero fazer o máximo para também interagir.
   Tenho dado aula no Projeto Patrulhando a Cidadania, por dois anos e meio, assim como também já fui aluno, venho adquirindo experiencia, em meu primeiro emprego, como um “Aprendiz legal”, sei que para me manter na literatura tenho que ter também um emprego, assim como investidores, que invistam em meu trabalho, empresários, etc.
   Venho a lutar muito, e continuarei lutando, pois sei que ainda tenho um caminho longo a seguir, mesmo entrando numa Academia, bem conhecida, e prestigiada, que é a Academia Teófilo Otoni. Quero ter uma boa relação com todos, conversar, discutir, e até mesmo “brincar”, como um poeta, um ser humano normal, criativo, e inteligente (inteligente porque é o que todos nós somos, seres inteligentes, capacitado de sempre está aprendendo, e desvendando mais e mais, e ganhando sempre conhecimento).
   Já sou muito conhecido pelas redes sociais, pelos sites, blogs, etc. E sei que ainda continuarei sendo, sou uma figura pública, e já tenho me conformado com isso, pertenço as pessoas, gosto muito de mim, gosto muito de todas as pessoas, principalmente de quem gosta de mim.
Minha visão anarquista:
   Que Todos fiquem cientes que busco, como um ser cidadão, o melhor para a nossa sociedade, e sei que somente a nossa sociedade pode fazer as devidas melhorias, que não haja descriminação devido a eu ser anarquista, a sociedade em si é anarquista, ninguém concorda com a realidade de vida em que vivemos, a sociedade não gosta do governo, e todos sabem disso. Todos nós temos as nossas ideias, e cada um de nós buscamos defender as nossas, mas necessitamos sempre dialogarmos uns com os outros, para que de alguma maneira nos entendamos.
   Anarquista pelas nossas condições de vida, por saber que não necessitamos do governo para que possamos nos desenvolver, anarquista por acreditar em uma sociedade melhor a partir dela mesmo, anarquista em nome da liberdade de expressão, em nome da autogestão, ensinamento mútuo, ação direta.
A literatura também tem uma grande força social, a literatura muda com o tempo, a literatura caminha junto a sociedade, o poeta, a poetisa, assim como os escritores(as), são intelectuais, políticos, capazes de através das palavras fazerem uma revolução, através das escritas levarem para o povo a consciência. Não políticos partidários, e sim de ideias, e ações, organização, base, de estrutura…

 

Por fim:

 

   Como dito antes, agradeço a Academia Otoni (A todos(as) em geral), por poder fazer parte dela, e darei orgulho para a Academia, e levarei o nome da Academia para todos os cantos que eu for, em minhas novas publicações que envolve a literatura em si, abraços a todos, grato, e saudações!
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Um Registro Muito Importante

Encontrei um registro muito importante, datado no dia 17 de março de 2012, registra o dia em que estive no Projeto Fala Escritor, e pude ver uma entrevista que foi feita ao professor Germano Machado. Essa data marca um dos primeiros dias que pisei os pés no Projeto Fala Escritor. Assisti também uma apresentação de uma belíssima cantora, chamada Iara Castro.

Neste dia eu me senti super bem, foi como se eu estivesse em casa, só que um pouco preso, observando cada acontecimento. Ali também pude assistir algumas apresentações de poesia, alguns poetas e escritores se colocando em diversas formas. E por que não o Germano Machado, como membro da Academia de Letras da Bahia, ou quem sabe na Academia se Letras do Brasil? E com certeza, seria muito importante, para a nossa literatura, pelas obras que o Germano Machado tem publicado, pela luta deste mestre, escritor, filosofo… a este criador do CEPA (Círculo de Estudos Pensamento e Ação).

Era o que se discutia em 2012, quem sabe até mesmo em alguns anos atrás.

Valter Bitencourt Júnior

Máquina

O que de fato estamos a vivermos? Na vida sempre encontraremos suspenses, e a cada segundo, em cada minutos, nos transformamos em máquinas, não que sejamos máquinas, mas, ganhamos gestos, formas, nos transformamos em máquinas, em uma era tecnológica.
  A tecnologia em que vivemos, completamente avançada, hoje em dia nos comunicamos a quilômetros de distâncias, por telefone, celular, pela internet, etc, etc, etc.

 

   Andamos correndo, vivemos correndo, mal nos alimentamos, não cuidamos da nossa saúde, os alimentos do mercado nos mata aos poucos, buscamos respirar este ar poluído, pela inconsciência, e ganância humana.
   A política nos matou, o quanto o ser humano pode explorar o outro? O quanto uma pessoas pode querer ganhar em cima do outro, “montar”? E fica o grito, sem voz da sociedade, que se esconde por entre gelo (a nossa sociedade tem medo).
   Eles querem nos transformarem em máquinas, máquinas, controladas, e manipuladas, induzidas, com consciência matada, sem raciocínio. Nos tornamos máquinas, presos ao trabalho, preso ao capitalismo, preso ao sistema, preso ao estado, máquinas operadas pelos governantes, manobradas pelas constituições, enganadas, mortas. E fica o nosso ser buscando viver, um dia a máquina deixará de ser máquina?

 

   Somos humano? Somos! Somos humanos rotulados, marcados, pelos partidos, pelos comerciais, induzidos. Somos seres humanos necessitados de suprir as nossas necessidades, muitas das vezes numa forma egocêntrica, e outras, numa forma destruidora.
   Nos tornamos ser humano máquinas, ser humano em disputas uns com os outros, vivemos em um duelo.

 

   Mas, somos humanos? Somos, somos humanos necessitados de reflexões, necessitado de estudos, necessitados de desenvolvimento, necessitado de tudo aquilo, que os “seres superiores”, nos querem ocultar…
Valter Bitencourt Júnior

“O que venha a ser o poema (a obra) de Almandrade em nossa atualidade?”

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Acredito que a poesia de Almandrade (Antonio Luiz M. Andrade) atravessou o tempo, a poesia vanguardista, que por sua vez transforma-se em imagem; poesia completamente arquitetada com uma grande maestria.
  Cabe a geração futura, (a geração de hoje também, porque não esta distante de ser analisado, e estudado os poemas de Almandrade, “a juventude”, pequenos poetas tem de beber um pouco da poesia deste poeta, arquiteto, etc), a poesia busca o novo, vive a buscar o novo, porque a poesia transforma-se, e o poeta acompanha toda a transformação, e quem ler os poemas de Almandrade transforma-se, entra na geometria das palavras, viaja no tempo, por entre o compasso.
Ler as poesias de Almandrade é como voar em poemas de poetas como Mario de Andrade, mas numa forma bem ligeira, poemas curtos, que retrata o tempo, é como ler poemas de Leminsk, e buscar o sentido das palavras, e a significação de cada, é como ler poemas de Oswalde de Andrade, e viajar no tempo é como ler poemas de Thiago de Mello, é como ler poemas de Carlos Drummond de Andrade, dentre muitos outros poetas.
  O que questiono e muito com relação aos poetas de nossa atualidade, escritores, etc, é lerem poemas de outros poetas, é acompanharem também a escrita de outros poetas, e principalmente os que estão vivos, não deixando de ler também “os que perambulam em nossa volta”, e vivem sempre a ressuscitarem, sempre a serem homenageado, pelo “legado” que tem deixado.
   Leio os poemas de Almandrade, não só os poema como a imagem, e a obra, e encontro na escrita exatamente a obra, todo o circulo, toda a forma, toda a espessura, e indico para aqueles que buscam escrever lapidar a palavra, até virar um diamante, uma joia rara, para os olhos daqueles que gostam de ler poesia, para aqueles que conhecem as palavras, o crítico tem que ler poemas de Almandrade, tem que ler a nossa geração, e toda a geração passada, para irem se reconhecendo na escrita, mesmo não escrevendo.
   Um dos poemas de Almandrade que vem a chamar muito a minha atenção é este poema: “Precárias formas /escondidas no gelo / para evitar / o predomínio do tempo / sombras sem resposta / o pormenor da voz / pede permissão / para pertencer / à transparência.” Que o poeta seja visto, que a escrita seja lida, que a poesia seja valorizada, com o longo do tempo, que sejamos prestigiadores da escrita, que sejamos poetas leitores, assim como escritor.
Almandrade também tem a sua importância em nossa literatura, e ainda vive vive tanto na escrita quanto em vida, assim como Ferreira Gullar e tantos outros poetas.

 

   Esta foto marca a minha presença na 3ª Bienal da Bahia, no meu lado esquerdo encontra-se uma das obras de Almandrade:
Valter Bitencourt Júnior

Canção do Hierofante, de Elder Carlos dos Santos

Canção do Hierofante, livro da autoria de Elder Carlos dos Santos, com o prefácio do prof Germano Machado, quem escreveu a orelha do livro foi o Ivan de Almeida, livro publicado pela Cogito Editora e a Editoração CEPA, 174 página.

Um livro muito diferente, de muitos livros de poesia que tenho lido, além da poesia o livro nos trás uma história, uma aventura, tanto em prosa quanto em poesia, com descrição, com verso, com quebra de versos, mas sempre trazendo algumas rimas. A sensação ao ler cada palavra é de estar lendo enigmas, e de fato é o que o livro Canção do Hierofante, nos trás, mistério, encanto, beleza, fantasia.

Elírio (uma das personagens do livro – personagem principal), para mim é como o Pequeno Princípe, de Antoine de Saint-Exupéry, um livro com uma grande beleza, e que ao mesmo tempo nos fornece uma grande carga poética, onde a personagem viaja, na busca de alcançar o objetivo, quem sabe de proteger ou de salvar o lugar onde vive, de descobrir o novo, de ganhar sabedoria, a partir de cada acontecimento. A natureza encontra-se presente no livro Canção do Hierofante, a natureza e seus elementos, terra, fogo, água, ar, a natureza e o seu ciclo, encontra-se presente em cada palavra do livro, os oroxás, as deusas mitológicas. Elder consegue unir ambos numa forma incrível, assim tornando o livro mais atraente, envolvente, levando ao leitor a curiosidade, a vontade de seguir em frente, e também se tornar um aventureiro a partir de cada página do livro.

Canção do Hierofante, se divide em IX partes, na primeira parte, muito tenho me encantado com a poesia “Mãe – Terra”, “(…) Em seu ventre me gerou / Deu-me o ponto de partida / Agradeço à mulher / Que aceitou me dar a vida (…)”, a profundidade dessa poesia é gigantesca, “(…) Desde quando nem me lembro / Sua mão é que me guia / Conforto na hora do medo / E calor na noite fria (…)”. E o agradecimento pelo cuidado, por tudo “(…) Agradeço pelo cuidado / Pelo olhar que se importa / Pela mão que enxuga a lágrima / Pelo colo que conforta (…).” A passagem dd cada poesia é como se fosse um enigma, a forma que a poesia ganha a rima, a forma que a poesia é traçada, cada ritmo e musicalidade. E dentro do livro uma história, em poesia, em prosa, muitas das vezes como se fosse um conto.

De todas as ajudas que o Elírio teve, de fato ele foi um guerreiro, não desistiu, por mais que o caminho ia se dificultando, ele não desistiu, conseguiu tirar forças, conseguiu se recompor, conseguiu fazer uso das palavras, teve as palavras como uma arma, e foi um guerreiro grato, e cada poesia um presente, um agradecimento, uma forma de compartilhar o que tem, o emprego das palavras.

O Elírio nasceu, viveu, e renasceu, renasceu como um Hierofante, um guerreiro, e o livro de fato emociona, encanta “(…) Acorda Hierofante! / Chama as deusas pra dançar / Porque a vida está lá fora / Convidando-lhe a chegar // Acorda Hierofante! / Toma as rédeas do destino / Com o saber do ancião / Com a inocência do menino(…).

A apreciação, a busca da força a partir de cada elemento da natureza, quem sabe um “Avatar”, “(…) Que eu seja forte como a terra / Sempre absoluto e acolhedora / Que eu seja forte como a terra, / Sempre terna e sempre mansa / Que eu seja forte como a terra / Com a pujança de um terremoto / E a paz de um campo de lírio (…)”, e assim foi escrito também a Canção do Fogo, a Canção da Água, a Canção do Ar, e até mesmo a Canção do Hierofante, e a sensação não é apenas de um enigma, como também de um ritual.

Valter Bitencourt Júnior

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August Rush O Som do Coração – Diretor Kirsten Sheridan

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O Filme O Som do Coração, filme dirigido por Kirsten Sheridan, fez com que eu reflita,e perceba o quanto a vida é importante, e que cada ser humano tem um destino, e cada ação que fazemos esta ligado a vida que vivemos.
    Todo ser humano nasce com um dom, alguns como dom de ser musico,artista plasta, escritor, poeta, ser um artista, alguns nasceram como dom de ser médico, de ser professor, ou quem sabe operário, todos buscam chegar a um objetivo, ambos tem a sua meta, e cada um segue o seu caminho.
   Imaginar uma criança que foi colocada num orfanato, não sabe quem são os pais, não recebe visita, criança que busca encontrar os país, que tem o sonho de “ser encontrado”, pensou que não essa criança ouve sons, gosta de ouvir o barulho de cada coisa que encontra-se por sua volta, não sabe deforma maneira que seus pais são músicos, tocam instrumento, cantam… Não entrarei diretamente na história do filme, apenas colocarei alguns pontos, que muito me chamou a atenção, o que também separam um casal, a diferença de ambos, e um pai que não queria de forma maneira ver a filha tão nova ter um filho, acontece uma acidente, Evan Taylor  nasce, e é separado da mãe sem que ela saiba, e a Evan Taylor vai para o orfanato, a mãe recebe a notícia de que a criança não sobreviveu, só depois de anos mais ou menos 11 anos e alguns meses que a mãe descobre que a Evan Taylor esta viva,  em um orfanato.
E a música foi o que uniu os pais, o pequeno saiu do orfanatoseguindo o som que a rua oferecia,seguindo cada barulho, com o telefone de uma das pessoas que falou com ele no orfanato, aquele telefone estava com ele, para que ele ligasse caso necessitasse, e ligou, conseguiu ajuda com um vendedor, e seguindo o som de tudo que fazia barulho na cidade ele acabou perdendo o papel, que voou e foi direcionado para um córrego pelo vento. Evan Taylorencontra uma outra criança que ali estava tocando violão… e assim ele foi para um local onde encontrou outra personagem que iria se aproveitar “pode-se dizer”, do talento dele.
   Através da música que este Evan Taylor que ganhou um nome artístico August Rush pode encontrar-se com os pais, a musica guiou ambos para que possam se encontrarem, como somente assistindo o filme para saber, com certeza essa não foi uma boa narração,mas apenas vendo o filme para poder sentir o que tenho sentido.
   Cada um de nós temos um dom, temos um objetivo,um foco,algo a atingir!

Livro: Visões da Crise

O livro Visões da Crise foi organizado por Adhemar dos Santos Mineiro, Luiz Antônio Elias, César Benjamin e tem como contraponto a CORECON-RJ (Conselho Regional de Economia do Rio de Janeiro), SINDECON-RJ (Sindicato dos Economistas do Rio de Janeiro), IERJ(Instituto dos Economistas do Rio de Janeiro), com projeto gráfico feito por Regina Ferraz, revisão tipográfica feita por Tereza da Rocha, trata-se de uma primeira edição de outubro de 1998, com uma tiragem de 3000 exemplares, foto da capa feita por Pedro Lobo.
   Neste livro trás grandes entrevistas e pensamentos de grandes intelectuais:

 

  • Celso Furtado
  • René Armand Dreifuss
  • Aldo Ferrer
  • Severino Cabral
  • Osvaldo Sunkel
  • Fernando Rezende
  • Samuel Pinheiro Guimarães
  • Milton Santos
  • Carlos Lessa
  • Paulo Nogueira Batista Jr
  • Antônio Barros de Castro
  • Antônio Delfim Netto
  • Tânia Bacelar de Araújo
  • Maria da Conceição Tavares
   Acredito que é um livro muito bom para os dias atuais, principalmente devido a grande quantidade de desemprego que vem tendo no Brasil, devido a “crise”, muitas empregas buscando reduzir custo, assim desempregando muitos trabalhadores, diminuindo o salário, e a criação de leis que buscam vetar direitos trabalhistas.
O livro é apresentado por Adhemar dos Santos Mineiro (Presidente do Corecon-Rj) e Luiz Antônio Elias (Diretor-responsável pelo Jornal dos Economistas).
   O livro trás além da entrevista feita a cada um dos intelectuais, gráficos, e uma abertura falando sobre a graduação de cada um dos entrevistados, trata-se de 199 páginas de total veracidade, onde cada entrevistado coloca a sua visão sobre a crise, assim muitas das vezes comparando o Brasil a outros país, no qual tem conhecido e até mesmo vivido por alguns anos.
Valter Bitencourt Júnior
crise