Aumentou a Desigualdade no Brasil

Originalmente escrito no dia, 18/02/2022, escutando Vozes Progressistas através do Twitter Space, com o microfone aberto para o público, não tive a oportunidade de fazer a leitura do esboço que eu tenho escrito, devido aos problemas que estive enfrentando com a internet. Atualização da escrita feita, hoje (19/02/2022).


Estamos pagando o preço por terem votado num ser que sequer apresentou uma proposta contundente para as devidas melhorias sociais, pregou o ódio e o discurso preconceituoso, espalhou fake news e distorceu notícias até mesmo ao vivo nos debates.

Aumentou a desigualdade no Brasil, e isso contribui muito para o aumento da violência, no governo Bolsonaro a sociedade como o pão que o diabo amassou, são mais ou menos 13 milhões de pessoas desempregadas no nosso país, o trabalho informal aumentou e o governo federal quer comemorar a lei que permite o cidadão ou cidadã trabalhar sem carteira assinada, tudo isso facilita nada mais nada menos o aumento do trabalho escravo no nosso país, país esse que vem gerando a pobreza e voltando para o mapa da fome.

Tenho o costume de dizer que o Brasil é o país que mais emprega e que mais ainda desemprega!

O pobre e o negro virou estatística, diante a uma polícia negra e pobre paga por uma elite branca e subordinada ao Estado para oprimir, bater e até mesmo matar negros e pobres. E nas redes sociais, na televisão, na rádio e na mídia em si vemos casos de negros e pobres sendo assassinados de forma bruta, assim virando mais uma estatística, mais um número. Há quem queira jogar a culpa na vítima, quando na verdade vivemos numa sociedade marginalizada tanto pelo Estado e por parte dela mesma.

Valter Bitencourt Júnior, no Twitter.

Morte, negritude

A violência está no ar
Rubra a se banhar
Em sangue, e cadê
A misericórdia…
Os dias estão rotos,
E o coração pulsa
Tristezas escuras
Como o fim de uma sisterna.
Sentir! Cada elemento
Morrer em partículas,
Que não se juntam mais,
Cair no abismo,
E tudo, e tudo acaba
Não se encontrando
Mais.


A violência está no ar
Rubra a se banhar
Em sangue, e cadê
A misericordia…
Os dias estão rotos,
E o coração pulsa
Tristezas escuras
Como o fim de uma sisterna.
Sentir! Cada elemento
Morrer em partículas,
Que não se juntam mais,
Cair no abismo,
E tudo, e tudo acaba
Não se encontrando
Mais.

Três Poemas

Três poemas: abandono, agressão e violência.


Abandono

O teu silêncio
E tua descoberta
Cobre todo o ser
E o mundo,
E um cais de areia
Em sangue,
Um aborto profundo…

Agressão

Um sofrimento
Que surge nos olhos
E não quer sumir,
Tantas opressões,
E em cada opressão
Uma morte na alma,
Um mundo em gelo.

Violência

Tudo se choca.
Tudo se derrete.
A vida muda
E os rumos
Se perdem.

Curso de Aperfeiçoamento – Juventudes, Espaço Escolar e Violência: Uma Proposta de Intervenção Social

Curso de Aperfeiçoamento – Juventudes, Espaço Escolar e Violência: Uma Proposta de Intervenção Social, com Antônio Gois, colunista de educação do jornal O Globo, autor do livro “Quatro décadas de gestão educacional no Brasil”, duração 6 meses, início em setembro de 2020, inscrições a partir do dia 15 de abril à 20 de agosto.


Curso de Aperfeiçoamento – Juventudes, Espaço Escolar e Violência: Uma Proposta de Intervenção Social, com Antônio Gois, colunista de educação do jornal O Globo, autor do livro “Quatro décadas de gestão educacional no Brasil”, duração 6 meses, início em setembro de 2020, inscrições a partir do dia 15 de abril à 20 de agosto.

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Realidade


Uma droga
Que leva
Toda uma família
Em fúria.
A vida que vicia,
E nasce uma
overdose,
Que rouba o tempo
Maldita droga!
Que consome
E rouba a alma
Do ser.
……..
Em distância
O choro de um pai,
E o grito e desespero
De uma mãe.

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