3 Crianças Desaparecidas no Rio de Janeiro

Crianças desaparecidas no Rio de Janeiro, desde 27 de dezembro de 2020.


Estes são Lucas Matheus, Alexandre Silva e Fernando Henrique. Os três garotos desapareceram após irem brincar em um campo de futebol, em Belford Roxo, Rio de Janeiro, e não voltaram para casa. Eles continuam sumidos desde o dia 27 de dezembro de 2020. (A priori)

Baita de Uma Lembrança do Facebook à Antonio Carlos Secchin

O Facebook lembrou ao poeta e acadêmico da Academia Brasileira de Letras, Antonio Carlos Secchin (Rio de Janeiro, 10 de junho de 1952), uma publicação feita em 23 de abril de 2015, às 13:45. Nessa publicação se encontra a foto que registra o mestre Antonio Carlos Secchin, autografando o livro de autoria dele para o Luiz Alfredo Garcia-Rosa (Rio de Janeiro, 16 de setembro de 1936 – Rio de Janeiro, 16 de abril de 2020).


O Facebook lembrou ao poeta e acadêmico da Academia Brasileira de Letras, Antonio Carlos Secchin (Rio de Janeiro, 10 de junho de 1952), uma publicação feita em 23 de abril de 2015, às 13:45. Nessa publicação se encontra a foto que registra o mestre Antonio Carlos Secchin, autografando o livro de autoria dele para o Luiz Alfredo Garcia-Rosa (Rio de Janeiro, 16 de setembro de 1936 – Rio de Janeiro, 16 de abril de 2020).

Antonio Carlos Secchin autografando livro à Luiz Alfredo Garcia-Rosa em 2015
Antonio Carlos Secchin autografando livro à Luiz Alfredo Garcia-Rosa, em 2015.

 

 

 

Grande Prêmio Cidade do Rio de Janeiro 2019 – Academia Carioca de Letras


Convido para a cerimônia de premiação de Geraldinho Carneiro, 2ª feira, dia 9 de março, às 17h30, na Academia Carioca de Letras – Rua Teixeira de Freitas, 5, sala 306, Centro. Ele ganhou o Prêmio Cidade do Rio de Janeiro, pelo conjunto da obra. Terei o prazer de fazer o discurso de saudação ao poeta. Antonio Carlos Secchin, no Facebook.

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Raull Santiago é Mais Uma Prova do Que Vem Se Passando Em Nosso País

Eu estou super pensativo, momento bom para escrever, vi uma publicação desde cedo de um ativista chamado Raull Santiago, ele foi preso no Rio de Janeiro ao fazer uma live na Avenida Brasil, denunciando uma ação violenta feita por alguns militares que estavam abordando algumas pessoas, na live ele descreve “”SOS, policiais do choque altamente violentos nos pararam no meio da Av. Brasil. Estão sufocando Thiaguinho e Ricardo, apontaram fuzil para nós”, tudo isso aconteceu ontem, no dia do aniversário dele.


Eu estou super pensativo, momento bom para escrever, vi uma publicação desde cedo de um ativista chamado Raull Santiago, ele foi preso no Rio de Janeiro ao fazer uma live na Avenida Brasil, denunciando uma ação violenta feita por alguns militares que estavam abordando algumas pessoas, na live ele descreve “”SOS, policiais do choque altamente violentos nos pararam no meio da Av. Brasil. Estão sufocando Thiaguinho e Ricardo, apontaram fuzil para nós”, tudo isso aconteceu ontem, no dia do aniversário dele.

Lembrei de uma escrita de Adriano Espínola, publicado no livro “Meu querido canibal”, autoria de Antônio Torres, pág 149, 5° Edição, 2004, Record Editora. Adriano Espínola escreveu:

Avenida Brasil

Atenção, devagar:
assalto a mão armada
a 100m.

Atenção, não olhe:
espancamento e estupro
a 200m.

Atenção, não se abale:
assassinato e roubo
há 500 anos.

Adriano Espínola
(“O lote clandestino”)

Logo, eu fico imaginando, que hoje em dia a sociedade se encontra refém dos militares também, não apenas dos “bandidos”; a cada dia está ficando mais ainda visível o abuso de poder das autoridades que diz nos defender.

A sociedade é marginalizada pelo Estado e por parte dela mesma, ainda existe o preconceito em nosso país, também temos uma polícia pobre e subordinada pelo Estado para se achar no direito de humilhar pobre. Temos também uma polícia negra, que mora em bairro periférico subordinada pelo Estado para se sentir no direito de descriminar pessoas negra, pobre e moradora de bairro periférico – uma espécie de “capitão do mato”.

Não podemos ficar calado, diante ao abuso de poder das autoridades, temos que denunciar, lutar pelos nossos direitos quanto cidadão contribuinte do Estado, temos que nos unir quanto sociedade e não permitir ações autoritárias que visa nos oprimir e nos marginalizar.

 

Google Faz Homenagem a Carlos Drummond de Andrade


Hoje eu acordei, abri as redes sociais, e resolvi fazer algumas pesquisas na Google, e vi uma grande homenagem ao mestre Carlos Drummond de Andrade. Carlos Drummond de Andrade, nasceu em Itabira, Minas Gerais, em 31 de outubro de 1902 e faleceu no Rio de Janeiro, em 17 de agosto de 1987. Seu livro de estreia foi publicada em 1930, com o titulo Alguma Poesia. Suas principais obras são A Rosa do Povo, Sentimento do Mundo, Claro Enigma. Carlos Drummond de Andrade, fez parte do movimento literário Modernismo.

Uma das poesias de Carlos Drummond de Andrade, que muito tem causado polêmica nos meios literários foi a poesia “No meio do Caminho“:

No meio do caminho tinha uma pedra 
tinha uma pedra no meio do caminho 
tinha uma pedra 
no meio do caminho tinha uma pedra. 

Nunca me esquecerei desse acontecimento 
na vida de minhas retinas tão fatigadas. 
Nunca me esquecerei que no meio do caminho 
tinha uma pedra 
tinha uma pedra no meio do caminho 
no meio do caminho tinha uma pedra

Carlos Drummond de Andrade

Google homenageia o poeta Carlos Drummond de Andrade.
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