Protesto

Não tem coração?
Despeja os que
Nada tem,
Ser impiedoso!…
Você! Você…
Você sabe o quanto
A vida é um sofrer!
Não, não melhor,
Senhor.
Autoridade que tem
Esse direito
De desmanchar
O que já esta feito
Por outras mãos,
Pois é, não luto pelo
Projeto, e sim!
Pelos pequenos
Corações que vivem
Dele.
Pessoas de olhares
Sofridos e lassos,
Desse mundo injusto!


Não tem coração?
Despeja os que
Nada tem,
Ser impiedoso!…
Você! Você…
Você sabe o quanto
A vida é um sofrer!
Não, não melhor,
Senhor.
Autoridade que tem
Esse direito
De desmanchar
O que já esta feito
Por outras mãos,
Pois é, não luto pelo
Projeto, e sim!
Pelos pequenos
Corações que vivem
Dele.
Pessoas de olhares
Sofridos e lassos,
Desse mundo injusto!

Por que Suzane Von Richthofen não deveria ter o direito de uma saída temporária no dia dos pais?

Por que Suzane Von Richthofen não deveria ter o direito de uma saída temporária no Dia dos pais? Muitas das vezes tudo nos leva ao óbvio, pelo fato de que ela ajudou  no assassinato dos próprios pais. Só que nem sempre queremos irmos além, em nossos pensamentos.


 Por que Suzane Von Richthofen não deveria ter o direito de uma saída temporária no Dia dos pais? Muitas das vezes tudo nos leva ao óbvio, pelo fato de que ela ajudou  no assassinato dos próprios pais. Só que nem sempre queremos irmos além, em nossos pensamentos.

   Imagine quantas pessoas sofrem, por terem perdido o pai ou a mãe? Quantas pessoas sofrem por terem perdido ambos? Muita gente sofre com isso. Só que o caso da Suzane Von Richthofen, é diferente (para muitos), pelo fato de ela ter ajudado a matado os pais, dela mesma.

   Pior que a morte é o sofrimento, e esse pode ser o tempo mais doloroso da vida dela, em que ela vai cair na real de que matou os próprios pais, e que não vai ter o que comemorar, e também sabe que vai voltar para a cadeia assim que tudo passar.

   Ela já sabe que destruiu a própria vida, e soltar ela temporariamente nos dias dos pais, não é deixar de fazer a justiça, até porque sabemos e ela também sabe, que ela vai continuar cumprindo a pena pelo o que tem feito.

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O Movimento é Marginalizado

Já vivemos em um tempo em que matavam os líderes em praças públicas, como uma forma de fazer com que os demais tenham medo, de lutar contra o governo.


   A busca sempre é pelo líder, quem se encontra à frente de um determinado movimento, alguns se infiltram coletam informações e levam para os seus comandantes, e assim fazem o possível para por fim ao movimento, que visa lutar contra o Estado, quem sabe um movimento que busca reivindicar os direitos trabalhistas, mais segurança pública, boa qualidade na instrução publica, saneamento básico.

  Quando chega a reportagem o jornalista procura os principais organizadores do movimento, logo descartando, muitas das vezes as demais pessoas que lá se encontram, com cartazes… Quando a polícia chega, eles buscam também os líderes, resolve muitas das vezes prender uma das pessoas ou mais.

   Já vivemos em um tempo em que matavam os líderes em praças públicas, como uma forma de fazer com que os demais tenham medo, de lutar contra o governo. E matando o líder mata o movimento, logo aquele que é lider tem de abrir espaço para que todos sejam líder, para que todos façam, produzam, questionem, busquem.

   E o movimento é marginalizado, o Estado por sua vez faz o possível para marginalizar o movimento, paga um e outro para que vá levantar bandeiras em nome do seu partido, paga para que quebrem o patrimônio público, paga para saber quem é a “cabeça” (o líder, quem manda e desmanda).

   E hoje em dia multam as empresas e os sindicatos, alegando que a greve é ilegal, assim cobrando muitas das vezes de 50 mil, a 100 mil reais de multa. Foi o que aconteceu com a greve dos Caminhoneirod, nesse ano de 2018, e isso já aconteceu em outras greves, em que eles colocam comunicados em rede de televisão, de que cobram multa, e que o movimento é ilegal, assim fazendo com que os profissionais muitas das vezes não tenha pra onde correr, senão, regressar ao trabalho.

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Não existe voto certo


Muitas das vezes a gente dar a oportunidade a outra pessoa, para que ela faça pela gente o que a gente pode fazer. Votar é depositar a confiança no outro, de que ele fará algo por “nós”, depositar a confiança no outro é correr o risco de se decepcionar.

Não existe voto certo, até porque votamos em quem acreditamos que vai fazer algo por “nós”; a nossa escolha é dividida, cada um acredita em alguém, vence a maioria, logo a maioria torceu e acreditou que votou certo. A gente vota pelo o que nos propõem, e pelo o que acreditamos que fazem por “nós”.

Somos  tapiados em todas as formas, o pouco que fazem, muito tiram da gente. Pagamos imposto, e acreditamos que se ele faz, é porque, tiveram a sensibilidade de fazer, quando na verdade, não deixa de ser uma obrigação deles.

Quem sustenta o plenário é o povo, o povo que sustenta o plenário através do trabalho e o pagamento do imposto. Marginalizam aqueles  que não pagam o imposto, mas não marginalizam aqueles que sobrevivem através dos que pagam imposto, assim muitas das vezes desviando dinheiro do cofre público.

Se nos enganam, nos enganam pelo fato de ainda depositarmos confiança no sistema, por ainda alimentarmos o capitalimos, por mantermos de pé o Estado. E o voto é apenas mais uma ilusão, que tem se tornado em um direito nosso, para que acreditemos que um dia colocaremos uma pessoa certa na presidência.

Para que acreditemos que ainda vamos encontrar um vereador, senador, deputado, governador – “certo”. Para que acreditemos que vamos encontrar alguém que trabalhe pela gente, quanto cruzamos os braços e assim nos conformando com o que nos oferecem.

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