Uma Pequena Crônica: Em Maracujá/BA


   Pensei, será que público algo sobre a viajem? Quando acordei super cedo, mais ou menos duas horas da madrugada, para viajar pra Serrolândia/BA, foi algo super diferente, no sentido de que estava muito querendo fazer essa viajem.

   Nada pior do que você fazer algo que não tem vontade alguma, principalmente quando se trata de uma viajem, que vai levar mais ou menos 5 à 6 horas, pra chegar. E quarta-feira passada, estava disposto a fazer essa viajem, junto com meus pais, irmã, padrinhos e uma das minhas tias, passamos pelos pedágios, Amélia Rodrigues, mais adiante Riachão, Gavião, Capim Grosso, Cova do Anjo, Alto do Capim, Maracujá.

Saindo da Valéria/BA para Maracujá/BA
Saindo da Valéria/BA para Maracujá/BA.

   Uma das coisas que eu gosto e muito é da feira, pelo fato de que, na feira eu vejo uma interação muito legal, quando uma pessoa compra algo, e muitas das vezes pede que abaixe o preço, e também quanto a passagem do troco, onde todos os vendedores colaboram um com o outro, assim fazendo a troca de capital. Isso já na quinta-feira, o pessoal resolveu fazer uma fogueira, e assim se reunir, o que também é bom, para até mesmo nos sentir em um ambiente agradável, onde sabemos que o clima aqui em junho é um pouco frio.

Feira de Quixabeira/BA
Feira de Quixabeira/BA.

   E também uma curiosidade, ficamos num povoado chamado Maracujá/BA, onde a sua cidade principal é Serrolândia, um povoado pequeno, que se torna grande pela humildade do seu povo, sempre sorridente, e que não fecham os braços para quem chega, os braços sempre estão abertos para às visitas.

 

Valter Bitencourt Júnior
Valter Bitencourt Júnior, Maracujá/BA.

    Muitas das vezes quando vinha pra cá (Maracujá/BA), meus amigos e amigas perguntavam, vai pra onde no São João? Ou até mesmo quando era o fim de ano, vai pra onde no ano novo? Respondia vou para o Maracujá/BA, onde fica, próximo a Serrolândia, Gavião, Alto do Capim, Várzea do Poço…

   Na sexta-feira, fomos catar andú, na roça de uma das minhas tias (Júlia), acredito que é uma boa distração, e nada melhor do que a roça, quando de fato estamos afim de ir pra um lugar calmo.

Publicado por Valter Bitencourt Júnior

Valter Bitencourt Júnior, nasceu em Salvador, Bahia, Brasil, em 25 de junho de 1994, é anarquista, poeta e escritor brasileiro.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

%d blogueiros gostam disto: