Dicionário de Escritorxs Contemporâneos do Nordeste


Sou (Valter Bitencourt Júnior) verbete de mais um dicionário, o primeiro foi o “Dicionário de Escritores Contemporâneos da Bahia”, organizado pelo jornalista Carlos Souza Yeshua, publicado através do CEPA, o dicionário já se encontra em sua 2ª edição; e agora sou verbete do “Dicionário de Escritorxs Contemporâneos do Nordeste”, organizado pelo jornalista Roberto Leal, publicado através da Editora Ómnira.

“Dicionário de Escritorxs Contemporâneos do Nordeste, Editora Ómnira- BA/2022, 160 Páginas, R$50”.

Capa do livro “Dicionário de Escritorxs Contemporâneos do Nordeste”.

Foi Prorrogado As Inscrições Para o Dicionário de Escritores Contemporâneos do Nordeste

O Dicionário de Escritores Contemporâneos do Nordeste, é uma iniciativa da União Baiana de Escritores, a organização do dicionário vem sendo feita pelo editor e jornalista Roberto Leal.


O Dicionário de Escritores Contemporâneos do Nordeste, é uma iniciativa da União Baiana de Escritores, a organização do dicionário vem sendo feita pelo editor e jornalista Roberto Leal.

Dicionário de Escritores Contemporâneos do Nordeste, inscrições prorrogada.

Inscrições Até 30/09/2020: Dicionário de Escritores Contemporâneos do Nordeste, Organizado Por Roberto Leal

UBESC – União Baiana de Escritores, abre inscrições para o primeiro Dicionário de Escritores Contemporâneos do Nordeste, as inscrições estão abertas e vai até o dia 30/09/2020.


UBESC – União Baiana de Escritores, abre inscrições para o primeiro Dicionário de Escritores Contemporâneos do Nordeste, as inscrições estão abertas e vai até o dia 30/09/2020.

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Tudo foi ficando diferente

Uma das coisas que eu mais gostava de fazer era abrir o dicionário e recorrer a algumas palavras, muitas das vezes acostumava apenas abrir o dicionário e ler a primeira palavra que aparecia na frente, eu tinha isso como um exercício. Ao longo do tempo fui perdendo esse hábito.


   Uma das coisas que eu mais gostava de fazer era abrir o dicionário e recorrer a algumas palavras, muitas das vezes acostumava apenas abrir o dicionário e ler a primeira palavra que aparecia na frente, eu tinha isso como um exercício. Ao longo do tempo fui perdendo esse hábito.

    Gostava muito de ler alguns romances, e passar para alguns papéis em branco as palavras que eu ainda não conhecia, em seguida pesquisava ambas em dicionário, o mesmo eu fazia quando via algumas palavras desconhecidas em algumas poesias, contos, crônicas, prosa.

    E ao longo do tempo fui perdendo o gosto, a gente acostuma a perder gosto pelas coisas boas. Hoje em dia, mal abrimos um dicionário, recorremos ao Google, por achar que é a forma mais fácil de encontrar o significado das palavras, e assim também fui perdendo o gosto de muitas coisas além de buscar as palavras no dicionário.

   A leitura foi deixando de ser a mesma, tudo foi se tornando eletrônico, e quanto mais se pensa que vai ler, menos ainda ler, o tempo vai se perdendo nas redes sociais, e a escrita, muitas das vezes enfraquece e em outras parece querer se tornar forte, as palavras nem sempre quer ganhar sentido, muitas das vezes ganha o sentido e depois se perde.

   E o dicionário, é o denotativo que eu quero buscar, diante as conotações, muitas das vezes tudo vai se tornando necessário, e pede para criar o gosto novamente.

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