Antônio Bakunin: a história do anarquista Antônio Fernandes Mendes – Carlos Pronzato

Para quem não assistiu ontem, 12, o documentário:  “Antônio Bakunin: a história do anarquista Antônio Fernandes Mendes”, dirigido pelo cineastra Carlos Pronzato, em parceria com a Biblioteca Emma Goldman, pode assistir no canal do YouTube “Feira Anarquista de São Paulo”. Não apenas as pessoas que não assistiram, quanto as pessoas que assistiram e querem assistir novamente.


Para quem não assistiu ontem, 12, o documentário:  “Antônio Bakunin: a história do anarquista Antônio Fernandes Mendes”, dirigido pelo cineastra Carlos Pronzato, em parceria com a Biblioteca Emma Goldman, pode assistir no canal do YouTube “Feira Anarquista de São Paulo”. Não apenas as pessoas que não assistiram, quanto as pessoas que assistiram e querem assistir novamente.

Amanhã: Lançamento de Documentário Sobre Antônio Fernandes Mendes – Na Feira Anarquista de São Paulo

Amanhã, 12, a Feira Anarquista de São, vai fazer o lançamento do documentário: “Antônio Bakunin: a história do anarquista Antônio Fernandes Mendes”, dirigido pelo cineastra Carlos Pronzato, em parceria com a Biblioteca Emma Goldman.


Amanhã, 12, a Feira Anarquista de São, vai fazer o lançamento do documentário: “Antônio Bakunin: a história do anarquista Antônio Fernandes Mendes”, dirigido pelo cineastra Carlos Pronzato, em parceria com a Biblioteca Emma Goldman.

Estréia amanhã, às 17h.

Vem Ai: Documentário Sobre Antônio Fernandes Mendes

Documentário sobre Antônio Fernandes Mendes, por Carlos Pronzato (parceria com a Biblioteca Emma Goldman).


Documentário sobre Antônio Fernandes Mendes (Quixeramobim, 1936 – 2015, Salvador), por Carlos Pronzato, parceria com a Biblioteca Emma Goldman. Um trabalho de suma importância para que as pessoas possam conhecer um pouco a história de vida do cearense Antônio Fernandes Mendes, anarquista, cordelista, conhecedor profundo das ervas medicinais, fitoterapeuta e autodidata.

Amanhã: Antônio Torres Faz 81 anos de Vida

13 de setembro, Antônio Torres, vai fazer 81 anos de vida. Nasceu no Junco, lugar hoje em dia conhecido como Sátiro Dia, em 13 de setembro de 1940, estreou na literatura com o livro “Um cão uivando para lua”, em 1972.


A patroa do pai de uma de minhas primas acostumava se desfazer de alguns livros, muitas das vezes o pai de minha prima pegava esses livros e dava prá ela. Como de costume ou hábito, fui na casa de minha tia, em 2012, a minha prima mostrou-me o livro e presenteou-me. O livro com a capa quase arrancada, cheio de rabiscos e riscos de alguém que parecia “gostar de literatura” (ironia), foi aos poucos chamando-me a atenção.

Refiro-me ao livro “Essa terra”, de autoria de Antônio Torres, foi assim que eu obtive contato pela primeira vez com uma das obras de Antônio Torres. Nas orelhas do livro encontra-se a opinião “da critica”, algo mais chamou-me a atenção, parecia que havia algumas páginas arrancadas e ao abrir o livro dei-me de cara com o prefácio de Lígia Chiappini Moraes Leite.

Um dos meus primeiros contatos com o “mestre” (ainda não o chamava de mestre ou de senhor até porque, não queria engrandecê-lo e muito menos diminui-lo), foi em 2014. A única coisa que eu sabia é que poderia ser o Antônio Torres ou alguém se passando por ele (ou trabalhando prá ele na divulgação de seus trabalhos).

Desde de o início da conversa eu percebi ser uma pessoa de uma grande humildade, super atenciosa. Cheguei a falar um pouco sobre o livro “Essa terra” e Antônio Torres pediu o meu endereço para mandar outra edição do livro, então assim fiz, a única coisa que poderia acontecer era não receber o livro ou receber…

Para a minha euforia, recebi o livro “Essa terra”, com as seguintes palavras “Para Valter Bitencourt Júnior, meu conterrâneo, com amizade”, datado em 20/01/2014. Para a minha surpresa nesse ano de 2021, assistindo a live do mais recente livro de Antônio Torres, o livro “Querida cidade”, Antônio Torres mencionou o meu nome chamando-me de “conterrâneo”, logo lembrei do autógrafo, incrível.

Não apenas recebi o livro “Essa terra”, quanto também um artigo digitalizado da “Revista Brasileiros”, com o título “Um uivo dessa terra”, por Antônio Laranjeira e Paulo Vasconcelos.

Essa Terra, de Antônio Torres, Coleção Nosso Tempo, Editora Ática.
Essa terra, de Antônio Torres, 2ª Edição, Edições BestBolsos, Rio de Janeiro, 2013.
Um uivo dessa terra, por Antônio Laranjeira e Paulo Vasconcelos, Revista Brasileiros, São Paulo, Dez. 2013.
“Para Valter Bitencourt Júnior, meu conterrâneo, com amizade”

Amanhã tem “Homenagem ao aniversário do escritor Antônio Torres”, será transmitido no canal do YouTube Biblioteca do Paiaiá, com os convidados Décio Torres Cruz, Tom Torres, Aleilton Fonseca e Marcelo Torres, às 19h.

“Homenagem ao aniversário do escritor Antônio Torres”

Vivendo e aprendendo!

E todo dia tenho uma nova lição de vida, o tempo vem me ensinando a não ter medo de voltar ao bê-à-bá.


O tempo vem me ensinando a não carregar o mundo nas costas, muitas das vezes é necessário parar para refletir as próprias ações, diante a um mundo de pessoas que acredita que deve passar por cima dos outros, onde todos querem terem a razão de tudo.

As interrogações surgem, que eu fiz de bom hoje? Será que eu fiz uma ação plausível? Será que eu levei o sorriso na face de uma ou mais pessoas? Será que eu fui incapaz de desejar um bom dia, boa tarde, boa noite (fora das redes sociais) à vizinhança, ao padeiro, ao segurança, ao motorista do ônibus… Será que eu elogiei alguém ou a joguei prá baixo sem mais e nem menos?

Sim, o tempo vem me ensinando a não carregar o mundo nas costas, o tempo vem me ensinando a saber a hora de responder os outros, sem magoá-la, o tempo vem me ensinando a ter cuidado com a palavra, o tempo vem me ensinando a dizer sim ou não, o tempo vem me ensinando a ser humilde, o tempo vem me ensinando a dizer “- eu estou errado!”, o tempo vem me ensinando a perdoar, o tempo vem me ensinando a enxergar o que há de mais nobre.

E todo dia tenho uma nova lição de vida, o tempo vem me ensinando a não ter medo de voltar ao bê-à-bá.

Valter Bitencourt Júnior
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