Desvario

⁠Você quer ficar comigo?
O coração palpitava,
O sangue parecia querer
Sair do corpo,
Assim como tudo parecia
Estranho.
E ela respondeu
Em forma de pergunta:
– Hum!… Você é poeta?


⁠Você quer ficar comigo?
O coração palpitava,
O sangue parecia querer
Sair do corpo,
Assim como tudo parecia
Estranho.
E ela respondeu
Em forma de pergunta:
– Hum!… Você é poeta?

Notas

Nota 1

A música dança na mente
Feito fumaça a brisar
O consciente.

Nota 2

A música em meu ser
Na maresia, penetrou
Profundamente em minha
Memória,
Feito fumaça entorpecente
Brincou com o meu subconsciente.

Nota 3

A música entrelaçou em minha mente
Confundindo o meu subconsciente.
Fechei os meus olhos na maresia:
– E deixei a brisa
Me levar.


Nota 1

A música dança na mente
Feito fumaça a brisar
O consciente.

Nota 2

A música em meu ser
Na maresia, penetrou
Profundamente em minha
Memória,
Feito fumaça entorpecente
Brincou com o meu subconsciente.

Nota 3

A música entrelaçou em minha mente
Confundindo o meu subconsciente.
Fechei os meus olhos na maresia:
– E deixei a brisa
Me levar.

Valter Bitencourt Júnior Participa: Café Com Poemas, Antologia Poética, Volume 2


É uma grande satisfação em fazer parte da antologia Café Com Poemas, organizada por Leandro Flores, 2019, ISBN: 9786580343003, participei com a poesia “Injustiça”, pág. 68.

Injustiça

Vem em forma de bicho feroz,
Dirigido por um ser subordinado.
Por que devoras sonhos 
realizados 
Se a minha vida é o meu trabalho
Agora destruído? 
Joga meus esforços 
Por água abaixo,
Injustiça!
Nessa vida me sinto perdido,
A maré me sufoca,
Os pássaros me beliscam,
Os meus olhos já não brilham…
O que me resta,
O que me falta
Nesses duros e cansados dias?

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