Aos 28


A vida passa, o tempo,
Os dias, as memórias?
Às memórias são impagáveis
E aos 28? Mais um ano de vida?
O porvir é um mistério profundo.
Vejo pela frente uma bola
De fumaça e o desejo
De dias melhores.

Minhas Palavras Sobre o Filme: “Febre do Rato”

Assistindo ao filme “Febre do rato”, dirigido pelo Cláudia Assis, vi toda uma trama vinculada ao sexo, drogas ilícitas e uma comunidade, que por sua vez não tinha os seus direitos, quanto cidadãos e cidadãs, ali se encontrava toda uma pobreza, mesmo assim nessa pobreza existia a felicidade e toda euforia, diante ao álcool, maconha e poesia.


Ir a loucura e lutar pela liberdade de ser livre e tentar buscar quebrar quaisquer barreira, que impõe o limite. E a poesia busca quebrar e romper o sistema, a opressão, a censura – a poesia tem disso – a poesia que busca libertar e por sua vez o poeta busca ser livre para se expressar na melhor forma possível.

A poesia foi feita para a sociedade em si, não é atoa que ela foi germinando e não ficou presa à nobreza, aos senhores endinheirado. A poesia por sua vez é a arte, é cultura que vai além do olhar do poeta e penetra na mente de quem a lê, assim despertando um ou mais sentimento.

Assistindo ao filme “Febre do rato”, dirigido pelo Cláudia Assis, vi toda uma trama vinculada ao sexo, drogas ilícitas e uma comunidade, que por sua vez não tinha os seus direitos, quanto cidadãos e cidadãs, ali se encontrava toda uma pobreza, mesmo assim nessa pobreza existia a felicidade e toda euforia, diante ao álcool, maconha e poesia.

O jornal criado pelo Zizo, foi uma das formas que ele teve para expressar as suas ideias, assim levando para toda a comunidade seus pensamentos, que buscava quebrar todo um sistema imposto pela civilização. Sim, há ideias anarquistas, mas anarquismo não significa bagunça e muito menos desordem, isso parte do indivíduo, seja qual for o movimento que a pessoa segue, sempre vai haver gente com pensamentos mais radicais do que a outra, logo não se pode condenar todo um movimento devido a ação de uma pessoa, que ali está visando defender os seus ideais.

Quem não gostaria de ser livre? Todos nós queremos sermos livres, e há quem abuse desse direito de ser livre, ao escrever isso não me refiro ao uso da maconha, presente no filme, em que as personagens fumam livremente, até porque a maconha é uma erva medicinal, hoje tida como ilegal a comercialização.

O filme visa quebrar toda uma censura, quem imaginaria que iriam fazer um filme desse, um filme que chega a denunciar o abuso de poder de forma “livre”, posso dizer que o filme e suas personagens romperam todo um sistema. Dentro dele um belo romance, entre Zizo e Eneida, mas a gente percebe também toda uma aproximação e afinidade entre os personagens e isso faz com que o filme se torne belo e poético.

Assistam o filme, até porque, aqui você encontra somente palavras, que não chega aos pés de todo o roteiro do filme “Febre do Rato”, assistam e tirem vocês mesmo a conclusão.

Personagem Zizo. Imagem da internet

Ainda: Referente ao Documentário Sobre Antônio Fernandes Mendes

O pessoal da Biblioteca Emma Goldman , perguntaram o que achamos do documentário sobre o anarquista Antônio Fernandes Mendes (Quixeramobim, 1936 – 2015, Salvador), dirigido pelo cineastra Carlos Pronzato, em parceria com a Biblioteca Emma Goldman, não apenas achei, quanto acredito que é um trabalho de suma importância, para que as pessoas conheçam um pouco mais sobre a grande figura que foi Antônio, foi um verdadeiro exemplo de ser humano, simples e lutava pelos seus ideias, por uma sociedade melhor, livre e quem sabe até mesmo “justa” e com todos os seus direitos reservados.


O pessoal da Biblioteca Emma Goldman , perguntaram o que achamos do documentário sobre o anarquista Antônio Fernandes Mendes (Quixeramobim, 1936 – 2015, Salvador), dirigido pelo cineastra Carlos Pronzato, em parceria com a Biblioteca Emma Goldman, não apenas achei, quanto acredito que é um trabalho de suma importância, para que as pessoas conheçam um pouco mais sobre a grande figura que foi Antônio, foi um verdadeiro exemplo de ser humano, simples e lutava pelos seus ideias, por uma sociedade melhor, livre e quem sabe até mesmo “justa” e com todos os seus direitos reservados. No documentário passa o Gilberto, falando sobre a última vez que foi no local que funcionou o Instituto Socioambiental de Valéria (ISVA), mostrou o espaço já desconstruído e falou também das árvores e todo o meio ambiental que foi destruído, passou também as falas do irmão (João) de Antônio e de sua filha (Tânia), falaram sobre o motivo de Antônio ter de se refugiar de sua terra natal, foi um momento de medo, um tempo de ditadura, opressão, sangue, morte, prisão, não apenas Antônio, quanto um dos amigos dele tiveram de se refugiar para outros Estados. Gostei muito das falas de Eduardo e Baqueiro, falando um pouco sobre como conheceram o Antônio, Baqueiro, falou de como Antônio foi passando a adquirir o conhecimento sobre o Anarquismo, a partir de um livro chamado A Grande Revolução, autoria de Piotr Kropotkin, publicado prla editora Progresso. Eduardo e Baqueiro, falaram que foram ganhando interesse pelos projetos de Antônio, aqui na Valéria, junto a comunidade local foram ciando o cineclube do bairro, a biblioteca e projetos comunitários envolvendo a educação ambiental, atraindo também universitários e pessoas de outros Estados brasileiros e de outros países, a Doinha/Dolinha, falou um pouco do que aprendeu com Antônio, a Maria e o jovem Daniel (com o nome fantasia Paulo), também falaram sobre a sua experiência no ISVA. O português José Maria, falou sobre como passou a conhecer Antônio e como foi surgindo o apelido “Antônio Bakunin”, lembro como se fosse hoje o Antônio mostrando-me uma escrita de José Maria, citando ele. O Ricardo Líper, falou também de como foi passando a conhecer o Antônio, foi através do Roberto das Neves, o que chamou a minha atenção é que mesmo num momento difícil eles buscavam meios de interagirem a passar informações de um para com o outro, um tempo diferente dos de hoje em dia, que as pessoas se comunicam com um pouco mais de facilidade através do “Zapzap” e outros meios de comunicação. Foi lindo vê um dos moradores antigos do bairro cantando, ainda vivo aos seus 9? anos. A Isadora trouxe informações relevantes sobre Antônio e posso dizer que “fechou” com chave de ouro. Assistam ao documentário e aprendam além das palavras que vos escrevi! Valter Bitencourt Júnior, 13/11/2021, Salvador, Bahia, Brasil.

Assistam também através do canal no YouTube da Biblioteca Emma Goldman :

“Antônio Bakunin”, assistam através do canal no YouTube da Biblioteca Emma Goldman.

Antônio Bakunin: a história do anarquista Antônio Fernandes Mendes – Carlos Pronzato

Para quem não assistiu ontem, 12, o documentário:  “Antônio Bakunin: a história do anarquista Antônio Fernandes Mendes”, dirigido pelo cineastra Carlos Pronzato, em parceria com a Biblioteca Emma Goldman, pode assistir no canal do YouTube “Feira Anarquista de São Paulo”. Não apenas as pessoas que não assistiram, quanto as pessoas que assistiram e querem assistir novamente.


Para quem não assistiu ontem, 12, o documentário:  “Antônio Bakunin: a história do anarquista Antônio Fernandes Mendes”, dirigido pelo cineastra Carlos Pronzato, em parceria com a Biblioteca Emma Goldman, pode assistir no canal do YouTube “Feira Anarquista de São Paulo”. Não apenas as pessoas que não assistiram, quanto as pessoas que assistiram e querem assistir novamente.

Amanhã: Lançamento de Documentário Sobre Antônio Fernandes Mendes – Na Feira Anarquista de São Paulo

Amanhã, 12, a Feira Anarquista de São, vai fazer o lançamento do documentário: “Antônio Bakunin: a história do anarquista Antônio Fernandes Mendes”, dirigido pelo cineastra Carlos Pronzato, em parceria com a Biblioteca Emma Goldman.


Amanhã, 12, a Feira Anarquista de São, vai fazer o lançamento do documentário: “Antônio Bakunin: a história do anarquista Antônio Fernandes Mendes”, dirigido pelo cineastra Carlos Pronzato, em parceria com a Biblioteca Emma Goldman.

Estréia amanhã, às 17h.
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