Lançamento do Dicionário de Escritorxs Contemporâneos do Nordeste


Foto de divulgação

Dia 1 de julho, no espaço quadrilátero da Biblioteca Central do Estado da Bahia, às 18h, tem o lançamento do Dicionário de Escritorxs Contemporâneos do Nordeste, dicionário organizado pelo jornalista e editor Roberto Leal e publicado através da Editora Òmnira.

São Paulo: Paisagens Interiores, de Décio Torres – Lançamento

Paisagens Interiores, de Décio Torres


Dia 2 de Julho, das 17h às 22h, tem o lançamento do livro “Paisagens Interiores”, autoria de Décio Torres, através da Editota Patuá. Rua Luís Murat, 40, São Paulo, 05436-050.

Aos 28


A vida passa, o tempo,
Os dias, as memórias?
Às memórias são impagáveis
E aos 28? Mais um ano de vida?
O porvir é um mistério profundo.
Vejo pela frente uma bola
De fumaça e o desejo
De dias melhores.

Matam a Liberdade de Imprensa e de Expressão


Prenderam o Julian Assange, como forma de calar a boca do ativista e jornalista, e é assim, que o sistema ditador faz, mesmo diante a “democracia”.

Assange, fez sérias denúncias sobre a espionagem feita pelos EUA, não há um vilão tão grande quanto os EUA, que acaba com a moeda de qualquer país para continuar no maior patamar.

Os EUA, estava espionando até a Petrobrás. Quem faz a guerra é o Estado Unidos para depois pregar a paz. Quem fornece armas, bombas, e tudo que é tipo de mecanismos de destruição para os países em guerra, é ninguém mais, ninguém menos que os EUA. Pobre do país que confia nos EUA, pois eles não querem perder nada, muito pelo contrário, visam apenas lucrar as custas dos demais países.

Que libertem o Julian Assange e parem de matar a liberdade de imprensa e expressão.

Julian Assange

“A Falta”, a Mais Nova Obra de Xico Sá


— Tá bom, seu Xico, mas do que trata mesmo esse seu novo livro? Tento responder nesse texto. Sim, o lançamento é neste domingo, meio-dia, n´A Feira do Livro (na frente do ex-estádio do Pacaembu, SP).

Às vésperas dos 40 anos e em final da carreira, o goleiro Yuri Cantagalo retorna da Espanha ao Brasil com o grande amor da sua vida, a quem trata apenas como A Sevilhana. Durante aquele jogo que pode ser a sua despedida — em um campo dividido ao meio pela linha do Equador —, ele se vê em desespero com o sumiço repentino e misterioso da mulher.

Para completar a angústia do arqueiro, sua mãe, Deolinda, havia feito uma revelação maluca na véspera: em vez do “pai desconhecido” que consta do registro de nascimento, Yury seria filho de Lev Yashin, o Aranha Negra, o mitológico guarda-redes da ex-URSS. Tudo poderia ser apenas um delírio materno, mas fatos e datas coincidem: o russo estivera mesmo no Rio de Janeiro em 1965, o que deixa o suposto herdeiro em parafuso.

Diante do redemoinho de acontecimentos e da decadência profissional, Yuri recorre ao seu guia filosófico, Albert Camus — o escritor argelino também havia sido goleiro na juventude — para tentar uma saída. Entre uma defesa e outra debaixo das traves, reflete sobre o trabalho de Sísifo, só comparável, segundo ele, ao seu ofício no futebol.

A partida em si é o que menos importa diante de tantos embaraços existenciais. Àquela altura, somente as citações de ficção científica do narrador de rádio Dáblio Dáblio e os comentários teatrais do cronista esportivo Tirésias conseguem arrancar algum sorriso do protagonista. O resto é desespero.

Em 90 minutos, o angustiado guarda-redes repassa também momentos traumáticos da carreira que haviam sido encobertos, como o abuso sexual que sofreu nas categorias de base de clubes cariocas. A violência contra os amigos de infância no morro é outra memória que vem à tona e o impede de se religar afetivamente com o Brasil.

Yuri saiu do Rio muito jovem para jogar na Europa, onde atuou pelo Benfica e Sevilha. À beira da sua primeira morte (“O jogador de futebol morre duas vezes. A primeira, quando para de jogar”), somente a Sevilhana conseguiria resgatá-lo desse pântano mental. O gandula-xamã terá alguma pista? O anjo da latitude zero vai devolver a sua sanidade mínima? Um final misterioso aguarda as leitoras e os leitores dessa novela.

Xico Sá, no Meta (Facebook)
“A Falta”, autoria de Xico Sá.
“A Falta”, autoria de Xico Sá, pré-venda, na Amazon.
Lançamento do livro “A Falta”, autoria de Xico Sá. Xico Sá, via Instagram.
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