Resumo de meus estudos de literatura, trovadorismo, barroco, arcadismo, romantismo, parnasianismo, naturalismo, realismo, simbolismo, modernismo

 Trovadorismo ou Quinhentismo, é o nascimento da literatura, que tem como início no séc. XII. O trovadorismo tem como base a escrita pelos trovadores (poetas, e cantada pelos jograis. O interessante é que os jograis cantavam, mas não faziam poesia, assim como os trovadores faziam poesia, mas não cantavam.

 

   A principal escrita dos trovadores é o galego português as poesias, eram feitas e compiladas em “cancioneiras”, que eram uma espécie de coletânea, as principais “cancioneiras” era, a cancioneira da ajuda, cancioneira da vaticana, dentre outras.

 

   As poesias do trovadorismo só era cantadas para o clero e para a nobreza, não era cantada para o povo. Nessa época a priori operava-se o feudalismo. O senhor feudal era o proprietário de uma grande parte das terras, onde trabalhavam camponeses, em busca de muitas das vezes de uma moradia, de uma proteção dos senhores feudais, e pagavam através do trabalho, e da produtividade.
As poesias tinham quatro ‘formas’, eram: poesia de amor, poesia de amizade, poesia de escarnio e poesia de mal dizer. Nas poesia de amor era o homem como um ser inferior a mulher o homem diante os pés das mulheres, que ganhavam soberania, como se fossem deusas, e nunca profanada. Na poesia de amizade, eram homens que faziam poesia como se fossem mulheres, mulheres, que viam os ‘amados’ atravessarem o mar para uma batalha, e não se sabia se retornaria a suas casa, muitas das vezes uma despedida, não tratava se de um relacionamento na forma de escrita, mas por fim trata-se de dois casais, como se fossem amigos. A poesia de escarnio ou poesia de maldizer, eram poemas que satirizavam a nobreza, a sociedade, a política da época, etc, escreviam como uma forma irônica, de tudo o que se passava (na verdade na ironia).

 

   Barroco é mais um renascimento da literatura, o barroco é conhecido como uma pedra irregular, muitos dizem também ser uma fábrica de diamantes que tinha este nome, é uma época de desregramento, de contradições, onde os poetas trabalhavam com uma escrita cheia de oposições, ironias, exagero de figuras de linguagens, palavras, dentre outros. No Brasil tem como surgimento de Gregório de Matos Guerra, considerado ‘o pai da poesia brasileira’, que escreveu poemas de contexto filosófico, religioso, satírico, lírico dentre outros contextos. Nasceu no ano de 1633, na Bahia, e morreu no ano de a 1696, muitos dizem que nasceram um pouco antes dessa data de 1633, e que a data de nascimento de Gregório de Matos Guerra, não condiz, um dos pseudos de Gregório de Matos Guerra, era João, ele tem sido exilado da Bahia para Angola, devido as suas sátiras, que tem dado a ele o apelido de “boca do inferno”. Voltando para a Bahia, Gregório de Matos, não podendo entrar na Bahia foi para recife, onde morreu de uma doença que tem contraído em Angola. Gregório de Matos Guerra é filho de Gergório de Matos um homem abastardo e de Maria das Guerra. Formou-se em advocacia, em Coimbra, na Bahia não se tinha poetas formadas, no Brasil não se tinha poetas formas em seu próprio país, nessa época, ou eles vinham de Portugal, ou eram brasileiros, com formação em Portugal (Coimbra), no barroco temos também Manoel Botelho, que foi um dos poetas da época a ter o primeiro livro impresso em vida (viu ser impresso os próprios livro), ele mesmo traduzia os próprios livros para vários idiomas, Gregório de Matos não viu o seu livre ser publicado, as poesias de gregórios de matos, foram compilado por Vahagem, por isso muitos dizem que as poesias de Gregório de Matos foi um plagiador, porque os poemas dele foram sendo unidas a partir de pessoas que memorizaram as poesias dele, etc. Tinha também o poeta sebastião da Rocha Pita, que tenho lido um pouco mais, e segundo informações ele teve como um grande destaque principalmente na prosa.
Arcadismo foi mais um renascimento assim como o Barroco, onde a poesia saiu do Norte para o Sul do Brasil, Minas Gerais, obtendo assim a exploração do outro, originando a Confidência Mineira. Os poetas dessa época foi Thomas Gonzaga, Claudio Manoel da Costa, Santa Rita Durão, etc. (O Quinhentismo, Barroco e Arcadismo, ficou conhecido no Brasil como ‘Era Clássica’)
Saindo da ‘Era Clássica’, entra-se na ‘Era Nacional’, e surge o Romantismo, onde os poetas buscam uma identidade nacional, buscando assim uma forma de fugir dos ‘traçados de Portugal’, criando o próprio estilo, o introdutor do Romantismo no Brasil foi Gonçalves Magalhães, que tem publicado o livro “saudades”, e a principal poesia do Romantismo foi “Canção do exílio”, de Gonçalves Dias. Houve Três Gerações, a Primeira Geração foi o nacionalismo em busca de uma identidade, o Indianismo, que encontra-se também a obra Iracema, O Guarani, ambos de José de Alencar, dentre outras obras, tanto de José de Alencar como de outros escritores, dessa mesma época (não citados aqui), a Segunda Geração foi o Spleen, onde o poeta expressava a dor, a angustia, etc, na Segunda geração temos Aluísio de Azevedo, Fagundes Varela que chegou mais tarde, e que os poemas marcam o patriotismo, que volta-se a Primeira Geração. A Terceira Geração, foi a visão Condoreira, que foi com o poeta Castro Alves, ‘O poeta dos escravos’.

 

   O Romantismo teve uma grande partida, nessa época do séc. XIII, ocorreu a abertura dos Portos, em 1836, que estava a facilitar o fim da escravidão.

 

O fim do Romantismo, marca o nascimento de ‘três escolas literária’ O Parnasianismo, Naturalismo e Realismo, cada uma das escolas com um estilo diferente, ambas buscando por fim na outra, segundo informações, o realismo e o simbolismo tem vivido juntos por alguns tempo. (preciso estudar mais estas duas escolas literária).

 

   O Modernismo Brasileiro teve como início na Semana de Artes Moderna, nos anos de 1922, iniciando no mês de fevereiro, nos dias de 23, 24, 27, a abertura foi marcada pela apresentação de Mário de Andrade, que tem lido os textos, apresentando o Modernismo que estava a nascer no Brasil, muitas obras com estilos Futuristas, Expressionistas, Dadaístas, Cubista, Surrealista. Muitos chamavam os poetas Modernista de Parnasiano, devido a alguns dos estilos que encontrava se presente. Um dos poetas mais prestigiados da época era Manoel Bandeira, aparecendo depois o Poeta Carlos Drummond de Andrade, tornando um dos maiores poetas modernista brasileiro. Muitos iam somente para vaiarem, amigos, vizinhos, iam para assistirem e vaiarem os artistas, era a ‘moda’, da época. Na abertura também teve o quadro de Anita Malfati, na música teve Vila-Lobos. Tivemos na Segunda Geração Modernista Vinicius de Moraes, Carlos Drummonde de Andrade,, Manoel Bandeira (com novo estilo poético), na Terceira Geração tivemos Jorge Amado, dentre outros.
   O Modernismo foi o início de tudo, foi uma abertura para a ‘Geração Futura’, geração essa que é a nossa atualidade, abrindo espaço para a poesia concreta, poesia praxe, poesia marginal, poesia da Geração de 45, e de outras Gerações, que também tem sido a geração do poeta Carlos Drummond de Andrade, com a publicação do livro Sentimento do Mundo, e Rosa do Povo, obtivemos não só grande poetas como grandes escritores, como Clarisse Lispector, que apesar de não ter nascido no Brasil, tornou-se ‘brasileira de coração’, Graciliano Ramos, Lima Barreto, Jorge Amado, Euclides da Cunha, e tantos outros escritores. E a nossa contemporaneidade tem que conhecerem estas histórias, que não deixa de serem fundamental para a nossa literatura que a cada dia parece se tornar escarça, mas que vive a nascerem poetas e escritores, em busca de ganhos, tornando assim a escrita vulgar, que fortalecemos a escrita, a literatura brasileira, e sigamos adiante, estudando, lendo, aprendendo, escrevendo, etc.

 

OBS: Este textos baseasse, de leitura de vários livros que venho lendo, não só livro como revista, jornal, etc. Tirando assim as minhas conclusões, este texto não esta isento de conter erro, que pode ser reparado, e modificado ao longo do tempo, ele foi criado no dia 11/09/2013, busquei manter como o original na melhor forma possível. O meu interesse quando estava a escrever foi de registrar os meus estudos, que estava a fazer não só na escola, como fora da escola, a partir do curso 200 Anos de Poesia, administrado pelo poeta Douglas de Almeida que venho também a buscar a estudar mais ainda sobre a literatura, isso não quer dizer que não vinha estudando antes, e buscando me aperfeiçoar na escrita, baseado nestes estudos, que tenho buscado criar um grupo e leitura, de estudos com adolescentes, do bairro, em escola pública, e biblioteca comunitário do bairro, formando assim quem sabe novos poetas e poetisas, e quem sabe até mesmo escritores, e leitores de nossa literatura, apreciadores da escrita, que gosta de sempre estarem acompanhando trabalhos de nossos grandes mestres passados, presentes, “e futuros”.
Valter Bitencourt Júnior
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