Bolhas de sabão

Voava em distância
Como se fosse
Andar na poesia,
Gritava em eco
Como quimera
E fantasia.
Sonhava como
Criança dançando
De alegria,
Chutando as
Ondas do mar.


Voava em distância
Como se fosse
Andar na poesia,
Gritava em eco
Como quimera
E fantasia.
Sonhava como
Criança dançando
De alegria,
Chutando as
Ondas do mar.

Inusitado

Você desfilava
E eu aqui parado
Na praça, menino
Solto.
Levantei-me
E do nada você vinha…
Caderno, livro, lápis,
Borracha… Tudo esbarrando-se
No chão.
Lembro como se fosse hoje
Quando declinei-me
Para ajudá-la,
E você também declinava-se…
Minha mão em sua mão
E você fitava-me,
Não segurei-me, e nem você…
– Marcamos o casamento.


Você desfilava
E eu aqui parado
Na praça, menino
Solto.
Levantei-me
E do nada você vinha…
Caderno, livro, lápis,
Borracha… Tudo esbarrando-se
No chão.
Lembro como se fosse hoje
Quando declinei-me
Para ajudá-la,
E você também declinava-se…
Minha mão em sua mão
E você fitava-me,
Não segurei-me, e nem você…
– Marcamos o casamento.

Realidade

Uma droga
Que leva
Toda uma família
Em fúria.
A vida que vicia,
E nasce uma
overdose,
Que rouba o tempo
Maldita droga!
Que consome
E rouba a alma
Do ser.
……..
Em distância
O choro de um pai,
E o grito e desespero
De uma mãe.


Uma droga
Que leva
Toda uma família
Em fúria.
A vida que vicia,
E nasce uma
overdose,
Que rouba o tempo
Maldita droga!
Que consome
E rouba a alma
Do ser.
……..
Em distância
O choro de um pai,
E o grito e desespero
De uma mãe.

Parabéns meu pai por mais um ano de vida!

Parabéns meu pai!


Valter Bitencourt Júnior e Valter Bitencourt.

Quantas vezes devemos perdoar um amigo?

Quantas vezes devemos perdoar um amigo?


A decepção e frustração fecha as portas para novas amizades, porque somos habituados a muitas das vezes a cobrar mais do outro e acabamos esquecendo de si mesmo. Vivemos hoje em dia numa sociedade que desconfia uma da outra, e, que acredita que não existe mais amizade, amigo para muitos é uma raridade para outros é algo que não existe.

Essa semana eu escutei “triste do homem que confia no outro”, será que o homem é leal a si mesmo? A decepção e frustração nos leva a generalização, quebrar a confiança é quebrar todo um elo criado, é quebrar todo um princípio e fica difícil de resgatar depois novamente. Diante a cada decepção e frustração são poucos que sabem valorizar um amigo.

O nosso ego muitas das vezes é incapaz de reconhecer um amigo, a nossa vaidade muitas das vezes quer apenas pisotear o próximo como forma de querer se mostar graande, quando na verdade estamos apenas diminuindo a si mesmo.

Quando recorrem a bíblia para criar uma demonstração da deslealdade do homem, muitos falam que Cristo foi traído, mas poucos falam da palavra “perdão”, “misericórdia”… “Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete” (Mateus 18. 21,22).

Diante a cada decepção e frustração, quantas vezes devemos perdoar um amigo?

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