O Juiz é Doente?


Em pleno século XXI ainda encontramos pessoas de mente pequena que sustenta o preconceito, o racismo, a xenofobia, a homofobia… E quanto mais se busca derrubar barreriras, mais ainda buscam alimentar o conservadorismo, em nossa sociedade, esse e o caso de um juiz que aprova uma lei que ver a homossexualidade como uma doença, aContinuar lendo “O Juiz é Doente?”

Resumo de meus estudos de literatura, trovadorismo, barroco, arcadismo, romantismo, parnasianismo, naturalismo, realismo, simbolismo, modernismo


Trovadorismo ou Quinhentismo, é o nascimento da literatura, que tem como início no séc. XII. O trovadorismo tem como base a escrita pelos trovadores (poetas, e cantada pelos jograis. O interessante é que os jograis cantavam, mas não faziam poesia, assim como os trovadores faziam poesia, mas não cantavam.

A principal escrita dos trovadores é o galego português as poesias, eram feitas e compiladas em “cancioneiras”, que eram uma espécie de coletânea, as principais “cancioneiras” era, a cancioneira da ajuda, cancioneira da vaticana, dentre outras.

Falando um pouco da literatura brasileira, parte de meus estudos…


Aprendi a amar a literatura, gosto da literatura brasileira e a sua história, do quinhentismo ao contemporâneo. Admiro a história da literatura brasileira assim como o surgimento e origem do povo brasileiro, apesar de todo o confronto que teve devido a escravização e a injustiça social que vivemos pelos colonizadores, que tinha por interesse de tornar o Brasil coroa parte da coroa de Portugal, da descoberta do povo brasileiro em 1500 para o surgimento dos povos brasileiros e suas formações em 1530.

Discurso – “Valter Bitencourt Júnior, consagrando-se membro da Academia de Letras de Teófilo Otoni”


Eu, Valter Bitencourt Júnior, só tenho a agradecer, por poder fazer parte da Academia Teófilo Otoni, pois juventude aprenda a explorar o melhor que se é oferecido, para a vida, e desfrute na melhor forma possível, brigue pelos os direitos, e sempre busque, o jovem por sua vez tem que aprender a ser protagonista. Cada ser tem um destino, e o meu destino são as palavras, assim como o meu trabalho, no qual busco a desenvolver, na melhor forma possível, para que no meu futuro fique a minha história, e que a minha história de vida não seja uma história qualquer, que também tenha os seus segredos, e mistérios.

“O que venha a ser o poema (a obra) de Almandrade em nossa atualidade?”


Acredito que a poesia de Almandrade (Antonio Luiz M. Andrade) atravessou o tempo, a poesia vanguardista, que por sua vez transforma-se em imagem; poesia completamente arquitetada com uma grande maestria.

Cabe a geração futura, (a geração de hoje também, porque não esta distante de ser analisado, e estudado os poemas de Almandrade, “a juventude”, pequenos poetas tem de beber um pouco da poesia deste poeta, arquiteto, etc), a poesia busca o novo, vive a buscar o novo, porque a poesia transforma-se, e o poeta acompanha toda a transformação, e quem ler os poemas de Almandrade transforma-se, entra na geometria das palavras, viaja no tempo, por entre o compasso.

Canção do Hierofante, de Elder Carlos dos Santos


Canção do Hierofante, livro da autoria de Elder Carlos dos Santos, com o prefácio do prof Germano Machado, quem escreveu a orelha do livro foi o Ivan de Almeida, livro publicado pela Cogito Editora e a Editoração CEPA, 174 página.

August Rush O Som do Coração – Diretor Kirsten Sheridan


O Filme O Som do Coração, filme dirigido por Kirsten Sheridan, fez com que eu reflita,e perceba o quanto a vida é importante, e que cada ser humano tem um destino, e cada ação que fazemos esta ligado a vida que vivemos.

Livro: Visões da Crise


O livro Visões da Crise foi organizado por Adhemar dos Santos Mineiro, Luiz Antônio Elias, César Benjamin e tem como contraponto a CORECON-RJ (Conselho Regional de Economia do Rio de Janeiro), SINDECON-RJ (Sindicato dos Economistas do Rio de Janeiro), IERJ(Instituto dos Economistas do Rio de Janeiro), com projeto gráfico feito por Regina Ferraz, revisão tipográfica feita por Tereza da Rocha, trata-se de uma primeira edição de outubro de 1998, com uma tiragem de 3000 exemplares, foto da capa feita por Pedro Lobo.