Morte, negritude


A violência está no ar
Rubra a se banhar
Em sangue, e cadê
A misericórdia…
Os dias estão rotos,
E o coração pulsa
Tristezas escuras
Como o fim de uma sisterna.
Sentir! Cada elemento
Morrer em partículas,
Que não se juntam mais,
Cair no abismo,
E tudo, e tudo acaba
Não se encontrando
Mais.

Tiroteio


O carinha da esquina poderia está morto Neste exato momento, só Deus, para Salvá-lo – e salvou-no, sem mais nem menos. E em todo canto gente correndo Para todos os lados, e o pai é maior, Menos o coração, daqueles que querem fazer o mal. Instantes de desespero, mães chorando, E filho preste a irContinuar lendo “Tiroteio”