A casa deixou de existir não havia mais a biblioteca, o cineclube, a área ambiental (mal havia árvores)


E quando acordamos sentindo a falta de algo? Sim, a gente sempre tem algo para sentir a falta. Então, eu fui fazer uma visita inusitada, ao chegar no lugar, vi novamente o que eu já esperava. Não vi mais o amigo, que lá me atendia e conversava comigo, abordando diversos temas com muita propriedade. Não vi mais a sua casa, não vi mais a biblioteca, não tinha seque o entulho para contar história, não havia mais o cineclube para assistir a “vida e as obras de Charlie Chapplin” ou quaisquer outro filme.  Veio a saudade de um tempo que não volta mais, não tinha mais com quem falar e se distrair, não tinha mais como pegar alguns livros para lê, quem sabe um livro qualquer, que falava sobre quaisquer tema, um livro de poesia, crônica, romance… Olhei para um lado, olhei para o outro.

Voltei para casa…

Publicado por Valter Bitencourt Júnior

Valter Bitencourt Júnior, nasceu em Salvador, Bahia, Brasil, em 25 de junho de 1994, é anarquista, poeta e escritor brasileiro.

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