Nada


Quero o nada,
E do nada quero
Fazer o silêncio.
Do silêncio, o nada.
Quero a paz, da
Paz o nada,
E de todo esse nada
Quero mergulhar
No meu próprio eu.

Valter Bitencourt Júnior

Aos 28


A vida passa, o tempo,
Os dias, as memórias?
Às memórias são impagáveis
E aos 28? Mais um ano de vida?
O porvir é um mistério profundo.
Vejo pela frente uma bola
De fumaça e o desejo
De dias melhores.

Exagero

-Sempre
Queremos
Mais.


Transbordar
A cerveja
No copo,
É como
Infarta de
Felicidade.

Sempre
Queremos
Mais.

Mais Uma Forma de Interagir Com os Amigos e Amigas

Meu primeiro podcast


Escute através do Spotify.

Fiz o meu primeiro podcast, li três poemas de minha autoria “Sede”, “Meu ego” e “Quero mesmo é um disco voador”, ambos os poemas se encontram no livro “Você Pode: Antologia”.

Mistério

Abriu o coração
E vestiu-se de rosa,
Rosa o tempo
Pálido que floriu
Em instantes
O dia que renasceu
Feito o pulsar
Do coração
Que despertou-se da aurora
Foi-se deslizando
Vaga-rosa.
Enxergando a nudez
E a pureza,
Os óculos visava
De forma minuciosa
Chovia no lado de fora
E a lente transbordava
E tudo transformou-se
Em neblina.


Abriu o coração
E vestiu-se de rosa,
Rosa o tempo
Pálido que floriu
Em instantes
O dia que renasceu
Feito o pulsar
Do coração
Que despertou-se da aurora
Foi-se deslizando
Vaga-rosa.
Enxergando a nudez
E a pureza,
Os óculos visava
De forma minuciosa
Chovia no lado de fora
E a lente transbordava
E tudo transformou-se
Em neblina.

%d blogueiros gostam disto: