Vacinem-se!


Eu não sou do tipo de pessoa que comemora a morte “do outro”, por mais canalha que esse outro seja. Muitos esperam vim o pior para depois acreditar no que tanto nega, e, quem sabe esse foi o caso de Olavo de Carvalho e de muitos outros.

Há quem diga que o tiro saiu pela culatra, pois é, quanto custa a vida de um negacionista? O negacionismo matou muita gente, quanto a isso não temos dúvida alguma. Mesmo com a morte de milhares de pessoas por dia, em diversas parte do mundo, há quem diga que não existe o COVID-19, muitos querem apontar a pandemia como algo criado pela mídia para meter medo na sociedade.

Há quem lute contra a vacina, quanto ao WhatsApp? Continuam espalhando milhares de notícias falsas 24h, por dia. Os antivacina estão aí, lutando para que as pessoas não tomem a vacina, jogando a culpa da pandemia na esquerda, no comunismo, no socialismo… Religiosos pregando aos fiéis para que não se vacinem, porque para eles quem cura é “Deus” e o homem não pode intervir na ação de “Deus”.

Tudo que é tipo de baboseira correndo céu aberto pela internet e fora da internet também.

A vacina é o único meio correto para conter a pandemia, vacinar-se é mais que necessário, seja lá quantas vezes for necessário, vacinem-se. Que os pais e as mães levem os seus filhos e filhas para tomarem a vacina, pois criança saudável é criança vacinada e imunizada, quanto a isso não temos dúvida alguma.

Olavo de Carvalho. (Imagem da internet)

Assim Eu Vou Vivendo a Vida!

Dias depois, antes do ano novo, a minha família e eu decidimos viajar para Maracujá/BA, município de Serrolândia.


Passei o natal numa casa alugada pela empresa que o amigo (Flávio) trabalha, foram 4 dias maravilhosos, porque eu gosto do clima do interior, gosto da paz, não gosto de muito barulho e movimento de pessoas transitando de um lado para o outro. Recebi o convite para visitar a igreja e por minha vez tenho me sentido bem, sequer tenho percebido a hora passar, assim que acabou o culto, perguntei ao amigo “já acabou?”, e ele respondeu “sim”, como que um pouco impressionado com a minha pergunta.

No natal resolvemos assistir Netflix, assistimos alguns filmes, chegou o sono e resolvi dormir. Meu natal foi do jeito que eu gosto, sem muito arerê, sem gritaria e sem músicas com letras de múltiplo sentido. Quando eu queria escutar um som, escutava através do celular que a minha mãe tem emprestado-me para mandar mensagem para ela e informar como estou, se é um lugar bom… escutei algumas músicas que eu gosto, algumas músicas cantadas pelo Luis Miguel, Guadalupe Pineda, dentre outras canções. E o amigo, por vez dele – escutava algumas música de louvor.

Dia 27, regressei para casa…

Valter Bitencourt Júnior e Flávio (Amigo), em Feira de Santana/BA.

Dias depois, antes do ano novo, a minha família e eu decidimos viajar para Maracujá/BA, município de Serrolândia. Foi uma viagem maravilhosa, tranquila, saímos pela manhã e chegamos por volta de mais ou menos 4 ou 5 horas de viajem.

Valter Bitencourt Júnior e Júlia (Tia), em Maracujá/BA.

Em Maracujá/BA, pude rever a minha avó, a minha tia, meus primos e primas. Não fui para festa, não cheguei a sair assim, tenho ido na roça com a minha tia, mãe e prima. A minha avó decidiu ficar em casa, pois ela não estava querendo andar.

Valter Bitencourt Júnior, em Maracujá/BA.

No interior eu fui um bom observador, observei tudo o que se passava por minha volta, e acredito que toda viajem que fazemos ganhamos formas de aprendizagem, seja numa feira, seja no supermercado, numa praça… Gosto disso, eu pude sentir novamente o meu lado observador.

Anoitecer em Maracujá/BA, voltando da roça e indo para a casa de minha avó.
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