Palavras


Senti na pele amargas dores,
E vi as minhas palavras
Como um refúgio…
Não sei se a minha
Vida será lembrada,
Ou se serei uma passagem
Na escrita. Sinto o tormento,
E em mim um vazio,
O chão que fino sinto.
Um falso chão, e palavras
Que não aprecem serem
Vistas. Quero gritar, e a minha
Voz se esgana, e sai sopro
De minhas dores… Sei que
Fui poeta, poeta perdido no
Nada, poeta sem destino,
Poeta que a vida jamais
Soube preservar, não sei
Se viverei a anos, e se serei
Aplaudido pelas minhas palavras.
Um poema não está no espaço
Por está, eles são muito mais
Que uma pessoa, mas
Que custa os sentimentos
Objetivos, e subjetivos
De uma poeta.

Quanto a escrita? Vamos de 3 Poemas


Escreverei Escreverei faísca Quando tudo Estiver de cabeça Pra baixo! Escreverei chamas Para todas as paixões! Escreverei angústia Para todas as nostalgias. Azul e vermelho Não sei se escrevo céus; Não sei se escrevo fogos; Não sei se sinto mares; Não sei se escuto chamas! Tudo é um azul e vermelho Que no fim SeráContinuar lendo “Quanto a escrita? Vamos de 3 Poemas”

Meu aniversário


Meu aniversário, 25 de junho,21 anos, anos atrás nasciaEm 1994, e o tempo passaSou poeta, e continuo vivo Passar de 21 anos, não é muitoNeste tempo de poetas maiorDe idade, que sobreviveO tempo em nossa contemporaneidade E vejo dentro do meu serA confiança de que cresciE ganho autonomia Vivo cada instante e momentoQuero todo dia,PoderContinuar lendo “Meu aniversário”

Tudo foi ficando diferente


Uma das coisas que eu mais gostava de fazer era abrir o dicionário e recorrer a algumas palavras, muitas das vezes acostumava apenas abrir o dicionário e ler a primeira palavra que aparecia na frente, eu tinha isso como um exercício. Ao longo do tempo fui perdendo esse hábito.

Uma pequena reflexão sobre a leitura e a escrita hoje em dia


Muitos desses estudantes já saem do ensino médio sem prazer algum pela leitura, e muito menos pela escrita, quem sabe isso não aconteça apenas na rede de ensino público, quanto também na rede de ensino privado. Quando entram na universidade, eles são obrigados a lerem livros, que muitos falam que são de “leitura obrigatória”, pessoas que são obrigadas a lerem, perde o gosto pela leitura, e pessoas que são obrigadas a escreverem perdem o gosto pela escrita (vice-verso).