A mulher e o homem


Ás mulheres precisam de amor e carinho,
E em questão de segundos milhares são agredidas,
Em cada 2h morre uma, duas
E quem sabe mais,
E a rosa apanha, e por entre os espinhos
As suas dores.
E o homem não aprendeu
A respeitá-la como se elas fossem uma flor.
Tratando-se de sexo, muitos mostram da sua espécie um objeto, e assim apontam
As letras de músicas da minha atualidade,
Seguida de rótulos e marcas de bebidas alcoólicas.
E a poesia não mais encontra a sua sensualidade e beleza,
Diante a insensibilidade daqueles que
Leem e as tocam prá sentir as palavras,
Ver as imagens, prá ouvir o som,
E o ritmo (que não mais aparece – os poetas
Se suicidam e assassinam à escrita).
Quem disse que mulher é sexo frágil?
E quem não sabe que Amélia era mulher de verdade?
Assassinaram também o romantismo,
Mataram as rosas, e não existe mais chocolate,
E muito menos uma taça de vinho,
Não contemplam da noite o luar.
E a mulher torna o mundo mais belo,
E sem ela o homem é apenas um ser bruto,
E temos de lapidar o nosso ser

-Pra nossa racionalidade.

Publicado por Valter Bitencourt Júnior

Valter Bitencourt Júnior, nasceu em Salvador, Bahia, Brasil, em 25 de junho de 1994, é anarquista, poeta e escritor brasileiro.

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