Preservar o meio ambiente da Valéria e demais bairro, um dedo de prosa, e mais observações…

A Valéria é um dos bairros que ainda pode ser encontrado uma boa área ambiental, que muitas empresas por sua vez deve (não colocarei deveria) respeitar e preservar, muitas empresas que vem de fora que sequer conhece a história do bairro acredita que tem o direito de chegar e desmatar, sem mais e nem menos, assim se instalando no bairro e gerando emprego para pessoas que não mora no bairro, fiz aquele famoso rolezinho pelo DERBA, e observei um crime que graças a Deus foi embargado, muitas das árvores que ali voi devastado não vai ser restaurado, o que se ver é um gramado buscando nascer no local, onde foi passado máquinas, ali onde morou diversas espécies de animais, assim como também se encontrava diversas árvores frutífera, e ervas medicinais. Preservar o meio ambiente é uma grande luta, que poucas pessoas que tem consciência ambiental vem fazendo, o mesmo é a Palestina, onde Zé Antônio vem fazendo um belo trabalho comunitário, buscando preservar o Rio Cururipe que passa pela Palestina, organizar o espaço e levar melhorias para o bairro é muito importante, para o bairro da Palestina que necessita de um grande trabalho de saneamento básico, vendo que é um bairro “acidentado”, e o Zé Antônio por vez dele vem buscando dos orgãos púbico melhorias para o bairro. Nesse rolezinho que vim fazendo observei também um belo trabalho que o Antônio Mário vem fazendo, de todas as críticas a fazer, nada melhor que uma boa crítica e construtiva, pois muito se tem de parabenizá-lo, pelo fato de mesmo ter perdido nas eleições ainda continua trabalhando, e o Antônio Mário por vez dele, dirige um ônibus do “Clube Esportivo”, fazendo questão de ajudar a muitos estudantes a se deslocarem pra sua residência, dando carona não apenas pra estudantes como também para mães e pais de família que necessita se deslocar pra outros lugares, pra fazer pagamento de contas, ir para posto médico, etc. (Valter Bitencourt Júnior, Salvador, Bahia, Brasil).

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O curtir… e não comentar…

Curtir é completamente diferente de comentar, hoje em dia podemos sair curtindo tudo que é coisa nas redes sociais, e um curtir nem sempre quer dizer que gostou, ou que de fato é bom, nada melhor que receber um comentário, que venha a trazer uma boa visão crítica e argumentos construtivos, que de fato venha a fazer sentido com a postagem, debater, e aprender, a rede social foi feita pra isso, para trocar ideias, para matar quem sabe uma saudade, para compartilhar bons momentos e muitas das vezes um mal acontecimento em busca de consolo. E o like hoje em dia vem sendo um vício, que muito de nós vem ganhando nas redes sociais, o ego de receber likes, muitas das vezes sem saber de onde vem, se é bom ou não. (Valter Bitencourt Júnior, Salvador, Bahia, Brasil).

O Cálice do Chico

O cálice do chico
Não foi feito pra beber
carrega a censura
De homens fardados no poder.

O cálice do chico
Traz em seu olhar
Uma canção, dá pra ver a tristeza
Que passa em seu coração

O cálice do chico
É um protesto
Um pedido
Mais que humano

“Pai afasta de mim esse cálice”
E a ditadura buscava calar
E já calou diversos artistas
E esse trocadilho de palavras

Dá força a música
Transforma a canção
Em poesia, penetra na mente
De quem raciocina

E busca fazer a revolução
Um cálice, de muitos cálice
Muitos sangues já foram
Jorrados no chão

Até hoje nos querem
Empregar
O cálice, maldito,
Que mete medo na nação.

Um alô ao poeta Geraldo Fiqueiredo

Alô, alô, Geraldo Figueiredo Geraldo Figueiredo Figueiredo (Geraldo Figueiredo), saudações meu nobre, e viva a poesia concreta, a poesia que vira imagens e ganha beleza! Até hoje venho encantando-me com a capa do seu livro, e o estilo de cada poesia, assim como a forma que cada uma foi colocada em cada página…

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Musicas antigas são consideradas cafona

As músicas antigas são consideradas cafonas, por aqueles que não aprecia uma boa letra, como músicas cantadas pelo Fernando Mendes, José Augusto, Lindomar Cardoso, Waldick Soriano, dentre muitos outro. Muitas das músicas antigas, vem sendo super atual, e é o que poucas pessoas observam, algumas adaptadas para a nossa atualidade, aqueles que não estão acostumados a ouvir canções cantadas pelo Erasmo Carlos, muitas das músicas dele também cantada na voz do Roberto Carlos. Mas, milhares de jovens estão com um bom gosto músical, aqueles que reservam o seu tempo pra ouvir músicas cantadas por Cássia Eller, Renato Russo, Raul Seixas, Capital Inicial, dentre outros. E aqueles que ainda escutam um bom regae, ainda muito descriminado em nossa atualidade, Edson Gomes, e tantos outros. Refiro-me a músicas nacionais, diante de Caetano Veloso, Gilberto Gil, a grande interprete Maria Bethânia, Alceu Valença, Vander Lee… grandes cantores que ainda sobrevivem o tempo, e grandes cantoras de alma feminina como Maria Gadú, Adriana Calcanhoto, Ana Carolina, Elis Regina, Vanessa da Mata, dentre muitas outras sobrevive o tempo em suas belas canções, que somente a ignorância e a hipocrisia pode chamar de cafona. (Valter Bitencourt Júnior, Salvador, Bahia, Brasil)

Não podemos ir contra a arte, cultura, fala, escrita…

Não podemos ir contra a arte, porque a arte faz parte da vida humana; não podemos ir contra a cultura, porque a cultura faz parte da vida humana, assim como não podemos ir contra a fala, à escrita, porque é o que temos de melhor, nos vestimos, nos embelezamos e tudo isso faz parte.

Não podemos ir contra os nossos semelhantes temos de saber aceitar as diferenças, e fazer a diferença não quer dizer ser hipócrita, temos de ir contra o preconceito que encontra-se dentro de cada um de nós. Valter Bitencourt Júnior, Salvador, Bahia, Brasil.

Quem sabe?

Quem sabe a gente passe a ver por outros olhos, o Lula não como um ex-presidente e sim como um operário, sindicalista, e pobre, lutando dentro de uma universidade pra “ser alguém na vida”, quem sabe nessa condição ele sequer seja nomeado pra receber quaisquer tipo de título, e sendo nomeado, quem sabe também seja negado, por ser uma pessoa que vem de uma classe “menos favorecida”, já que em épocas passadas muitas universidades fechavam as portas para pessoas “de menos condições de vida”, pra negros (as), e quem sabe gente do candomblé, homossexuais. Escrevo isso, porque sabe-se que muitos intelectuais foram vítimas de preconceito dentro de universidades, muitos mesmo com boas notas foram reprovados pelo fato de ser de pobre e negro, como exemplo temos o Teodoro Sampaio, temos o Milton Santos (onde muitos reitores o trataram muito mal na Universidade Federal da Bahia -UFBA, tanto que Milton Santos foi para São Paulo, e muitos amigos pediam pra ele voltar…), o José Oiticica também foi vítima, assim como muitos outros. Título é nada mais, nada menos que uma forma muitas das vezes perversa para sustentar o ego do ser, que por sua vez sempre quer ser superior ao outro. Bom, é, porque trata-se de um reconhecimento, mas quem dar esse reconhecimento de fato é mérito?

Os estudantes

Estudantes mendigando carona ao motorista de ônibus,
Que fechou a porta na sua cara, e na face do futuro da nação,
Este sequer recebe direito o salário de quem o subordina,
Diz muitos que dar carona a estudantes não é obrigação…
Nas mãos de alguns estudantes, caderno, livros,
Em seus bolsos (parecia vazio)
Quem sabe faltava lápis, caneta, borracha…
Eles tinham uma grande arma, o estudo
Os livros, a ideia, e quem sabe lá na frente
Façam a revolução.

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Falando sobre anarquismo

Ricardo Líper “falando sobre anarquismo”, no O Inimigo do Rei, em 1987, “Por que somos anarquista”, “O que somos e o que queremos”, e o melhor de tudo, que o jornal foi presenteado-me pelo camarada Antônio Fernandes Mendes, que o tinha como um grande amigo, de correspondência…

 

Convite

Luiz Antonio Cardoso agradeço-o convite para ser membro correspondente da ARLAC – ACADEMIA ROTARY DE LETRAS, ARTES E CULTURA, mas no momento recuso-me a fazer parte de outras academias, pelo fato de que preciso ainda me desenvolver mais, principalmente na escrita. Sou membro correspondente da Academia de Letras de Teófilo Otoni e da Confraria Artística e Poetas Pela Paz (CAPPAZ), vi ser um grande passo para quem estava se dedicando com assiduidade às palavras, não que hoje não esteja, mesmo assim sinto falta de algo, que preciso retornar ou encontrar na escrita, ou quem sabe na leitura. (Valter Bitencourt Júnior, Salvador, Bahia, Brasil)199