Discorrendo Sobre o Proibido

   Muitos pais passam maior parte do dia-a-dia, ensinando o filho a ser homem e a filha a ser mulher, eles não ensinam o filho e a filha a serem crianças, até uma determinada idade. Se para muitos a criança não tem idade para escolher a sua opção sexual, uma coisa tem que saber, que a criança é curiosa, e ela vai querer tirar muitas dúvidas, e se você não tem a maturidade de explicar ao seu filho ou filha, alguém vai passar na sua frente para explicar, e ai que se encontra o perigo.

    Para quem condena a literatura, um livro perfeito que deve ser lido,  quando se é abordado essa questão, é o livro “Clara dos Anjos”, da autoria de Lima Barreto, para que as pessoas saibam da importância de falar sobre sexo, que as crianças saibam o nome correto de cada parte do seu corpo, antes de saberem da forma vulgar o significado de cada uma, na pre-adolescência, na  puberdade, que elas também sejam livres para conhecer o que é a puberdade, e um dos principais diálogos que tem de surgir deve partir dos pais para o filho ou filha, uma questão que não deve ser proibida de ser discutida em sala de aula. E no livro “Clara dos Anjos”, vemos o que venha a ser a conquista, o oportunismo, o desamparo, abandono, e o sentimento de culpa de ter escondido muito, e ser tarde demais e o que restou ali, foi, nada mais nada menos que a aceitação, mas se você quer saber o quê estou falando, vai saber ao ler o livro Clara dos Anjos, do início ao fim.

    Tem que conscientizar a importância de usar o preservativo para prevenir doenças sexuais e gravidez indesejada, e é o que tem de ser abordado também, sobre os tipos de doenças sexuais que podem serem trasmitidos ao ser que prática sexo sem fazer uso do preservativo, e discutir também sobre a gravidez indesejada, para muitos é algo que não existe – existe para quem teve uma (claro).

    É mais que necessário discutir sobre o aborto, a importância de abortar ou não, discorrer sobre o homossexualismo, não é incentivar que as pessoas se tornem homossexuais para mostrar que não tem preconceito algum, muito pelo contrário é conscientizar para que haja respeito, lutar contra o machismo, e isso tem de começar desde cedo, para que o homem respeite as mulheres e as mulheres respeitem o homem, principalmente na união de ambos.

   Enquanto a gente vai contra a tudo isso, abrimos espaço para a ignorância, para a hipocrisia, o descaso, o abandono, para o discurso de ódio e até mesmo para a morte.

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3 comentários sobre “Discorrendo Sobre o Proibido

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