Não podemos ir contra a arte, cultura, fala, escrita…


Não podemos ir contra a arte, porque a arte faz parte da vida humana; não podemos ir contra a cultura, porque a cultura faz parte da vida humana, assim como não podemos ir contra a fala, à escrita, porque é o que temos de melhor, nos vestimos, nos embelezamos e tudo isso faz parte.

Não podemos ir contra os nossos semelhantes temos de saber aceitar as diferenças, e fazer a diferença não quer dizer ser hipócrita, temos de ir contra o preconceito que encontra-se dentro de cada um de nós. Valter Bitencourt Júnior, Salvador, Bahia, Brasil.

Quem sabe?


Quem sabe a gente passe a ver por outros olhos, o Lula não como um ex-presidente e sim como um operário, sindicalista, e pobre, lutando dentro de uma universidade pra “ser alguém na vida”, quem sabe nessa condição ele sequer seja nomeado pra receber quaisquer tipo de título, e sendo nomeado, quem sabe também seja negado, por ser uma pessoa que vem de uma classe “menos favorecida”, já que em épocas passadas muitas universidades fechavam as portas para pessoas “de menos condições de vida”, pra negros (as), e quem sabe gente do candomblé, homossexuais. Escrevo isso, porque sabe-se que muitos intelectuais foram vítimas de preconceito dentro de universidades, muitos mesmo com boas notas foram reprovados pelo fato de ser de pobre e negro, como exemplo temos o Teodoro Sampaio, temos o Milton Santos (onde muitos reitores o trataram muito mal na Universidade Federal da Bahia -UFBA, tanto que Milton Santos foi para São Paulo, e muitos amigos pediam pra ele voltar…), o José Oiticica também foi vítima, assim como muitos outros. Título é nada mais, nada menos que uma forma muitas das vezes perversa para sustentar o ego do ser, que por sua vez sempre quer ser superior ao outro. Bom, é, porque trata-se de um reconhecimento, mas quem dar esse reconhecimento de fato é mérito?

Os estudantes


Estudantes mendigando carona ao motorista de ônibus,
Que fechou a porta na sua cara, e na face do futuro da nação,
Este sequer recebe direito o salário de quem o subordina,
Diz muitos que dar carona a estudantes não é obrigação…
Nas mãos de alguns estudantes, caderno, livros,
Em seus bolsos (parecia vazio)
Quem sabe faltava lápis, caneta, borracha…
Eles tinham uma grande arma, o estudo
Os livros, a ideia, e quem sabe lá na frente
Façam a revolução.

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Falando sobre anarquismo


Ricardo Líper “falando sobre anarquismo”, no O Inimigo do Rei, em 1987, “Por que somos anarquista”, “O que somos e o que queremos”, e o melhor de tudo, que o jornal foi presenteado-me pelo camarada Antônio Fernandes Mendes, que o tinha como um grande amigo, de correspondência…

 

Convite


Luiz Antonio Cardoso agradeço-o convite para ser membro correspondente da ARLAC – ACADEMIA ROTARY DE LETRAS, ARTES E CULTURA, mas no momento recuso-me a fazer parte de outras academias, pelo fato de que preciso ainda me desenvolver mais, principalmente na escrita. Sou membro correspondente da Academia de Letras de Teófilo Otoni e da Confraria Artística e Poetas Pela Paz (CAPPAZ), vi ser um grande passo para quem estava se dedicando com assiduidade às palavras, não que hoje não esteja, mesmo assim sinto falta de algo, que preciso retornar ou encontrar na escrita, ou quem sabe na leitura. (Valter Bitencourt Júnior, Salvador, Bahia, Brasil)199

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