Em Tempo de Pandemia Ajude o Artista Independente Adquirindo Obras e Passando Adiante

Estimadas e estimados compas de luta e da cultura: como milhões de trabalhadores autônomos, também não temos contracheque no fim do mês. Sendo assim, para manter a atividade, como, por exemplo, os que se dedicam às atividades gastronómicas e outras, tambem temos o nosso delivery em tempos de pandemia. Neste caso oferecemos uma caixa com 20 cartões com poemas sobre Brumadinho e o dvd LAMA, a crime Vale no Brasil (76 min/ 2019), também no seu interior. Solicitamos uma mínima aquisição de 5 caixinhas. Cada uma é R$ 30,00 (trinta reais). Portanto, 5 caixinhas de ALGUMA POESIA PARA BRUMADINHO (incluindo o dvd do documentário) sai por R$ 150,00, 10 caixinhas: R$ 300,00 e assim sucessivamente. Agradecemos a colaboração e esperamos poder retornar ao trabalho em breve, acrescentando filmes sobre questões políticas e sociais a um dos maiores acervos cinematográficos individuais de luta social do continente. Quem quiser adquirir outros documentários, encontrará mais de 70 títulos para assistir durante a quarentena no seguinte catálogo: http://www.lamestizaaudiovisual.com.br
contatos por aqui, in box, pelo mail: carlospronzato@gmail.com ou pelo zap 21 9 7995 7981 


Estimadas e estimados compas de luta e da cultura: como milhões de trabalhadores autônomos, também não temos contracheque no fim do mês. Sendo assim, para manter a atividade, como, por exemplo, os que se dedicam às atividades gastronómicas e outras, tambem temos o nosso delivery em tempos de pandemia. Neste caso oferecemos uma caixa com 20 cartões com poemas sobre Brumadinho e o dvd LAMA, a crime Vale no Brasil (76 min/ 2019), também no seu interior. Solicitamos uma mínima aquisição de 5 caixinhas. Cada uma é R$ 30,00 (trinta reais). Portanto, 5 caixinhas de ALGUMA POESIA PARA BRUMADINHO (incluindo o dvd do documentário) sai por R$ 150,00, 10 caixinhas: R$ 300,00 e assim sucessivamente. Agradecemos a colaboração e esperamos poder retornar ao trabalho em breve, acrescentando filmes sobre questões políticas e sociais a um dos maiores acervos cinematográficos individuais de luta social do continente. Quem quiser adquirir outros documentários, encontrará mais de 70 títulos para assistir durante a quarentena no seguinte catálogo: http://www.lamestizaaudiovisual.com.br
contatos por aqui, in box, pelo mail: carlospronzato@gmail.com ou pelo zap 21 9 7995 7981

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Notas

Nota 1

A música dança na mente
Feito fumaça a brisar
O consciente.

Nota 2

A música em meu ser
Na maresia, penetrou
Profundamente em minha
Memória,
Feito fumaça entorpecente
Brincou com o meu subconsciente.

Nota 3

A música entrelaçou em minha mente
Confundindo o meu subconsciente.
Fechei os meus olhos na maresia:
– E deixei a brisa
Me levar.


Nota 1

A música dança na mente
Feito fumaça a brisar
O consciente.

Nota 2

A música em meu ser
Na maresia, penetrou
Profundamente em minha
Memória,
Feito fumaça entorpecente
Brincou com o meu subconsciente.

Nota 3

A música entrelaçou em minha mente
Confundindo o meu subconsciente.
Fechei os meus olhos na maresia:
– E deixei a brisa
Me levar.

Conheça Poesia Inédita de Manuel Bandeira

Antonio Carlos Secchin compartilha pela primeira vez, poesia de Manuel Bandeira, escrita em Teresópolis, no ano de 1966, à escrita foi para a mãe da escritora Lilian Fontes. Segundo Antonio Carlos Secchin, Manuel Bandeira dedicou para o pai de Lilian Fontes, no poema, para evitar atritos e não despertar ciúmes…


Antonio Carlos Secchin compartilha pela primeira vez, poesia de Manuel Bandeira, escrita em Teresópolis, no ano de 1966, à escrita foi para a mãe da escritora Lilian Fontes. Segundo Antonio Carlos Secchin, Manuel Bandeira dedicou para o pai de Lilian Fontes, no poema, para evitar atritos e não despertar ciúmes:

UM INÉDITO DE MANUEL BANDEIRA
Poema inédito, em versos octassílabos,
que, em 1966, Manuel Bandeira, aos 80 anos, dedicou à mãe da escritora Lilian Fontes, num fim de semana em Teresópolis. Para evitar atritos e não despertar ciúmes, rs, dedicou-o ao pai, e não à sra. Margot, mãe da escritora. Agradecemos a Lilian a gentileza de permitir a reprodução do texto! (“Pupila negra em córnea verde/ Sobre um fundo de moreneza,/ Para quem sua dona perde/ Em mistério, graça e beleza?//Por teres esses olhos verdes,/ Morena, podes ter certeza/ De que para nenhuma perdes/ Em mistério, graça e beleza.”).

Antonio Carlos Secchin, via: Facebook.

Poesia Inédita de Manuel Bandeira
Pupila negra em córnea verde/ Sobre um fundo de moreneza,/ Para quem sua dona perde/ Em mistério, graça e beleza?//Por teres esses olhos verdes,/ Morena, podes ter certeza/ De que para nenhuma perdes/ Em mistério, graça e beleza. Manuel Bandeira, Teresópolis – 1966.

Mundo de traição

Mundo de traição
E desconfiança,
Ser humano
Nem sempre é humano
– Desumano.
(…)


Mundo de traição
E desconfiança,
Ser humano
Nem sempre é humano
– Desumano.
Racional que se torna
Irracional,
Consciente que não
Controla o impulso
Se torna inconsciente:
– Até onde o ser pode ir?
– Até onde vai a monstruosidade
Humana?
Gente se matando aos poucos,
Gente se esquecendo
Que também é gente,
Gente por entre o ego
– Sobe o nariz.
Gente vaidosa,
Humilha que muitas das vezes
Não percebe:
– Que pode ficar sozinha.
Gente que se esquece
De se olhar no espelho:
– Preconceituosa.
Gente que cria o próprio
Apocalipse.
Ainda há gente
Que soltaria Barrabás
E mandaria crucrificar
Cristo,
Em nome do pai
Do filho
Do espírito santo
Amém!

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