São Paulo: Paisagens Interiores, de Décio Torres – Lançamento

Paisagens Interiores, de Décio Torres


Dia 2 de Julho, das 17h às 22h, tem o lançamento do livro “Paisagens Interiores”, autoria de Décio Torres, através da Editota Patuá. Rua Luís Murat, 40, São Paulo, 05436-050.

“A Falta”, a Mais Nova Obra de Xico Sá


— Tá bom, seu Xico, mas do que trata mesmo esse seu novo livro? Tento responder nesse texto. Sim, o lançamento é neste domingo, meio-dia, n´A Feira do Livro (na frente do ex-estádio do Pacaembu, SP).

Às vésperas dos 40 anos e em final da carreira, o goleiro Yuri Cantagalo retorna da Espanha ao Brasil com o grande amor da sua vida, a quem trata apenas como A Sevilhana. Durante aquele jogo que pode ser a sua despedida — em um campo dividido ao meio pela linha do Equador —, ele se vê em desespero com o sumiço repentino e misterioso da mulher.

Para completar a angústia do arqueiro, sua mãe, Deolinda, havia feito uma revelação maluca na véspera: em vez do “pai desconhecido” que consta do registro de nascimento, Yury seria filho de Lev Yashin, o Aranha Negra, o mitológico guarda-redes da ex-URSS. Tudo poderia ser apenas um delírio materno, mas fatos e datas coincidem: o russo estivera mesmo no Rio de Janeiro em 1965, o que deixa o suposto herdeiro em parafuso.

Diante do redemoinho de acontecimentos e da decadência profissional, Yuri recorre ao seu guia filosófico, Albert Camus — o escritor argelino também havia sido goleiro na juventude — para tentar uma saída. Entre uma defesa e outra debaixo das traves, reflete sobre o trabalho de Sísifo, só comparável, segundo ele, ao seu ofício no futebol.

A partida em si é o que menos importa diante de tantos embaraços existenciais. Àquela altura, somente as citações de ficção científica do narrador de rádio Dáblio Dáblio e os comentários teatrais do cronista esportivo Tirésias conseguem arrancar algum sorriso do protagonista. O resto é desespero.

Em 90 minutos, o angustiado guarda-redes repassa também momentos traumáticos da carreira que haviam sido encobertos, como o abuso sexual que sofreu nas categorias de base de clubes cariocas. A violência contra os amigos de infância no morro é outra memória que vem à tona e o impede de se religar afetivamente com o Brasil.

Yuri saiu do Rio muito jovem para jogar na Europa, onde atuou pelo Benfica e Sevilha. À beira da sua primeira morte (“O jogador de futebol morre duas vezes. A primeira, quando para de jogar”), somente a Sevilhana conseguiria resgatá-lo desse pântano mental. O gandula-xamã terá alguma pista? O anjo da latitude zero vai devolver a sua sanidade mínima? Um final misterioso aguarda as leitoras e os leitores dessa novela.

Xico Sá, no Meta (Facebook)
“A Falta”, autoria de Xico Sá.
“A Falta”, autoria de Xico Sá, pré-venda, na Amazon.
Lançamento do livro “A Falta”, autoria de Xico Sá. Xico Sá, via Instagram.

1º Prêmio Candango de Literatura #Prêmio #Literatura

1º Prêmio Candango de Literatura


O 1º Prêmio Candango de Literatura destina-se à premiação de obras literárias escritas em língua portuguesa, editadas e comercializadas nos Países da Comunidade Lusófona no ano de 2021.

Escritoras e escritores do Brasil, Portugal, Guiné-Bissau, Angola, Cabo Verde, Moçambique, Timor Leste, São Tomé e Príncipe, Guiné Equatorial e Macau, não deixem de se inscrever.

Aguardamos a sua obra!

@institutocasadeautores e @sececdf

#premiacao #linguaportuguesa #línguaportuguesa #literatura #portugues #português #brasil #brasilia #portugal #guinebissau #angola #caboverde #moçambique #mocambique #timorleste #saotomeeprincipe #guineequatorial #macau #macau

Maurício Melo Júnior, via Meta (Facebook)

Resenha Sobre o Livro “Big Jato”


Fazendo a leitura de cada página do livro “Big Jato”, autoria de Xico Sá, enxerguei todo um ambiente bruto, bruto na questão de todo um ambiente que ainda não se desenvolveu e personagens que se apresentam de forma matuta.

A curiosidade do filho para com o seu pai, que limpava todo os dejetos da vizinhança e jogava longe, e a cada dia jogava mais ainda longe, toda a merda produzida pela comunidade e toda a sujeira que ela fazia. Muitos faziam como se não fosse eles que defecaram, como se toda aquela bosta que o Big Jato carregava para jogar longe não saísse da barriga deles.

O pai que amava os Beatles, quando embriagado falava até inglês, a mãe que fazia com que o “velho” assinasse uma revista para que assim ela possa fazer a leitura, um tio doidão, que poderia colocar os filhos a perder, e um “Deus lhe dê juízo para que você não seja igual ao seu pai/tio”. Alguns dos filhos sentia vergonha do pai, o bullying na escola, devido ao pai trabalhar carregando toda aquela merda da comunidade. E um dos filhos que se orgulhava de seu pai.

Tudo foi se tornando uma espécie de dever, rotina que ambos foram se adaptando ao ponto de não se incomodarem mais com todo o dejeto que carregavam. Algo que muito me chamou a atenção, quando a pessoa se embriaga ela fala a “verdade”, e também derrama lágrimas.

"Big Jato", autoria de Xico Sá.
Livro “Big Jato”, autoria de Xico Sá.

O livro “Big Jato”, levou-me a uma viajem que eu fiz quando tinha mais ou menos 8 ou 9 anos de idade, viajei com a minha avó para Serrolândia/BA e quando cheguei lá o banheiro era no lado de fora, o vaso sanitário era um buraco no chão onde todos defecava, com o tempo tudo foi mudando, quando voltei lá, o banheiro não era mais um buraco no chão, mas já era um vaso sanitário, mesmo assim continuava no lado de fora, o tempo foi passando e hoje em dia o banheiro é dentro de casa. Mesmo a gente estando no ano de 2022, ainda há algumas casas, que o banheiro continua sendo o mesmo, apenas um buraco no chão e muitas das vezes alguns blocos nas laterais fixo ao concreto.

E toda a descoberta do filho, que aos poucos se tornava homem, seus desejos, sonhos e fantasias, o primeiro gole de cachaça e a primeira vez que perdeu o “cabaço”, quando dirigiu o Big Jato e o seu pai ganhava tempo para poder beber mais. Ah, e o rádio funcionava bem quando subia a ladeira e era algo que o filho muito gostava era quando subia a ladeira, era momento de delírio, interrogações… E a pergunta, se fulano caga(?), se ciclano caga (?)… Isso mostrava o lado humano de todos, dos famosos, das moças bonitas e até mesmo do Papa.

E esse era o trabalho, chegando em casa ele sentia a sensação de dever cumprido e para ele isso já era tudo, muitas das vezes presenteava seus filhos, presenteava até quem tinha vergonha dele. (Mas, essa parte eu deveria ter escrito mais acima)

Então convido aos amigos e amigas para que leiam o livro e tirem as suas próprias conclusões.

Big Jato, autoria de Xico Sá, à venda na Amazon.

SP – Arte: Lançamento – Livro de Artista Alfabetos e Almandrade 50 Anos


Almandrade é um dos nossos maiores artista visual, suas obras é composta por toda uma arquitetura e estética que prende o olhar de quem aprecia a arte. 50 anos de Almandrade é 50 anos de arte. Seus poemas também marca toda uma arquitetura, ler os seus poemas é ver imagens, geometrias e traços na medida exata.

%d blogueiros gostam disto: