Somente ela


Quando ela penetra o olhar
Para meu ser errôneo, e pede desculpa
Perco as palavras, e ela abraça-me
E eu muitas das vezes estático
Sinto todo o conforto
Que tanto necessitava.
Com ela pude todos os dias
Acordar e sentir em cada manhã
O aroma de café,
Que fazia-me enlouquecer
Em cada momento, em cada êxtase,
Loucura de amor, para um
Ser apaixonado, elevando-se
Em cada aurora,
Que a vida oferece,
Entrego-me a ela, assim
Como a natureza,
E somente ela cura-me
Em cada momento doloroso,
Massacrante, sufocante…
E sempre quando parto
Para a batalha, não vejo a hora
De regressar e receber o seu beijo
De despedida novamente.

Publicado por Valter Bitencourt Júnior

Valter Bitencourt Júnior, nasceu em Salvador, Bahia, Brasil, em 25 de junho de 1994, é anarquista, poeta e escritor brasileiro.

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