De coração


À minha tia Edileuza

Não, não estamos aqui de passagem,
Estamos aqui para levar
O que há de melhor dentro de si.
Estamos aqui para viver a vida,
Para aprender a ser forte!
Engana-se quem acredita
Que a vida é um nada,
Aprendemos quando descobrimos
Que a vida é um tudo,
Ganhamos quando percebemos
Que nada é em vão.
Que no coração humano
Não falte o conforto,
Que no coração humano
Não falte a esperança,
Que no coração humano
Não falte o consolo
E que todos aprendam
A estender as mãos ao próximo.
Que jamais nos falte o abraço!

Valter Bitencourt Júnior, Salvador, Bahia, Brasil.

Conheça Poesia Inédita de Manuel Bandeira

Antonio Carlos Secchin compartilha pela primeira vez, poesia de Manuel Bandeira, escrita em Teresópolis, no ano de 1966, à escrita foi para a mãe da escritora Lilian Fontes. Segundo Antonio Carlos Secchin, Manuel Bandeira dedicou para o pai de Lilian Fontes, no poema, para evitar atritos e não despertar ciúmes…


Antonio Carlos Secchin compartilha pela primeira vez, poesia de Manuel Bandeira, escrita em Teresópolis, no ano de 1966, à escrita foi para a mãe da escritora Lilian Fontes. Segundo Antonio Carlos Secchin, Manuel Bandeira dedicou para o pai de Lilian Fontes, no poema, para evitar atritos e não despertar ciúmes:

UM INÉDITO DE MANUEL BANDEIRA
Poema inédito, em versos octassílabos,
que, em 1966, Manuel Bandeira, aos 80 anos, dedicou à mãe da escritora Lilian Fontes, num fim de semana em Teresópolis. Para evitar atritos e não despertar ciúmes, rs, dedicou-o ao pai, e não à sra. Margot, mãe da escritora. Agradecemos a Lilian a gentileza de permitir a reprodução do texto! (“Pupila negra em córnea verde/ Sobre um fundo de moreneza,/ Para quem sua dona perde/ Em mistério, graça e beleza?//Por teres esses olhos verdes,/ Morena, podes ter certeza/ De que para nenhuma perdes/ Em mistério, graça e beleza.”).

Antonio Carlos Secchin, via: Facebook.

Poesia Inédita de Manuel Bandeira
Pupila negra em córnea verde/ Sobre um fundo de moreneza,/ Para quem sua dona perde/ Em mistério, graça e beleza?//Por teres esses olhos verdes,/ Morena, podes ter certeza/ De que para nenhuma perdes/ Em mistério, graça e beleza. Manuel Bandeira, Teresópolis – 1966.

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