Valter Bitencourt Júnior

Valter Bitencourt Júnior (Salvador25 de junho de 1994), poeta e escritor brasileiro.[1][2][3]

Biografia:

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Valter Bitencourt Júnior[4], nasceu em SalvadorBahiaBrasil25 de junho de 1994, em 2009 escreveu a poesia “Onde Está o Teu Corpo”, poesia publicada na antologia “O Diferencial da Favela”, Galinha Pulando,Salvador2014, organizado por Sandro Sussuarana, antologia essa que também se encontra a poesia “Perfeição”. Em 2011, passou a redigir o livro “Toque de Acalanto”, e a publicar poesia em sitesblogsredes sociais.[5] Publicou a poesia “Amor”, na antologia do Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus, Galinha Pulando, Salvador2013; publicou a poesia “Tempestade” e a poesia “Sintomas”, na Antologia Eldorado, da Celeiros de Escritores, antologia cordenada por Denise BarrosSão Paulo2014; publicou a poesia “Pela Noite Tudo Transpira Poesia”, na Antologia Internacional Espaço do Poeta, do Portal Jorge Guedes, em 2015, neste mesmo ano ganhou o certificado e medalhado I Congresso Internacional da Cultura e Arte Expandindo a Consciência Cósmica. Fez parte do curso 200 Anos de Poesia, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, administrado por Douglas de Almeida, em 2011; fez parte da oficina “O que fazemos quando fazemos poesia?”, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, administrado por Carlito Azevedo, em 2012; fez parte da oficina “Lírico e Satírico: Em Contexto”, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, organizado por Ricardo Domeneck, em 2012, fez parte de oficina de poesia organizada por João Bandeira. Membro correspondente da Academia de Letras de Teófilo Otoni [6][7]Minas Gerais, a partir de 18 de março de 2014, recebeu da Academia de Letrasmedalha e diploma. É verbete do Dicionário de Escritores Contemporâneos da Bahia, Círculo de Estudo Pensamento e Ação – CEPA,[8][9][10][11] Salvador2015, ao lado de grandes nomes da literarura baiana, como: Aleilton FonsecaAntônio BrasileiroAntônio TorresAramis Ribeiro CostaCyro de MattosRuy Espinheira FilhoGermano MachadoAurélio Schommer, dentre outros.[12][13] Tem poesias [14][15][16] em diversas coletâneas e antologias[17][18][19] tanto no Brasil quanto no exterior.[20][21] autor do livro Toque de Acalanto, Clube de Autores, 2017,[22][23][24][25][26] e do livro Meu Amigo Antônio Por Entre a Ditadura Militar e Civil: Uma vida Clandestina, Amazon2017[27][28] Com a publicação da poesia “Identidade”, tem recebido elogio da Gláucia Lemos, depois que ela leu a poesia, anos depois a encontrou em uma palestra sobre a língua portuguesa, no Shopping da Bahia (o antigo Shopping Iguatemi), onde na mesa da palestra se encontrava a Myriam FragaLuís Antonio Cajazeira RamosAleilton Fonseca

Livros:

Toque de Acalanto, Clube de Autores, 2017;

Meu Amigo Antônio Por Entre a Ditadura Militar e Civil: Uma Vida Clandestina, Amazon2017.

Referências:

 «Valter Bitencourt Júnior | Skoob». http://www.skoob.com.br. Consultado em 13 de novembro de 2017

 «Academia de Letras de Teófilo Otoni – Correspondentes». letrasto.com. Consultado em 10 de novembro de 2017

 «I Encontro de Escritores e Poetas do Médio Rio das Contas». Territórios Culturais Bahia. 13 de julho de 2015

 Yeshua, Carlos Souza (2015). Dicionário de Escritores Contemporâneos da Bahia 2 ed. Salvador: CEPA. pp. 308 e 309. ISBN 9788572390378

 Blay, Billy. «Jornalista lança Dicionário de Escritores Contemporâneos da Bahia no dia 12 de junho». iteia.org.br. Consultado em 11 de novembro de 2017

 Coutinho, Acorda Cidade – Dilton. «Professor da Uefs integra Dicionário de Escritores Contemporâneos da Bahia». Acorda Cidade | Dilton Coutinho

 «3.203 Inscritos». http://www.poesialivre.com.br. Consultado em 10 de novembro de 2017

 Santos, Sandro Ribeiro dos (2014). O Diferencial da Favela. Salvador: Galinha Pulando. pp. 37 e 89

 Barros, Denise (2014). Eldorado. São Paulo: Celeiro de Escritores. pp. 85, 86 e 87. ISBN 9788582900093

 Jesus, Valdeck Almeida de (2013). Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus. Salvador: Galinha Pulando. 231 páginas. ISBN 9788566465051

 Toque de Acalanto. [S.l.: s.n.]

 «TOQUE DE ACALANTO». Livraria Cultura. Consultado em 10 de novembro de 2017

 Júnior, Valter Bitencourt (4 de outubro de 2017). Meu Amigo Antônio Por Entre a Ditadura Militar e Civil: Uma Vida Clandestina. [S.l.]: Independently published. ISBN 9781549891335

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O Facebook Me Pede Identificação de Identidade

O Facebook está me pedindo identificação de identidade, pra saber se de fato sou eu que estou acessando a minha conta, muito importante, e acredito que isso deveria ser aplicado a todos os usuários do Facebook. Minha conta não está sendo visualizada pelos meus amigos e amigas leitores e leitoras faz meia hora, e já tenho enviado os documentos pedido para que eu possa fazer uso desta rede social,e acredito que se isso for aplicado para todas as pessoas que fazem parte dessa rede, muitos fakes serão excluídos, muitas pessoas indesejadas não vão mais compor essa rede, pessoas maliciosas que criam fakes para fazer intrigas e até mesmo cometer o “bullying virtual”.

Parabenizarei mais ainda o Facebook por essa atitude se eles de fato fazerem o que vem fazendo comigo para os demais usuários. Digo aos meus amigos e amigas que não demoro a voltar a fazer as minhas publicações, poesias, textos, divulgação de ideias, de sites, postagens que venho fazendo, compartilhamentos de trabalhos de amigos poetas, escritores, de diversos artistas.

E também fico preocupado com a minha privacidade, e essa é uma rede onde nos expomos, onde divulgamos a nossa alegria e tristeza.

Por este motivo que não devo reclamar por essa atitude do Facebook a não ser fazer uma crítica construtiva a esta rede que busca levar o melhor para seus usuários e trazer segurança, não sou a favor a censura, mas também não sou tolo e muito menos hipocrita de reconhecer um trabalho como este, que o Favebook vem fazendo, em suas políticas de privacidade.

Texto, poesia, poema?…

Tem de ser curioso ler bastante, pesquisar e beber em fontes diferente, todo bom leitor não apenas ler como também interpreta o que ler, diferenciar um texto do outro e saber o que é poema e o que é poesia, o que é poema e o que é texto e o que é poesia, tudo isso é conhecimento. A gente por nossa vez tem de ir na busca de conhecimento de mundo,ganhamos uma visão do mundo de acordo com o tempo, de acordo com a leitura, com os jornais impressos que lemos e também com o jornal que assistimos na rede de televisão, com os noticiários que são transmitidos na rádio, com as músicas que ouvimos, com a leitura de livros didáticos e não didaticos, com a leitura de revistas, e hoje em dia com o que vem sendo postado também nas reses sociais, nos sites eletrónicos, onde podemos ler também livros o e-book, na troca de informação entre duas ou mais pessoas, aprendemos muito em uma palestra, em uma roda de conversa onde acontece grandes debates.

Saber que o texto tem paragrafos,a escrita completa a linha do caderno, fazendo uso muitas das vezes da gramática, da sintaxe, coerência e coesão, tem a redação, dissertação, narração, descrição, existe vários tipos de texto, tem a crônica a prosa. O poema por sua vez tem as suas diferenças, o verso não completa a linha do caderno, não é obrigatório seguir o que a gramática pede, e tem estrofes (não obrigatório ter estrofes), por sua faz uso de figuras de línguagem (não que em um texto também não fazer uso de figuras de línguagem, existe também o texto literário que faz uso de figuras de línguagem, e isso pode ser encontrado na prosa, a poesia pode ser encontrado na prosa, e também na crônica que pode tambem ser literário e fazer uso de recursos estilísticos), o texto por sua vez pode conter a poesia, mas não é considerado um poema, o poema pode ter poesia assim como também não pode conter poesia. Poesia é tudo aquilo que tem a capacidade de transmitir uma determinada sensação, pode ser encontrado em um quadro, em uma bela pintura artística,em um simples desenho… O poema por sua vez é o que o poeta escreve, fazendo uso de metrificação, e hoje em dia não é obrigatório fazer uso de métrica para fazer um poema, existe o “verso livre” (que não obedece a métrica), o poema pode conter rimas (o que também não é mais obrigatório), e também existe poemas sem rima “versos branco” (poemas sem rima).

Hoje o poema é chamado de poesia, quando se fala em poesia logo a pessoa pensa, é algo que foi escrito pelo poeta, não mais diferenciamos a poesia do poema, e aprendemos isso na leitura de alguns textos, como por exemplo o texto “Poema e Poesia”, do Octávio Paz, é normal chamar o poema de poesia hoje em dia, logo estamos cientes de que estamos nos referindo à escrita do poeta. A poesia pode ser encontrada também numa música, mesmo assim uma música nem sempre é um poema. E isso é o que nos deixa muitas das vezes intrigado, uma música pode ter valor literário e também pode não ter valor literário, uma poesia transformando-se em musica ela pode tanto ganhar valor literário, quanto também pode perder o valor literário, temos grandes canções, que também são verdadeiras poesias, que penetra na alma de quem ouve, que muitas das vezes arrepia o ser de cima a baixo.

Pode existir uma diferença entre o escritor e o poeta, a diferença se encontra na escrita, mesmo assim ambos não deixam de serem escritores, porque ambos se dedicam às palavras, um se dedica a fazer romance, textos, prosa, crônica, artigo… (alguns se dedicam muitas das vezes a fazer um só destes) e outros se dedicam apenas a fazer poesia (alguns se dedica a fazer tudo).

Preservar o meio ambiente da Valéria e demais bairro, um dedo de prosa, e mais observações…

A Valéria é um dos bairros que ainda pode ser encontrado uma boa área ambiental, que muitas empresas por sua vez deve (não colocarei deveria) respeitar e preservar, muitas empresas que vem de fora que sequer conhece a história do bairro acredita que tem o direito de chegar e desmatar, sem mais e nem menos, assim se instalando no bairro e gerando emprego para pessoas que não mora no bairro, fiz aquele famoso rolezinho pelo DERBA, e observei um crime que graças a Deus foi embargado, muitas das árvores que ali voi devastado não vai ser restaurado, o que se ver é um gramado buscando nascer no local, onde foi passado máquinas, ali onde morou diversas espécies de animais, assim como também se encontrava diversas árvores frutífera, e ervas medicinais. Preservar o meio ambiente é uma grande luta, que poucas pessoas que tem consciência ambiental vem fazendo, o mesmo é a Palestina, onde Zé Antônio vem fazendo um belo trabalho comunitário, buscando preservar o Rio Cururipe que passa pela Palestina, organizar o espaço e levar melhorias para o bairro é muito importante, para o bairro da Palestina que necessita de um grande trabalho de saneamento básico, vendo que é um bairro “acidentado”, e o Zé Antônio por vez dele vem buscando dos orgãos púbico melhorias para o bairro. Nesse rolezinho que vim fazendo observei também um belo trabalho que o Antônio Mário vem fazendo, de todas as críticas a fazer, nada melhor que uma boa crítica e construtiva, pois muito se tem de parabenizá-lo, pelo fato de mesmo ter perdido nas eleições ainda continua trabalhando, e o Antônio Mário por vez dele, dirige um ônibus do “Clube Esportivo”, fazendo questão de ajudar a muitos estudantes a se deslocarem pra sua residência, dando carona não apenas pra estudantes como também para mães e pais de família que necessita se deslocar pra outros lugares, pra fazer pagamento de contas, ir para posto médico, etc. (Valter Bitencourt Júnior, Salvador, Bahia, Brasil).

O curtir… e não comentar…

Curtir é completamente diferente de comentar, hoje em dia podemos sair curtindo tudo que é coisa nas redes sociais, e um curtir nem sempre quer dizer que gostou, ou que de fato é bom, nada melhor que receber um comentário, que venha a trazer uma boa visão crítica e argumentos construtivos, que de fato venha a fazer sentido com a postagem, debater, e aprender, a rede social foi feita pra isso, para trocar ideias, para matar quem sabe uma saudade, para compartilhar bons momentos e muitas das vezes um mal acontecimento em busca de consolo. E o like hoje em dia vem sendo um vício, que muito de nós vem ganhando nas redes sociais, o ego de receber likes, muitas das vezes sem saber de onde vem, se é bom ou não. (Valter Bitencourt Júnior, Salvador, Bahia, Brasil).

O Cálice do Chico

O cálice do chico
Não foi feita pra beber
carrega a censura
De homens fardados no poder.

O cálice do chico
Trás em seu olhar
Uma canção, dá pra ver a tristeza
Que passa em seu coração

O cálice de chico
É um protesto
Um pedido
Mais que himano

“Pai afasta de mim esse cálice”
E a ditadura buscava calar
E já calou diversos artistas
E esse trocadilho se palavras

Dá força a música
Transforma a canção
Em poesia, penetra na mente
De quem raciocina

E busca fazer a revolução
Um cálice, de muitoa cálice
Muitos sangues já foram
Jorrados no chão

Até hoje nos querem
Empregar na gente
O cálice, maldito,
Que mete medo na nação.

Musicas antigas são consideradas cafona

As músicas antigas são consideradas cafonas, por aqueles que não aprecia uma boa letra, como músicas cantadas pelo Fernando Mendes, José Augusto, Lindomar Cardoso, Waldick Soriano, dentre muitos outro. Muitas das músicas antigas, vem sendo super atual, e é o que poucas pessoas observam, algumas adaptadas para a nossa atualidade, aqueles que não estão acostumados a ouvir canções cantadas pelo Erasmo Carlos, muitas das músicas dele também cantada na voz do Roberto Carlos. Mas, milhares de jovens estão com um bom gosto músical, aqueles que reservam o seu tempo pra ouvir músicas cantadas por Cássia Eller, Renato Russo, Raul Seixas, Capital Inicial, dentre outros. E aqueles que ainda escutam um bom regae, ainda muito descriminado em nossa atualidade, Edson Gomes, e tantos outros. Refiro-me a músicas nacionais, diante de Caetano Veloso, Gilberto Gil, a grande interprete Maria Bethânia, Alceu Valença, Vander Lee… grandes cantores que ainda sobrevivem o tempo, e grandes cantoras de alma feminina como Maria Gadú, Adriana Calcanhoto, Ana Carolina, Elis Regina, Vanessa da Mata, dentre muitas outras sobrevive o tempo em suas belas canções, que somente a ignorância e a hipocrisia pode chamar de cafona. (Valter Bitencourt Júnior, Salvador, Bahia, Brasil)

Não podemos ir contra a arte, cultura, fala, escrita…

Não podemos ir contra a arte, porque a arte faz parte da vida humana; não podemos ir contra a cultura, porque a cultura faz parte da vida humana, assim como não podemos ir contra a fala, à escrita, porque é o que temos de melhor, nos vestimos, nos embelezamos e tudo isso faz parte.

Não podemos ir contra os nossos semelhantes temos de saber aceitar as diferenças, e fazer a diferença não quer dizer ser hipócrita, temos de ir contra o preconceito que encontra-se dentro de cada um de nós. Valter Bitencourt Júnior, Salvador, Bahia, Brasil.

Quem sabe?

Quem sabe a gente passe a ver por outros olhos, o Lula não como um ex-presidente e sim como um operário, sindicalista, e pobre, lutando dentro de uma universidade pra “ser alguém na vida”, quem sabe nessa condição ele sequer seja nomeado pra receber quaisquer tipo de título, e sendo nomeado, quem sabe também seja negado, por ser uma pessoa que vem de uma classe “menos favorecida”, já que em épocas passadas muitas universidades fechavam as portas para pessoas “de menos condições de vida”, pra negros (as), e quem sabe gente do candomblé, homossexuais. Escrevo isso, porque sabe-se que muitos intelectuais foram vítimas de preconceito dentro de universidades, muitos mesmo com boas notas foram reprovados pelo fato de ser de pobre e negro, como exemplo temos o Teodoro Sampaio, temos o Milton Santos (onde muitos reitores o trataram muito mal na Universidade Federal da Bahia -UFBA, tanto que Milton Santos foi para São Paulo, e muitos amigos pediam pra ele voltar…), o José Oiticica também foi vítima, assim como muitos outros. Título é nada mais, nada menos que uma forma muitas das vezes perversa para sustentar o ego do ser, que por sua vez sempre quer ser superior ao outro. Bom, é, porque trata-se de um reconhecimento, mas quem dar esse reconhecimento de fato é mérito?