Ele Não, Ele Jamais, Ele Nunca

   A luta continua, foram anos e anos de luta para que alguns direitos trabalhistas fossem aceitos, e a luta continua, porque todo trabalhador tem de ser reconhecido pelo seu trabalho, pelo direito de alimentação, transporte, 8h de trabalho por dia, pelo direito ao descanso, pelo direito do décimo terceiro.
   Que lutemos contra todos aqueles que querem acabar com os nossos direitos, que continuemos lutando por mais direitos e reconhecimento do nosso suor de cada dia. Hoje são mais de 12 milhões de pessoas desempregadas, que lutemos por cursos profissionalizantes, que de fato insira os jovens no mercado de trabalho, que todo senhor e senhora de idade tenha o direito a aposentadoria, e que possam desfrutar da aposentadoria o máximo possível.
   Não a ditadura militar, não a censura, não a tortura, ao assassinato de pessoas. Queremos mais investimentos na instrução pública, na saúde pública, mais infraestrutura e saneamento básico. Estão exterminando as nossas crianças e jovens, que lutemos por um futuro melhor.
   Que respeitem as mulheres, não ao feminicídio, não ao machismo, que todos tenham o direito de escolher o seu parceiro ou parceira, não a homofobia, não a xenofobia, não ao preconceito, não ao racismo.
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Sobre a Poesia Natureza

   Estava lendo o livro de Soneto, de Goethe, quando veio na mente algumas palavras, a natureza circulava por minha volta, a sensualidade, o ritmo… Bem que poderia escrever um soneto, mas por minha vez escrevi algumas quadras, assim foi originado  a poesia “Natureza”, uma das minhas poesias que venho divulgando bastante nas redes  sociais:

Serpenteia o meu corpo no teu
Como o rio na rocha a germinar.
Mundo perdido no ciclo,
Estrelas que some do mar…

Teu corpo traçado no meu,
Tua fragrância, o meu luar.
Meu aroma suado no teu
E os lírios no vento a gozar.

Minha alma em ti,
E a tua além mar
Ais que se romperam
Os meus olhos a rogar!

A natura que Deus nos deu
Vezo todo a sonhar!
Flores que já nasceram
Rosa de tristezas no ar!

   A importância da leitura, consiste na nova criação, é o despertar da criatividade. A poesia tem disso, o poeta tem de muitas das vezes se inspirar, para compor as suas escritas.

Desvario

O amor vermelho
Tem muitos segredos
E o pássaro preto a voar
Nuvens brancas e azuis
Casas pintadas de luz
Eis a vida não há quem diga
Que beleza flutua meu bem
Algodão voando
Quero aprender a ler
Os segredos do destino
O cão vadio
E não há regras
Pra quem ama
E coração preso
Quer ser solto
Como um pavio
Não pega fogo
Quando assobia
O tempo marcha
Em outras direções.
No baile
Na regra
Um mundo na régua
Conserva
A lei
Quem manda
É feroz
E perde-se a palavra
Quem dizer a verdade
Será expulso do paraíso
E viverá na terra
Pra toda vida.

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Valter Bitencourt Júnior Entrevistado Pelo Jornalista Valdeck Almeida de Jesus

Valter Bitencourt Júnior, entrevistado pelo jornalista, Valdeck Almeida de Jesus, no dia, 4 de Setembro de 2017, via, e-mail:

Nome completo e nome que usa como artista da palavra…

Meu nome é Valter Bitencourt Júnior, faço uso do meu próprio nome como artista, tenho feito uso do pseudônimo Jkl, assim variando Jotakaele… mas não segui fazendo uso deste pseudônimo.

Desde quando escreve, que temática prevalece?

Escrevo desde quando fui descoberto como poeta, e 2009, na Escola Estadual Nossa Senhora de Fátima, estavam convocando os alunos para participar do FACE (Festival Anual da Canção Estudantil), onde alguns iam compor suas canções e concorrer à prêmios, e também teve o TAL (Tempo de Artes Literária) e eu por minha vez participei do TAL, escrevendo a minha primeira poesia “Onde está o teu corpo”, poesia lida pela professora de língua portuguesa Sandra Zaira, que logo disse que tenho o dom da escrita, pois escrevi um belo poema e tem o traçado das poesias do poeta Carlos Drummond de Andrade, no dia que aconteceu o Tal, não fui concorrer, não sei se por vergonha de comparecer ao público, ou por não ter contido a minha ansiedade. Somente no ano de 2010 que apresentei, só que outra poesia chanada “Destino”, não fui um dos ganhadores do TAL, em 2011, passei a estudar no Colégio Estadual Dinah Gonçalves, cobrei na direção o Face (Festival Anual da Canção Estudantil) e o TAL (Tempo de Artes Literária”, se não me engano apresentei a poesia “Coração de Pedra”, ganhei no segundo lugar, em 2012, apresentei a poesia “Onde está o teu corpo”, a poesia que não tinha apresentado na Escola Estadual Nossa Senhora de Fátima, ganhei no primeiro lugar. Em minhas poesias discorro de vários temas, faço livre de versos brancos e livres (raramente faço uso de rimas, e não sou muito de obedecer a métrica).

O que pretende com a poesia?

Vejo a poesia como uma forma de conscientizar a sociedade, pretendo levar as palavras ao alcance de todos sem restrição, a poesia como uma forma de manifestação, como uma forma de protesto e também denúncia social, política… Ainda tenho muito a aprender, tenho de participar de mais oficinas literárias, e cursos de poesia.

A poesia é o que pra você? Quais recursos você utiliza no texto, na composição, com que intenção?

A poesia é tudo aquilo que tem por capacidade de transmitir um determinado sentimeto, pode ser encontrada em uma escrita, num desenho, numa pintura, nos elementos da natureza; existe uma diferença entre poesia e poema, a poesia como já tenho escrito, é tudo aquilo que tem por capacidade de transmitir um determinado sentimento, o poema por sua vez é o que compõe a obra de um poeta, ou a obra em si. Gosto de muitas das vezes de brincar com as palavras, faço uso de diversas figuras de línguagens e de som, não obedeço a métrica e raramente faço uso de rimas (como já tenho dito), muitas das vezes coloco um pouco de humor na poesia e coloco uma mensagem no final da poesia, para que a pessoa sinta, reflita o poema. Mas, mesmo sabendo que a minha contemporaneidade não vem fazendo uso de rima, tenho uma certa preocupação, para que a minha poesia não venha a ser apenas um texto, por isso que faço uso de figuras de línguagens e de som, coloco ritmo, e busco ao mesmo tempo sintonizar as palavras, para que a poesia por sua vez venha a ter um determinado valor literário, até porque eu sei que se pegar um texto e quebrar em forma de poesia, esse texto não será uma poesia, mesmo que ele venha a ter formato de poesia.

Além de poesia, que outra ou outras linguagens artísticas você usa como expressão?

Venho buscando escrever algumas prosas, muitas das vezes escrevo o que se passa no cotidiano (componho algumas crônicas), faço algumas críticas à própria literatura, crio alguns esboços, artigos… Vou publicar o meu segundo livro, penso em publicar através do site Amazon, sobre Antônio Fernandes Mendes, cearense, nascido em 1936, sofreu a seca do ceará e passou pela ditadura militar tendo de se refugiar para o sul do Brasil e depois foi descendo pro nordeste parando aqui na Bahia, onde faleceu em 2015.

Poesia rima com família? Por quê? Se não rima, por quê? O que é família pra você, além daquela formada por pai e mãe…?

Família é um tudo que um ser humano pode ter na vida, posso rimar a palavra família com a palavra amor, assim como o Drummond não rima a palavra sono com a palavra outono, ele rima com a palavra carne ou qualquer outra porque todas o convém… à palavra por sua vez é livre, e nem sempre é necessário rimar pra se fazer poesia, a família é algo livre, à gente que ama a nossa família se sente livre com ela, e a tem como um tudo. Quando se destrói uma família se destrói uma vida inteira…

Tem textos publicados em livro, livreto, antologia, livro solo, site, blog? Pode citar?
Você usa Facebook e redes socais como você pra expor teus trabalhos?

Tenho texto publicados em livro, nesse ano de 2017, publiquei através do site Clube de Autores o livro “Toque de Acalanto. Já publiquei em antologias, no Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus, hoje conhecido como Prêmio Literário Galinha Pulando, organizado pelo Valdeck Almeida de Jesus; O Diferencial da Favela, organizado pelo Sandro Sussuarana; Eldourado, organizado pela Celeiro de Escritores; Antologia Internacional Espaço do Poeta, organizado pelo Portal Jorge Guedes; tenho poesias publicadas em antologias organizadas pelo Alfred Asís; tenho publicado na revista n° 8, da Revista Omnira; tenho publicado na Revista Literária Café Com Letra, organizado pela Academia de Letras de Teófilo Otoni, tenho poesias em diversos sites que reune poetas e escritores de diversas partes do país, faço parte de sites da espanha, portugal, angola… tenho meus próprios sites e blogs, faço uso de redes sociais, Facebook, Twitter… Tenho a minha biografia no Dicionário de Escritores Contemporâneo da Bahia, organizado por Carlos Souza Yehua.

Deixe um resumo sobre você e um poema.

Valter Bitencourt Júnior, 25 de junho de 1994, Salvador, Bahia, Brasil, poeta e escritor, membro correspondente da Academia de Letras de Teófilo Otoni e da Confraria Artística e Poetas Pela Paz (CAPPAZ), ex-secretário da Ordem dos Poetas do Brasil, tem a biografia no Dicionário de Escritores contemporâneo da Bahia, organizada por Carlos Souza Yeshua. Tem poesia publicada na Antologia Valdeck Almeida de Jesus – 2013, Editora Galinha Pulando, tem poesia na Antologia Diferencial da Favela, 2014, organizada por Sandro Sussuarana, tem poesia na Antologia Eldorado, 2014, organizada pela Celeiro de Escritores, tem poesia na Antologia Internacional Espaço do Poeta, 2015, organizado pelo Portal Jorge Guedes, Editora J.A. Torres, faz parte do site Recanto das Letras, Pensador, Lusos Poemas, Beco dos Poetas, Literart, dentre outros.

Desvario

O amor vermelho
Tem muitos segredos
E o pássaro preto a voar
Nuvens brancas e azuis
Casas pintadas de luz
Eis a vida não há quem diga
Que beleza flutua meu bem
Algodão voando
Quero aprender a ler
Os segredos do destino
O cão vadio
E não há regras
Pra quem ama
E coração preso
Quer ser solto
Como um pavio
Não pega fogo
Quando assobia
O tempo marcha
Em outras direções.
No baile
Na regra
Um mundo na régua
Conserva
A lei
Quem manda
É feroz
E perde-se a palavra
Quem dizer a verdade
Será expulso do paraíso
E viverá na terra
Pra toda vida.

Valter Bitencourt Júnior

Tem algum texto gravado em vídeo?

https://tvuol.uol.com.br/video/vicios-monologo-a-procura-04020C98386AE4C14326

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Parabéns para o Escritor Antônio Torres

   Hoje, 13 de setembro, o escritor baiano, Antônio Torres, está fazendo 78 anos de vida. Um dos nossos grandes autores baiano e brasileiro, que muito tem contribuido para a literatura brasileira. Nasceu em 13 de setembro de 1940, no Junco, local hoje conhecido como Sátiro Dias, seu livro de estreia foi, “O Cão Uivando Para a Lua”, publicado em 1972.

    O primeiro livro da autoria do Antônio Torres, que eu ganhei, foi o livro, “Essa Terra”, livro publicado inicialmente em 2001, ganhei de uma de minhas primas chamada Tassiane, o pai dela tinha trazido do trabalho para ela, pois no local que ele trabalha, tem pessoas de condições que acostumam a jogarem livros fora ou dar para outras pessoas, para quem sabe diminuir o espaço, ou por diversas outras questões pessoais.

Livro "Essa Terra", autoria de Antônio Torres

Livro “Essa Terra”, autoria de Antônio Torres, livro que ganhei da minha prima Tassiane.

   Em 2014, eu tive a felicidade de ganhar o livro essa terra (a sua mais nova edição), através do próprio autor, autografado por ele mesmo, que escreveu:

Para Valter Bitencourt Júnior, meu conterrâneo, com amizade.

(20/1/2014)

Nova edição do livro "Essa Terra", da autoria de Antônio Torres

Nova edição do livro “Essa Terra”, da autoria de Antônio Torres, livro que ganhei autografado por ele.

 

Autografo do mestre Antônio Torres, dedicatória feita no livro "Essa Terra"

Autografo do mestre Antônio Torres, no livro “Essa Terra”: Para Valter Bitencourt Júnior, meu conterrâneo, com amizade.  (20/1/2014)

 

 

Cartas ao Presidente

   Cartas ao Presidente, trata-se de um livro organizado pelo jornalista, Carlos Souza Yeshua, reunindo escritas de diversos escritores, que abordam assuntos importantes para o país. Fazendo assim críticas, e sugestões para as devidas melhorias.

   Acredito que vem sendo um grande trabalho, que marca o tempo atual, e de suma importância para os tempos vindouros. Neste livro contem duas escritas minhas, falando sobre o que vem se passando, sobre a crise, a violência, e até mesmo algumas críticas ao governo atual.