O Sistema Capitalista é Perverso

   O sistema capitalista é desumano, não apenas eu como muita gente fala que o sistema capitalista é desumano, a gente fala em forma de afirmação, e não em forma de dúvida, pelo fato de que a gente vive sob um sistema capitalista. O capitalismo por sua vez é cruel pelo fato de agir através da necessidade do próximo assim o tornando escravo, somos em certos pontos escravos do trabalho, se não trabalhamos não vamos ganharmos dinheiro, e sem dinheiro não poderemos comprarmos roupas, alimentos, e tudo àquilo que necessitamos e que não necessitamos também.

   Esse povo marginalizado pelo sistema, não é de agora, vem desde a colonia ou quem sabe desde quando o mundo surgiu, o domínio do homem pelo homem, não vem de agora, não apenas o domínio do homem pelo homem como também a idolatria, o fanatismo religioso (algo complicado de ser debatido em nossa atualidade, em que acredita que religião não se discute, assim como política também não se discute, algo que não vejo ser certo em nossa sociedade necessitada de abrir portas para o conhecimento político, econômico, amiental, social).

   Grato amigo professor Sidney Assis Chagas pelo compartilhamento deste texto para que eu leia, a Academia Brasileira de Letras touxe pontos importantes, para que adentremos do que vem se passando em nossa atualidade.

   Agora o que venha a ser mesmo segurança dentro do sistema capitalista? Quem deveria nos defender nem sempre nos defende! Pois bem, os que deveriam nos defenderem são subordinados pelo sistema, indo direto – pelo governo, não exatamente pessoas ricas, na verdade pessoas pobres que recebem o seu capital para bater em pobres, assim atê mesmo prendendo-o e humilhando-o sem mais nem menos, para em seguida ser taxado de marginal pela mídia. Cito aqui a música Haiti, cantada pelo Caetano Veloso.

   Eles sempre buscam enganar o povo, fazendo-o acreditar que eles se importam com o povo, e vai dar instrução pública, saneamento básico, segurança pública, o sistema capitalista não permite que todos sejam ricos, recebam o mesmo salário, até porque o sistema capitalista precisa da desigualdade para sobreviver. O sistema capitalista precisa de pessoas abandonadas, de pessoas drogadas (que riem mesmo na miséria e se dizem felizes mesmo na desgraça em que vive), o sistema precisa de quem pague imposto, de quem movimente o dinheiro, do comerciante que paga para vender suas mercadorias, e a sociedade não apenas sustenta os governantes, como também toda uma burguesia, que dizem ajudar também a sociedade sendo solidário com ela.

images

Anúncios

Adquiram livros da autoria de Valter Bitencourt Júnior

Na amazon já se encontram 5 livros da minha autoria publicado, para quem estiver interessado em comprar, é só acessar o link: https://www.amazon.com.br/gp/aw/s/ref=nb_sb_noss?n=9634157011&n=9634157011&k=valter+bitencourt+júnior livros em e-book nks melhores preços, você pode adquirir tanto o livro em e-book quanto o impresso!

Screenshot_20180205-115002.png

Tenho 2 livros publicados atraves do Clube de Autores, acesse o link e adquira o seu: https://www.clubedeautores.com.br/books/search?utf8=✓&where=books&what=Valter+Bitencourt+Júnior&sort=&topic_id=

O livro Toque de Acalanto pode ser comprado também nas Lojas Americanas, Submarino, FNAC, Shoptime, Buscapé, Livraria Cultura, Livraria Virtual, Mercado Livro.

Screenshot_20180205-115138.png

Para Quem Toca Bezerra da Silva e Dicró Não Deveria Abrir Espaço Para Presidente Cara de Pau

Um dos únicos programas que vejo tocar músicas de Bezerra da Silva e Dicró é o Programa Silvio Santos, pois diante ao que se passa na sociedade, músicas de ambos continuam atual em nossa sociedade, denunciando a corrupção, os senhores políticos que vivem a enganar o povo.

De um programa animado, ontem tenho percebido uma outra Face, diante ao Michel Temer no Programa Silvio  Santos, falando sobre a reforma da previdência social.

Não vi sequer uma pergunta inteligente, tanto Silvio Santos quanto o Michel Temer sabe que a reforma da previdência social vai prejudicar milhares de trabalhadores, pagadores de imposto que sustenta o plenário, milhares de pessoas subordinadas ao seu patrão, é o que vai acontecer, pelo o que deu a entender a preocupação dele é quanto o salário dos senhores deputados que não votarem na proposta.

26059894918_2ebf12f199_o.jpg

Ter uma empresa e pagar aos funcionários menos do que um salário é o que muitos empresários querem, assim como também não pagar o INSS é o que o governo e os empresários querem. Pois bem, querem continuar subindo em cima da sociedade, querem crescer fazendo uso de quem trabalha, assim nos tornando escravo.

Quem sabe para isso que funciona os Programas que levam felicidade para o povo, para através das graças manipular cada um? É o que me pareceu, e resolvi por minha vez não assistir o Programa Silvio Santos ontem, assim quando vi as primeiras perguntas sendo feitas a Michel Temer, e as galhofas de ambos. O presidente cara de pau, querendo mostrar uma boa imagem diante a grande mídia que apresenta o Programa Silvio Santos.

o-apresentador-silvio-santos-entrevista-em-seu-programa-o-presidente-michel-temer-pmdb-1517060365526_615x300.jpg

 

Jogo de xadrez

   A “sociedade brasileira” se encontra num jogo de xadres, na política “brasileira”, a briga entre a direita e a esquerda; cada um defendendo seus interesses, assim como também a defesa pelo seu partido favorito, cada um com seu “santo”. Lastimável que a sociedade persista a defender aqueles que se  encontram no plenário e aqueles que estão fora e quer entrar também, a sociedade que por sua vez trabalha e paga imposto vem sendo sugado cada vez mais, por aqueles que diz representá-lo, porque para a sociedade os problemas de um país somente é resolvido através de um representante, um governo que para a sociedade vai fazer muito pra ela.

   Nesse jogo de xadrez é um apontando para o outro na busca de mostrar quem está mais errado, e quem não tem razão de se posicionar a algo (na verdade político algum tem razão de falar algo, do que venha passando em nosso país). Às pessoas tem de entender que do pouco que nos dão, mais ainda eles tiram para si, não apenas os políticos quanto os empresários, porque quem move o mundo é o dinheiro, e o político também é um empresário, que trabalha com empresários donos de empresa. A sociedade precisa de mais consciência, parar de se opor um ao outro e se unir, contra o sistema capitalista, contra o governo, contra tudo aquilo que se opõe a ela.

   O povo precisa acordar para a realidade e é o que o próprio povo fala, todos falam que o povo precisa acordar pra realidade, é mais que necessário que a sociedade se unam, criem as suas bases e se fortaleça, estudem, eliam, pratiquem, criem projetos, e assim se desenvolvam. A busca pela ação direta, autogestão e ensinamento mútuo tem de continuar, não pode de forma maneira acabar com as ideias que venham a fortalecer o povo, e acreditar de um povo pelo povo um dia. Quem sabe o anarquismo o futuro da nação.

Viver num país sem governo é uma utopia, que precisa ser realizada, quebrar a visão de oposição e se unir, não deixar que a mídia nos manipule, que a palavra do outro não nos engane, ser atento para tudo o que se passa, e buscar o conhecimento, a sabedoria.

xadrez-foto

 

 

Abaixo a Ditadura

Nosso país sempre foi golpeado e a ditadura militar foi também um golpe, muita gente foi massacrada pela ditadura militar, e hoje temos de conhecer mais a história do nosso país, ler com mais assiduidade o que já se tem passado em nosso país, pra que não aconteça o que já aconteceu anos atrás, para que nos previnamos, para que a gente tenha força, ler é indispensável. Os ditadores do estado buscavam acabar com os arquivos, fazia o máximo para destruir tudo aquilo que pudesse levar ao povo o conhecimento, tanto que eles queimavam livros em praça publica, e não apenas queimavam livros como também obrigava a escritores a saírem da sua terra natal pra outro estado ou outro país, alguns eram agredidos, outros assassinados, já vivemos em tempo de chumbo, não apenas escritores, poetas, compositores, cantores, como também jornalistas sofriam com a censura em nosso país, trabalhadores não tinham o direito de fazer manifestações para cobrar os seus direitos, para o estado todos tinham de trabalhar e não reclamar, pagar o imposto sempre foi uma obrigação (até nos dias atuais). Hoje muita coisa mudou, vivemos numa ditadura camuflada, numa “democracia” com a presença de governantes, de polícia do Estado, continuamos divididos em classes, e não estamos longes de sofrer mais uma intervenção militar, e a intervenção militar é tudo aquilo o que a burguesia quer, assim como boa parte da mídia, porque muitos conseguiram se beneficiarem com isso, menos a sociedade, que busca trabalhar para o sustento de cada dia, muitas das vezes sem o direito de lazer (E que lazer a sociedade tem com o salário mínimo, diante ao imposto que paga?). Ainda temos de continuar lutando, houve mais um golpe para aqueles que acreditam na democracia, passaram por cima da sociedade e elegeram um presidente que não veio através do voto da sociedade, manipularam todos, colocaram no poder um presidente que não merecemos, que busca burlar nossos direitos, temos de continuar nos organizando, o povo tem de saber e fazer uso do poder que tem, ainda acredito do povo pelo povo, e aqueles que nos governa tem medo de uma sociedade consciente, não investem na instrução pública, querem que limpemos a sujeira que eles fazem, querem que sejamos servos do estado, escravizam nos pela nossa necessidade de consumo. Que abramos os olhos ABAIXO A DITADURA!

images

Estude meu filho para que você seja doutor um dia

   Um dos meus amigos estava certo em suas palavras, muito antes de morrer dizia que “entraremos em um tempo muito complicado”, era um homem muito inteligente, assistia a televisão, lia livros, e passava a noite acordado lendo e escrevendo muitas das vezes. E ele estava certo, somente eu e alguns amigos que via por outro lado, que tudo estaria indo em seu conforme depois de alguns meses.

  E este amigo sabia, que o Brasil iria entrar numa crise financeira muito grande, sabia que o desemprego iria aumentar, temia o golpe de estado, e sabia que o pior que poderia acontecer é a barbárie, o povo também explode, e quando explode não há quem segure, pois tem aqueles que sabem que não tem nada a perder.

   Sou um daqueles que foi desempregado para reduzir custo nas empresas, distribuir currículos e tenho ouvido que “estamos desempregando, não empregando”, “aqui o seu currículo não vai dar certo, pois somente contratam pessoas indicadas pelos funcionários da empresa”, “nem vou pegar o seu currículo.

   Então estudamos, damos o máximo para concluir os estudos e quem sabe ingressar na Faculdade, para ao longo do tempo ser desvalorizado, pois a cada dia cresce o trabalho informal, e até os comércios estão entrando em um tempo difícil, pois as pessoas estã a cada dia gastando mais nos pequenos comércio, as pessoas querem passar o cartão de crédito e se endividar mais e mais.

  E o pai sempre diz “estude meu filho para que você seja doutor um dia”, e este é o único caminho, não há outra saída… O que não pode perder é a esperança. Meu amigo sempre esteve certo, quando falava  do aumento da violência.

   Ele estava certo quando falava que a juventude a cada dia que passa iria se tornar mais violenta, que o sistema também cria marginais, e pouco se importa com a instrução pública, os pais precisam de educar os seus filhos, pois a educação vem dos país.

 o041705731403840403824

Restrição e Preconceito na Wikipédia

Mais uma vez tive o meu perfil Valter Bitencourt Júnior da Wikipédia bloqueado, memo com a minha justificativa de que não trata-se de um fantoche, esse bloqueio é nada mais nada menos como uma forma de restringir novos artigos, referente a poetas e escritores baianos, assim como artistas, que por sua vez teve uma grande trajetória nos meios artísticos e cultural,
   Essa página seria uma forma de nada mais nada menos que consetar um erro que tenho feito em uma conta criada com o nome Valter bitencourt júnior (onde o sobrenome encontra-se em minúsculo), os administradores me bloquearam milhares de vezes, sem que eu possa sequer desenvolver um artigo. Assim foi o que fizeram com o meu perfil Valter Bitencourt Júnior, depois de ter lido e aprendido a criar páginas na Wikipédia, e artigos com referências confiáveis, eles por sua vez fizeram questão de ir contra os meus artigos, um dos artigos muito importante sobre o artista plástico, poeta e professor, Almandrade, onde dessa vez tive o apoio de um dos usuários da Wikipédia.
   Também tenho feito um artigo sobre o acadêmico, poeta, ficcionista, ensaísta e professor universitário Aleilton Santana da Fonseca, assim como tenho escrito um artigo sobre o Dicionário de Escritores Contemporâneos da Bahia, e logo foi colocado para eliminação rápida, e um artigo sobre o poeta e escritor, Gilberto Nogueira de Oliveira.
   Um dos grandes jornais de literatura de Curitiba, tem um artigo que sequer foi desenvolvido, onde a última edição foi escrita em 2009, eu por minha vez busquei dá continuidade a esse artigo sobre o Jornal Rascunho, jornal de suma importância e de grande circulação nacional, que tem grandes colunistas, como por exemplo Affonso Romano de Sant’Anna, Alberto Mussa, Flávio Carneiro, Luís Henrique Pellanda, Raimundo Carrero, dentre outros.
   É a Wikipédia por sua vez fazendo um grande trabalho de restrição, na Wikipédia tem muita gente que por sua vez vem buscando fazer um trabalho de ditador militar, queima de arquivo, onde dentro da Wikipédia tem uma panelinha que foi criado para a eliminação de artigo, para a limitação de contribuições de pessoas também séria, que tem por finalidade de contribuir com a Wikipédia.
   Falta muitos escritores da Bahia na Wikipédia, gente que tem um trabalho sério, que participa de sarais, antologias, que tem diversos livros publicados, que faz parte da Academia de Letras da Bahia (que sequer tinha uma foto foi eu que coloquei), que também organiza eventos, saraus, antologias, na Wikipédia tem um usuário chamado Stego, que tem colocado qualquer tipo de artigo criado por mim, como “eliminação por consenso”, fui perseguido, até ficheiros ele eliminou.
Chega de restrição na Wikipédia, chega de preconceito, perseguição!
Valter Bitencourt Júnior
 16003302_320926988308695_5663215152821166805_n

Resumo de meus estudos de literatura, trovadorismo, barroco, arcadismo, romantismo, parnasianismo, naturalismo, realismo, simbolismo, modernismo

 Trovadorismo ou Quinhentismo, é o nascimento da literatura, que tem como início no séc. XII. O trovadorismo tem como base a escrita pelos trovadores (poetas, e cantada pelos jograis. O interessante é que os jograis cantavam, mas não faziam poesia, assim como os trovadores faziam poesia, mas não cantavam.

 

   A principal escrita dos trovadores é o galego português as poesias, eram feitas e compiladas em “cancioneiras”, que eram uma espécie de coletânea, as principais “cancioneiras” era, a cancioneira da ajuda, cancioneira da vaticana, dentre outras.

 

   As poesias do trovadorismo só era cantadas para o clero e para a nobreza, não era cantada para o povo. Nessa época a priori operava-se o feudalismo. O senhor feudal era o proprietário de uma grande parte das terras, onde trabalhavam camponeses, em busca de muitas das vezes de uma moradia, de uma proteção dos senhores feudais, e pagavam através do trabalho, e da produtividade.
As poesias tinham quatro ‘formas’, eram: poesia de amor, poesia de amizade, poesia de escarnio e poesia de mal dizer. Nas poesia de amor era o homem como um ser inferior a mulher o homem diante os pés das mulheres, que ganhavam soberania, como se fossem deusas, e nunca profanada. Na poesia de amizade, eram homens que faziam poesia como se fossem mulheres, mulheres, que viam os ‘amados’ atravessarem o mar para uma batalha, e não se sabia se retornaria a suas casa, muitas das vezes uma despedida, não tratava se de um relacionamento na forma de escrita, mas por fim trata-se de dois casais, como se fossem amigos. A poesia de escarnio ou poesia de maldizer, eram poemas que satirizavam a nobreza, a sociedade, a política da época, etc, escreviam como uma forma irônica, de tudo o que se passava (na verdade na ironia).

 

   Barroco é mais um renascimento da literatura, o barroco é conhecido como uma pedra irregular, muitos dizem também ser uma fábrica de diamantes que tinha este nome, é uma época de desregramento, de contradições, onde os poetas trabalhavam com uma escrita cheia de oposições, ironias, exagero de figuras de linguagens, palavras, dentre outros. No Brasil tem como surgimento de Gregório de Matos Guerra, considerado ‘o pai da poesia brasileira’, que escreveu poemas de contexto filosófico, religioso, satírico, lírico dentre outros contextos. Nasceu no ano de 1633, na Bahia, e morreu no ano de a 1696, muitos dizem que nasceram um pouco antes dessa data de 1633, e que a data de nascimento de Gregório de Matos Guerra, não condiz, um dos pseudos de Gregório de Matos Guerra, era João, ele tem sido exilado da Bahia para Angola, devido as suas sátiras, que tem dado a ele o apelido de “boca do inferno”. Voltando para a Bahia, Gregório de Matos, não podendo entrar na Bahia foi para recife, onde morreu de uma doença que tem contraído em Angola. Gregório de Matos Guerra é filho de Gergório de Matos um homem abastardo e de Maria das Guerra. Formou-se em advocacia, em Coimbra, na Bahia não se tinha poetas formadas, no Brasil não se tinha poetas formas em seu próprio país, nessa época, ou eles vinham de Portugal, ou eram brasileiros, com formação em Portugal (Coimbra), no barroco temos também Manoel Botelho, que foi um dos poetas da época a ter o primeiro livro impresso em vida (viu ser impresso os próprios livro), ele mesmo traduzia os próprios livros para vários idiomas, Gregório de Matos não viu o seu livre ser publicado, as poesias de gregórios de matos, foram compilado por Vahagem, por isso muitos dizem que as poesias de Gregório de Matos foi um plagiador, porque os poemas dele foram sendo unidas a partir de pessoas que memorizaram as poesias dele, etc. Tinha também o poeta sebastião da Rocha Pita, que tenho lido um pouco mais, e segundo informações ele teve como um grande destaque principalmente na prosa.
Arcadismo foi mais um renascimento assim como o Barroco, onde a poesia saiu do Norte para o Sul do Brasil, Minas Gerais, obtendo assim a exploração do outro, originando a Confidência Mineira. Os poetas dessa época foi Thomas Gonzaga, Claudio Manoel da Costa, Santa Rita Durão, etc. (O Quinhentismo, Barroco e Arcadismo, ficou conhecido no Brasil como ‘Era Clássica’)
Saindo da ‘Era Clássica’, entra-se na ‘Era Nacional’, e surge o Romantismo, onde os poetas buscam uma identidade nacional, buscando assim uma forma de fugir dos ‘traçados de Portugal’, criando o próprio estilo, o introdutor do Romantismo no Brasil foi Gonçalves Magalhães, que tem publicado o livro “saudades”, e a principal poesia do Romantismo foi “Canção do exílio”, de Gonçalves Dias. Houve Três Gerações, a Primeira Geração foi o nacionalismo em busca de uma identidade, o Indianismo, que encontra-se também a obra Iracema, O Guarani, ambos de José de Alencar, dentre outras obras, tanto de José de Alencar como de outros escritores, dessa mesma época (não citados aqui), a Segunda Geração foi o Spleen, onde o poeta expressava a dor, a angustia, etc, na Segunda geração temos Aluísio de Azevedo, Fagundes Varela que chegou mais tarde, e que os poemas marcam o patriotismo, que volta-se a Primeira Geração. A Terceira Geração, foi a visão Condoreira, que foi com o poeta Castro Alves, ‘O poeta dos escravos’.

 

   O Romantismo teve uma grande partida, nessa época do séc. XIII, ocorreu a abertura dos Portos, em 1836, que estava a facilitar o fim da escravidão.

 

O fim do Romantismo, marca o nascimento de ‘três escolas literária’ O Parnasianismo, Naturalismo e Realismo, cada uma das escolas com um estilo diferente, ambas buscando por fim na outra, segundo informações, o realismo e o simbolismo tem vivido juntos por alguns tempo. (preciso estudar mais estas duas escolas literária).

 

   O Modernismo Brasileiro teve como início na Semana de Artes Moderna, nos anos de 1922, iniciando no mês de fevereiro, nos dias de 23, 24, 27, a abertura foi marcada pela apresentação de Mário de Andrade, que tem lido os textos, apresentando o Modernismo que estava a nascer no Brasil, muitas obras com estilos Futuristas, Expressionistas, Dadaístas, Cubista, Surrealista. Muitos chamavam os poetas Modernista de Parnasiano, devido a alguns dos estilos que encontrava se presente. Um dos poetas mais prestigiados da época era Manoel Bandeira, aparecendo depois o Poeta Carlos Drummond de Andrade, tornando um dos maiores poetas modernista brasileiro. Muitos iam somente para vaiarem, amigos, vizinhos, iam para assistirem e vaiarem os artistas, era a ‘moda’, da época. Na abertura também teve o quadro de Anita Malfati, na música teve Vila-Lobos. Tivemos na Segunda Geração Modernista Vinicius de Moraes, Carlos Drummonde de Andrade,, Manoel Bandeira (com novo estilo poético), na Terceira Geração tivemos Jorge Amado, dentre outros.
   O Modernismo foi o início de tudo, foi uma abertura para a ‘Geração Futura’, geração essa que é a nossa atualidade, abrindo espaço para a poesia concreta, poesia praxe, poesia marginal, poesia da Geração de 45, e de outras Gerações, que também tem sido a geração do poeta Carlos Drummond de Andrade, com a publicação do livro Sentimento do Mundo, e Rosa do Povo, obtivemos não só grande poetas como grandes escritores, como Clarisse Lispector, que apesar de não ter nascido no Brasil, tornou-se ‘brasileira de coração’, Graciliano Ramos, Lima Barreto, Jorge Amado, Euclides da Cunha, e tantos outros escritores. E a nossa contemporaneidade tem que conhecerem estas histórias, que não deixa de serem fundamental para a nossa literatura que a cada dia parece se tornar escarça, mas que vive a nascerem poetas e escritores, em busca de ganhos, tornando assim a escrita vulgar, que fortalecemos a escrita, a literatura brasileira, e sigamos adiante, estudando, lendo, aprendendo, escrevendo, etc.

 

OBS: Este textos baseasse, de leitura de vários livros que venho lendo, não só livro como revista, jornal, etc. Tirando assim as minhas conclusões, este texto não esta isento de conter erro, que pode ser reparado, e modificado ao longo do tempo, ele foi criado no dia 11/09/2013, busquei manter como o original na melhor forma possível. O meu interesse quando estava a escrever foi de registrar os meus estudos, que estava a fazer não só na escola, como fora da escola, a partir do curso 200 Anos de Poesia, administrado pelo poeta Douglas de Almeida que venho também a buscar a estudar mais ainda sobre a literatura, isso não quer dizer que não vinha estudando antes, e buscando me aperfeiçoar na escrita, baseado nestes estudos, que tenho buscado criar um grupo e leitura, de estudos com adolescentes, do bairro, em escola pública, e biblioteca comunitário do bairro, formando assim quem sabe novos poetas e poetisas, e quem sabe até mesmo escritores, e leitores de nossa literatura, apreciadores da escrita, que gosta de sempre estarem acompanhando trabalhos de nossos grandes mestres passados, presentes, “e futuros”.
Valter Bitencourt Júnior
imagem

Discurso – “Valter Bitencourt Júnior, consagrando-se membro da Academia de Letras de Teófilo Otoni”

Eu, Valter Bitencourt Júnior, só tenho a agradecer, por poder fazer parte da Academia Teófilo Otoni, pois juventude aprenda a explorar o melhor que se é oferecido, para a vida, e desfrute na melhor forma possível, brigue pelos os direitos, e sempre busque, o jovem por sua vez tem que aprender a ser protagonista. Cada ser tem um destino, e o meu destino são as palavras, assim como o meu trabalho, no qual busco a desenvolver, na melhor forma possível, para que no meu futuro fique a minha história, e que a minha história de vida não seja uma história qualquer, que também tenha os seus segredos, e mistérios.

 

Fazer parte de uma Academia, pode ser tanto fundamental quanto não pode ser também, simplesmente estou a experimentar, o que a vida tem para oferecer-me, seja cedo ou não. Uma vez que se nasce poeta, morre poeta, mesmo sem escrever, e tem aqueles que se tornaram poetas, pois tem por sorte, de poder também desenvolver-se na escrita, e também a ganhar a admiração pelas palavras (no qual escreve). Agradeço a Madrinha Varenka de Fátima Araújo, (cearense, que reside na Bahia, e é por sua vez considerada baiana de coração), no qual tenho a honra de receber das mãos dela o certificado e a medalha, que me consagra membro da Academia Teófilo Otoni.
   Agradeço a Deus (que se ele me ouvi em algum lugar, mesmo que muitas das vezes sinta-me distante, que me abençoe, pois minha vida também não é tão fácil o quanto parece ser). Tenho por necessidade do carinho de cada um, principalmente daqueles próximo de mim, não por fazer parte de uma Academia, mas por consideração, no qual respeito muito, que sejamos todos irmãos e irmãs, (o nosso mundo precisa de amor, as nossas crianças, e jovens precisam de amor).

 

   Entrando na Academia de Letras de Teófilo Otoni, quero passar a diante a minha visão política e social quanto poeta e escritor, quero ir além de minhas escritas, quero transmitir o melhor que tenho de mim para os queridos leitores, de toda a parte do mundo. Quero contribuir o máximo de mim para o mundo, não quero guardar nada, quero ser mais humilde para com os meus semelhantes, quero poder um dia abraçar cada um sem nem um preceito, assim como beijar cada um, como irmão(ã). Acredito na solidariedade humana, e para que isso de fato venha a valer a pena, que não usurpamos uns dos outros, que tenhamos coração para sentir, e que tenhamos uns com os outros a piedade e misericórdia.

 

   Esse é um dia muito especial da minha vida, e sei que vou ter muitos outros pela frente assim como gostaria que seja muito especial para todos os amigos(as), que venhamos a brindar esse dia, pois o meu sucesso também pertence aos meus queridos amigos(as), e leitores de meu trabalho, assim como a minha família. Eu amo muito os meus pais, os meus irmãos, e eles são parte de mim, no qual jamais poderei esquecê-los, ou deixá-los de lado. Tenho meus padrinhos de batismo Nega e Hino, agora ganho uma madrinha muito especial, que é Varenka de Fátima Araújo, que sempre acreditou, e ainda acredita na minha potencialidade.

 

   Agradeço a Sandra Zaira, por sempre também acreditar em mim, que corrigia os poemas, e me dava dicas, e sempre pedia para que lapidasse as minhas escritas, assim como agradeço a Iraney Garcia Gonçalves, no qual ajudou-me a pagar o transporte, para que pudesse fazer um curso de poesia, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia. Agradeço ao Projeto Patrulhando a Cidadania (em geral), pois foi neste projeto, que passei a ter uma visão de quanto a vida nem sempre é justa, e o quanto temos que lutar e batalharmos.

 

   Como um jovem, entrando na fase adulta, eu deixo a minha contribuição, e pedido, para que cada jovem sempre siga os conselhos dos pais, para que sempre busque o melhor, e desenvolva-se em conjunto. A literatura, também tem o seu papel social, e é muito fundamental para a nossa sociedade, e tenho por interesse ainda, de dar grandes contribuições.
   Quando completei mais ou menos 15, 16 anos busquei em meu bairro a biblioteca mais próxima para que pudesse ler livros de poetas e escritores, então passei a frequentar a Biblioteca Comunitária de Valéria Professor José Oiticica, biblioteca essa no qual vim a aprender muito conversando com o cearense Antônio Fernandes Mendes, e conhecendo através da biblioteca muitos outros amigos(as), como por exemplo Zé Antonio, Carlos Baqueiro, Austílio (da UFBA), dentre outras pessoas.
   Com a ajuda da Irmã Jacira, pude redigi os meus poemas no Centro Educacional Paulo VI, e armazená-los em meu primeiro pendrive, que foi me dado pela Irmã Jacira, este pendrive marca a minha vida literária, e faz parte de minha história.
   Enquanto vivo, batalharei por essa conquista e muitas outras que ainda estão por vim, pois tudo é válido, desde quando aproveitemos o máximo possível, que todos os membros, da Academia Otoni sintam-se orgulhosos, pois nesta academia está a entrar um jovem poeta e escritor apaixonado pelas palavras.
Família:
   Agradeço especialmente a minha mãe Maria Lúcia da Silva, e o meu pai Valter Bitencourt, pois sem eles não seria nada, seria ingrato se não agradecesse aos meus pais, por tudo que eles fizeram e ainda fazem por mim, lembro-me quando fui registrar alguns de meus, pormas pela primeira vez, com a minha mãe, e ela ao meu lado, ajudando com os papeis no qual tinha que por sua vez também assinar por eu ser menor de idade. Gosto de todos os meus irmãos (Vagnei da Silva Bitencourt, Leandro da Silva dos Santos, Lucielle da Silva Bitencourt), apesar de discutirmos muitas das vezes, nos amamos, gostamos uns dos outros, mesmo com pequenas intrigas de irmãos, meus irmãos são tudo também para mim, gosto de todos, mesmo que diga que não (estou mentindo), pois gosto e muito.
   Agradeço ao meu tio Avelino, pois ele buscava sempre uma forma de me trazer uma revista que distribuía no trabalho dele para que eu lesse, pois foi um incentivo também de leitura, e meu tio Avelino e Edileusa, pediu-me uma poesia, poesia essa que o tenho feito com muito carinho, assim como tenho feito para os meus padrinhos (Nega e Hino), meus padrinhos de batismo “é um máximo”, gosto muito deles.
   Tenho grandes primos, no qual tenho uma grande admiração e respeito, Danúbio e Júnior Silva, com Júnior (meu chara) conversamos muito pela rede social (facebook), filosofamos trocamos ideias sobre vários assuntos, voltado ao nosso cotidiano, assim como assuntos históricos e sociais, falamos sobre Sócrates, sobre a leitura do livro “Mil e uma noite”, “Dom Casmurro” (Machado de Assis), sobre a palavra “Nosce-ti ipisum”, palavra latina que significa “conhece-te a ti mesmo”, dentre outros. Gosto de toda a minha família, porque é parte de mim, e sempre ficará em minha memória.

 

Como será a minha vida após entrar em uma Academia literária:
   Minha vida será a mesma, ela pode mudar com o tempo, somente o tempo pode ser responsável pelas nossas mudanças, tanto para melhor quanto para o pior, e escolho o melhor, o lado positivo da vida. Não deixarei de ser a mesma pessoa de sempre, com os meus demais amigos(as), a vida literária é uma vida difícil, sobreviver de literatura é um sonho, em que todos os poetas e poetisas, assim como escritores(as), sonham. Quero unir-me a todos os poetas, quero ganhar a amizade com cada um, assim como a escritores, professores, alunos, palestrantes, em geral, amigos próximos mais ainda, quero ter compromisso com a escrita, com a arte, com a cultura em que vivemos, quero colocar as minhas ideias, quero também ouvi, quero falar, quero fazer o máximo para também interagir.
   Tenho dado aula no Projeto Patrulhando a Cidadania, por dois anos e meio, assim como também já fui aluno, venho adquirindo experiencia, em meu primeiro emprego, como um “Aprendiz legal”, sei que para me manter na literatura tenho que ter também um emprego, assim como investidores, que invistam em meu trabalho, empresários, etc.
   Venho a lutar muito, e continuarei lutando, pois sei que ainda tenho um caminho longo a seguir, mesmo entrando numa Academia, bem conhecida, e prestigiada, que é a Academia Teófilo Otoni. Quero ter uma boa relação com todos, conversar, discutir, e até mesmo “brincar”, como um poeta, um ser humano normal, criativo, e inteligente (inteligente porque é o que todos nós somos, seres inteligentes, capacitado de sempre está aprendendo, e desvendando mais e mais, e ganhando sempre conhecimento).
   Já sou muito conhecido pelas redes sociais, pelos sites, blogs, etc. E sei que ainda continuarei sendo, sou uma figura pública, e já tenho me conformado com isso, pertenço as pessoas, gosto muito de mim, gosto muito de todas as pessoas, principalmente de quem gosta de mim.
Minha visão anarquista:
   Que Todos fiquem cientes que busco, como um ser cidadão, o melhor para a nossa sociedade, e sei que somente a nossa sociedade pode fazer as devidas melhorias, que não haja descriminação devido a eu ser anarquista, a sociedade em si é anarquista, ninguém concorda com a realidade de vida em que vivemos, a sociedade não gosta do governo, e todos sabem disso. Todos nós temos as nossas ideias, e cada um de nós buscamos defender as nossas, mas necessitamos sempre dialogarmos uns com os outros, para que de alguma maneira nos entendamos.
   Anarquista pelas nossas condições de vida, por saber que não necessitamos do governo para que possamos nos desenvolver, anarquista por acreditar em uma sociedade melhor a partir dela mesmo, anarquista em nome da liberdade de expressão, em nome da autogestão, ensinamento mútuo, ação direta.
A literatura também tem uma grande força social, a literatura muda com o tempo, a literatura caminha junto a sociedade, o poeta, a poetisa, assim como os escritores(as), são intelectuais, políticos, capazes de através das palavras fazerem uma revolução, através das escritas levarem para o povo a consciência. Não políticos partidários, e sim de ideias, e ações, organização, base, de estrutura…

 

Por fim:

 

   Como dito antes, agradeço a Academia Otoni (A todos(as) em geral), por poder fazer parte dela, e darei orgulho para a Academia, e levarei o nome da Academia para todos os cantos que eu for, em minhas novas publicações que envolve a literatura em si, abraços a todos, grato, e saudações!
imagem

Canção do Hierofante, de Elder Carlos dos Santos

Canção do Hierofante, livro da autoria de Elder Carlos dos Santos, com o prefácio do prof Germano Machado, quem escreveu a orelha do livro foi o Ivan de Almeida, livro publicado pela Cogito Editora e a Editoração CEPA, 174 página.

Um livro muito diferente, de muitos livros de poesia que tenho lido, além da poesia o livro nos trás uma história, uma aventura, tanto em prosa quanto em poesia, com descrição, com verso, com quebra de versos, mas sempre trazendo algumas rimas. A sensação ao ler cada palavra é de estar lendo enigmas, e de fato é o que o livro Canção do Hierofante, nos trás, mistério, encanto, beleza, fantasia.

Elírio (uma das personagens do livro – personagem principal), para mim é como o Pequeno Princípe, de Antoine de Saint-Exupéry, um livro com uma grande beleza, e que ao mesmo tempo nos fornece uma grande carga poética, onde a personagem viaja, na busca de alcançar o objetivo, quem sabe de proteger ou de salvar o lugar onde vive, de descobrir o novo, de ganhar sabedoria, a partir de cada acontecimento. A natureza encontra-se presente no livro Canção do Hierofante, a natureza e seus elementos, terra, fogo, água, ar, a natureza e o seu ciclo, encontra-se presente em cada palavra do livro, os oroxás, as deusas mitológicas. Elder consegue unir ambos numa forma incrível, assim tornando o livro mais atraente, envolvente, levando ao leitor a curiosidade, a vontade de seguir em frente, e também se tornar um aventureiro a partir de cada página do livro.

Canção do Hierofante, se divide em IX partes, na primeira parte, muito tenho me encantado com a poesia “Mãe – Terra”, “(…) Em seu ventre me gerou / Deu-me o ponto de partida / Agradeço à mulher / Que aceitou me dar a vida (…)”, a profundidade dessa poesia é gigantesca, “(…) Desde quando nem me lembro / Sua mão é que me guia / Conforto na hora do medo / E calor na noite fria (…)”. E o agradecimento pelo cuidado, por tudo “(…) Agradeço pelo cuidado / Pelo olhar que se importa / Pela mão que enxuga a lágrima / Pelo colo que conforta (…).” A passagem dd cada poesia é como se fosse um enigma, a forma que a poesia ganha a rima, a forma que a poesia é traçada, cada ritmo e musicalidade. E dentro do livro uma história, em poesia, em prosa, muitas das vezes como se fosse um conto.

De todas as ajudas que o Elírio teve, de fato ele foi um guerreiro, não desistiu, por mais que o caminho ia se dificultando, ele não desistiu, conseguiu tirar forças, conseguiu se recompor, conseguiu fazer uso das palavras, teve as palavras como uma arma, e foi um guerreiro grato, e cada poesia um presente, um agradecimento, uma forma de compartilhar o que tem, o emprego das palavras.

O Elírio nasceu, viveu, e renasceu, renasceu como um Hierofante, um guerreiro, e o livro de fato emociona, encanta “(…) Acorda Hierofante! / Chama as deusas pra dançar / Porque a vida está lá fora / Convidando-lhe a chegar // Acorda Hierofante! / Toma as rédeas do destino / Com o saber do ancião / Com a inocência do menino(…).

A apreciação, a busca da força a partir de cada elemento da natureza, quem sabe um “Avatar”, “(…) Que eu seja forte como a terra / Sempre absoluto e acolhedora / Que eu seja forte como a terra, / Sempre terna e sempre mansa / Que eu seja forte como a terra / Com a pujança de um terremoto / E a paz de um campo de lírio (…)”, e assim foi escrito também a Canção do Fogo, a Canção da Água, a Canção do Ar, e até mesmo a Canção do Hierofante, e a sensação não é apenas de um enigma, como também de um ritual.

Valter Bitencourt Júnior

lancar-um-_1355225452951