Mastodon?

Pela manhã eu vi uma publicação de Denise Tremura (Detremura), no Twitter, convidando os amigos e amigas dela para fazer parte de uma rede social chamada “Mastodon”, na minha curiosidade eu acessei o link e resolvi me associar a essa rede.


Pela manhã eu vi uma publicação de Denise Tremura (Detremura), no Twitter, convidando os amigos e amigas dela para fazer parte de uma rede social chamada “Mastodon”, na minha curiosidade eu acessei o link e resolvi me associar a essa rede.

Criar a conta foi fácil, eu criei o nome de usuário, coloquei o meu e-mail e criei uma senha, em seguida eu recebi o comunicado de que eu tenho de acessar o e-mail e confirmar o registro, assim fiz.

O Mastodon é parecido com o Twitter, mas percebo que ainda tem muito a melhorar e para isso, quem sabe dependa de que outros usuários utilizem e dêem novas sugestão. Eu por minha vez tentei fazer “verificação de duas etapas”, fazendo uso do meu número de celular, mas o site ainda não oferece essa função, a verificação em duas etapas pode ser feita apenas através de um aplicativo de autenticação instalado no aparelho celular (ou tablet, computador).

Eu tentei incluir o meu site na rede, não consegui. Fiquei um pouco mais curioso e baixei o app, na hora de acessar passei mais uma dificuldade, não tenho como acessar através do e-mail, muito menos fazendo uso apenas do nome do usuário, para acessar eu tive que ir atrás do @ que inclui o meu nome de usuário e mais algumas informações do Mastodon.

Pelo o que eu vejo, só nessas pequenas questões, o Mastodon ainda tem muito pela frente para poder competir com o Twitter e as demais reses sociais!

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Bullying mata!

Como imaginar uma criança pedindo uma corda para se matar pelo fato de está sofrendo bullying na escola? É muito difícil ver uma situação dessa e não se chocar, estou chocado com tudo isso! Esse caso vem circulando pelas redes sociais e foi filmado pela própria mãe do garoto, segundo informação ela é australiana e se chama Yarraka Bayles. 


Como imaginar uma criança pedindo uma corda para se matar pelo fato de está sofrendo bullying na escola? É muito difícil ver uma situação dessa e não se chocar, estou chocado com tudo isso! Esse caso vem circulando pelas redes sociais e foi filmado pela própria mãe do garoto, segundo informação ela é australiana e se chama Yarraka Bayles.

Fico imaginando o quanto essa mãe tem sofrido por dentro ao ver o filho nessa situação, pois uma criança com 9 anos de idade, que muito tem pela frente, sofrendo a ponto de querer se matar com uma corda, ah, ele não pediu apenas uma corda, queria também uma faca para esfaquear o próprio coração. O nome dele é Quaden Bayles, e sofre de nanismo.

É necessário um trabalho de conscientização, o bullying mata, mexe com o psicólogo do ser, quanto a mente humana? A mente humana é quase um nada. É necessário discutir sobre o bullying dentro de casa, nas escolas, fazer trabalhos que venha a unir os estudantes mais e mais, assim o preparando para o “futuro”.

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Lançamento e Autógrafo: O Homem Que Aprendeu o Brasil (A Vida de Paulo Rónai) – Ana Cecília Impellizieri Martins

Lançamento e Autógrafo: O Homem Que Aprendeu o Brasil (A Vida de Paulo Rónai) – Ana Cecília Impellizieri Martins


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Raull Santiago é Mais Uma Prova do Que Vem Se Passando Em Nosso País

Eu estou super pensativo, momento bom para escrever, vi uma publicação desde cedo de um ativista chamado Raull Santiago, ele foi preso no Rio de Janeiro ao fazer uma live na Avenida Brasil, denunciando uma ação violenta feita por alguns militares que estavam abordando algumas pessoas, na live ele descreve “”SOS, policiais do choque altamente violentos nos pararam no meio da Av. Brasil. Estão sufocando Thiaguinho e Ricardo, apontaram fuzil para nós”, tudo isso aconteceu ontem, no dia do aniversário dele.


Eu estou super pensativo, momento bom para escrever, vi uma publicação desde cedo de um ativista chamado Raull Santiago, ele foi preso no Rio de Janeiro ao fazer uma live na Avenida Brasil, denunciando uma ação violenta feita por alguns militares que estavam abordando algumas pessoas, na live ele descreve “”SOS, policiais do choque altamente violentos nos pararam no meio da Av. Brasil. Estão sufocando Thiaguinho e Ricardo, apontaram fuzil para nós”, tudo isso aconteceu ontem, no dia do aniversário dele.

Lembrei de uma escrita de Adriano Espínola, publicado no livro “Meu querido canibal”, autoria de Antônio Torres, pág 149, 5° Edição, 2004, Record Editora. Adriano Espínola escreveu:

Avenida Brasil

Atenção, devagar:
assalto a mão armada
a 100m.

Atenção, não olhe:
espancamento e estupro
a 200m.

Atenção, não se abale:
assassinato e roubo
há 500 anos.

Adriano Espínola
(“O lote clandestino”)

Logo, eu fico imaginando, que hoje em dia a sociedade se encontra refém dos militares também, não apenas dos “bandidos”; a cada dia está ficando mais ainda visível o abuso de poder das autoridades que diz nos defender.

A sociedade é marginalizada pelo Estado e por parte dela mesma, ainda existe o preconceito em nosso país, também temos uma polícia pobre e subordinada pelo Estado para se achar no direito de humilhar pobre. Temos também uma polícia negra, que mora em bairro periférico subordinada pelo Estado para se sentir no direito de descriminar pessoas negra, pobre e moradora de bairro periférico – uma espécie de “capitão do mato”.

Não podemos ficar calado, diante ao abuso de poder das autoridades, temos que denunciar, lutar pelos nossos direitos quanto cidadão contribuinte do Estado, temos que nos unir quanto sociedade e não permitir ações autoritárias que visa nos oprimir e nos marginalizar.

 

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