Ao amor


“Amo el amor que se reparte/ en besos,
lecho y pan/amor que puede ser eterno
y puede ser fugaz/ Amor que quere libertarse/
Para volver a amar/Amor divinizado que se acerca./
Amor divinizado que se va.”
(Pablo Neruda)

Me escraviza no amor,
Me mata, me consome,
Me morde querida amada
Para de tudo, para a ironia
Do dia ver a aurora
Os seus passos se distanciar
Do meu coração
Apaixonado.

Publicado por Valter Bitencourt Júnior

Valter Bitencourt Júnior, nasceu em Salvador, Bahia, Brasil, em 25 de junho de 1994, é anarquista, poeta e escritor brasileiro.

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