Breve Resenha do Livro “Garatujas Selvagens” de José Inácio Vieira de Melo

Breve resenha da obra “Garatujas selvagens”, autoria de José Inácio Vieira de Melo.


Valter Bitencourt Júnios, no Spotify.

O José Inácio Vieira de Melo, na sua mais recente obra “garatujas selvagens”, traz poemas que vai além do versejar nordestino e penetra em toda uma filosofia, carregadas muitas das vezes de certezas, certezas essas, que muitas das vezes faz surgir as dúvidas.

O poeta mostra toda uma visão “Procuro // no claro ou no escuro / procuro porque procuro / sempre novos rumos / sem pensar futuros / procuro porque me curo / ao ultrapassar muros.”, visão essa que busca ir além e quebrar barreiras, quem sabe uma barreira de realidade ou da fantasia, o poeta esbanja pura sabedoria.

No poema “Amor luminoso”, José Inácio escreve , na sexta estofe os três versos seguintes “Sou pequeno, / mas o amor me eleva aos Andes, / onde sou condor e Castro Alves.” Como não ir a loucura com esses 3 versos na na sexta estrofe? Por sua vez na “miudeza” o poeta vai se tornando sublime, graças ao amor que o eleva ao “topo”, seu verso mostra toda uma visão condoreir e assim se encontrando como poeta, não apenas como se encontrando, quanto se identificando.

São poemas descritivos, fazendo uso de poucas elipses, seus poemas se encontra toda uma canção, pois não foram feitas apenas para serem lidas e declamadas, e sim, para serem cantadas. E dentro de seus poemas, José Inácio, faz referências a outros poetas, não apenas faz referências a outros poetas, quanto aos poemas de outros poetas, assim citando algubs trechos dentro de seus poemas.

No poema “Semeador” nos dois últimos versos da quadra que se encontra na quarta estrofe, o José Inácio Vieira de Melo, escreve “Pois por mais que haja dor e espinho, / eu nasci para semear amor e poesia”, o poeta se identifica e reconhece o seu dom.

E viva ao José Inácio Vieira de Melo e sua mais recente obra “garatujas selvagens”. Super indico aos amigos e amigas a leitura do livro.

Autógrafo de José Inácio Vieira de Melo à Valter Bitencourt Júnior, Pedra Só/BA, 30/11/2021.

Mais Uma Forma de Interagir Com os Amigos e Amigas

Meu primeiro podcast


Escute através do Spotify.

Fiz o meu primeiro podcast, li três poemas de minha autoria “Sede”, “Meu ego” e “Quero mesmo é um disco voador”, ambos os poemas se encontram no livro “Você Pode: Antologia”.

Lira Neto no “Encontro Com o Autor” (Sexta-Feira Que Vem)

“Encontro com o autor”, vai receber no dia, 26, sexta-feira, às 14h, o Lira Neto.


“Encontro com o autor”, vai receber no dia, 26, sexta-feira, às 14h, o Lira Neto, a transmissão será feita através do canal da Câmara dos Deputados, no YouTube e pela página da Biblioteca dos Deputados, no Meta (Facebook).

Parabéns, Aleilton Santana da Fonseca, Indicado Como Finalista do Prêmio Jabuti

O escritor Aleilton Santana da Fonseca, é o mais novo finalista do prêmio Jabuti, com o livro “A terra em pandemia”.


A editora Mondrongo, parabenizando o autor.

O escritor Aleilton Santana da Fonseca, é o mais novo finalista do prêmio Jabuti, com o livro “A terra em pandemia”.

Livro à venda na Amazon.

Conhecido na literatura como Aleilton Fonseca, nasceu em Firmino Alves/BA, em 21 de julho de 1959, é poeta, ficcionista, ensaísta e professor universitário. Autor dos livros:

  • 1981: Movimento de Sondagem;
  • 1984: O espelho da Consciência;
  • 1994: teoria Particular (Mas Nem Tanto) do Poema – Ou Poética Feita em Casa;
  • 1996: Enredo Romântico, Música do Fundo, manifestações Lúdico-Musicais no Romance Urbano do Romantismo (ensaio);
  • 1996: Oitenta: Poesias e Prosa. Coletânea Comemorativa dos “15 Anos dos Novos”;
  • 1997: Jaú dos Bois e Outros Contos;
  • 2000: Rotas e Imagens: Literatura e Outras Viagens;
  • 2001: O Desterro dos Mortos;
  • 2003: O Canto da Alvorada;
  • 2004: O triunfo de Sosígenes Costa;
  • 2006: As Formas do Barro & Outros Poemas;
  • 2006: Nhô Guimarães;
  • 2007: Todas as Casas (conto);
  • 2008: Les Marques du feu et Autres nouvelles de Bahia;
  • 2008: Guimarães Rosa, écrivain brésilien centenaire;
  • 2008: Tradução de Dominique Stoenesco);
  • 2008: O Olhar de Castro Alves (ensaios críticos de literatura baiana);
  • 2009: O Pêndulo de Euclides (romance);
  • 2009: Cantos e Recantos da Cidade. Vozes do Lirismo Urbano (Junto com Rosana Ribeiro Patricio);
  • 2010: A Mulher dos Sonhos e Outras Histórias de Humor (conto);
  • 2012: Memorial dos Corpos Sutis (novela);
  • 2012: As Marcas da Cidade (conto);
  • 2012: Sosígenes Costa os melhores Poemas;
  • 2012: O Arlequim da Pauliceia. Imagens de São Paulo na Poesia de Mário de Andrade;
  • 2012: Um Rio nos Olhos/Une rivière dans les yeux;
  • 2012: Jorge Amado nos Terreiros da Ficção (ensaio) (Organização: Myriam Fraga, Aleilton Fonseca e Evelina Hoisel);
  • 2013: Jorge Amado: Cem Anos Escrevendo o Brasil (ensaio) (Organização: Myriam Fraga, Aleilton Fonseca e Evelina Hoisel);
  • 2013: Un Río en Los Ojos;
  • 2014: Jorge Amado: Cacau a Volta ao Mundo em 80 anos (ensaio)

Sua obra mais recente é “A terra em pandemia”, já mencionado a cima. Obra essa também traduzida para italiano.

“A terra em pandemia”, traduzido para italiano “La terra in pandemia”, à venda na Amazon.

Leia mais sobre o autor: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Aleilton_Fonseca

Amanhã: Lançamento Livro Vencedor do Prêmio SESC de Literatura 2021

Amanhã, 09, Diogo Monteiro, vencedor do Prêmio SESC de Literatura 2021, terá o livro “O que a casa criou”, lançado, pois o livro mencionado a cima foi vencedor do prêmio SESC, na categoria conto. SESC de Literatura Santo Amaro Recife/PE, é um dos meios de incentivar os autores, que por sua vez vem contribuindo com a literatura.


Sidney Rocha, divulgando no Meta (Facebook).

Amanhã, 09, Diogo Monteiro, vencedor do Prêmio SESC de Literatura 2021, terá o livro “O que a casa criou”, lançado, pois o livro mencionado a cima foi vencedor do prêmio SESC, na categoria conto. SESC de Literatura Santo Amaro Recife/PE, é um dos meios de incentivar os autores, que por sua vez vem contribuindo com a literatura.

%d blogueiros gostam disto: